<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120</id><updated>2012-03-03T17:21:48.623-08:00</updated><title type='text'>ESPIRITISMO NA REDE</title><subtitle type='html'>A todos que encaram a Vida como um grande aprendizado e estão em busca de constante auto-desenvolvimento, auto-conhecimento e evolução Espiritual</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2908</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1138322390394056831</id><published>2012-03-03T17:21:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T17:21:48.628-08:00</updated><title type='text'>Chaga da Humanidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ETIA9bSvYD8/T1LDoVwTMVI/AAAAAAAAEY4/ITDImk4KZJY/s1600/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-ETIA9bSvYD8/T1LDoVwTMVI/AAAAAAAAEY4/ITDImk4KZJY/s320/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conta-se que, certa vez, um adestrado catador de caranguejos executava sua tarefa num mangue, quando alguns turistas pararam para observar o seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um esforço grande que realizava o homem, todo enlameado. O que perceberam os observadores é que o catador tinha dois baldes. Um com tampa e outro sem tampa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada caranguejo que pegava em suas mãos, examinava e concluía: este é bom, e colocava no balde com tampa. Ou, este é ruim, e colocava no balde sem tampa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um determinado período, um dos turistas não aguentou a curiosidade e perguntou ao catador de caranguejos por que ele realizava aquela divisão em baldes diferentes, algo que absolutamente ele não conseguia entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador não se fez de rogado e foi explicando: É simples, muito simples. Coloco no balde com tampa os caranguejos bons, para eles não fugirem, pois eles têm condições de retornar ao seu local de origem, seu próprio mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os caranguejos ruins não precisam de tampa. São uns egoístas. Quando um deles tenta fugir, sair do balde, os outros se agarram nele e o puxam para baixo. Por isso, com eles não preciso me preocupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*    *    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, em nossas ações, nos comportamos de forma semelhante aos pequenos animais da história. É quando nos deixamos dominar pelo egoísmo, essa chaga da humanidade, que deve desaparecer da Terra, pois que compromete o progresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O egoísmo é filho do orgulho e é causador de muitos males. É a negação da caridade e somente tem contribuído para tornar os homens infelizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças ao egoísmo, o homem tem vivido muito mais para sua própria satisfação do que para o interesse dos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas relações conjugais, mais de uma vez surgem questiúnculas porque cada um deseja que o outro ceda, renuncie em seu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por egoísmo, a esposa não permite ao marido a continuidade de estudos avançados que lhe exigiriam algumas horas a mais, fora do lar, por determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por egoísmo, o marido cria obstáculos a voos mais altos da esposa, pois a deseja para si em todos os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome do egoísmo, irmãos entram em disputas judiciais pela posse de bens perecíveis, destruindo-se mutuamente e infelicitando os pais desencarnados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por egoísmo, obras de arte permanecem ocultas a muitos olhos, segregadas em salas fechadas e exclusivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por egoísmo, nos fechamos, impedindo-nos de progredir. Por causa dele, erguemos altos muros ao nosso redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerramos as portas do coração e as janelas da alma, não desejando que outros desfrutem da beleza dos nossos jardins ou das riquezas de nossa intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os ventos do egoísmo soprarem débeis ou fortes nas veredas das nossas vidas, preservemo-nos da sua ação destruidora, recordando que efêmera é a passagem pela Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os únicos bens que realmente nos beneficiarão são os do Espírito, frutos da ação generosa, da divisão e distribuição, do que temos à farta: bens materiais, inteligência, tempo, amor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1138322390394056831?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1138322390394056831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1138322390394056831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1138322390394056831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1138322390394056831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/chaga-da-humanidade.html' title='Chaga da Humanidade'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ETIA9bSvYD8/T1LDoVwTMVI/AAAAAAAAEY4/ITDImk4KZJY/s72-c/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2568211515425972246</id><published>2012-03-03T17:12:00.003-08:00</published><updated>2012-03-03T17:13:24.966-08:00</updated><title type='text'>Carpe diem</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-e3CQib2l97k/T1LBhbl9qDI/AAAAAAAAEYw/fD2u2-32euE/s1600/74078_161900923850435_100000915861802_311141_6424036_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-e3CQib2l97k/T1LBhbl9qDI/AAAAAAAAEYw/fD2u2-32euE/s320/74078_161900923850435_100000915861802_311141_6424036_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Horácio, um dos maiores poetas da Roma Antiga, ficou famoso pelas suas Odes, longos poemas líricos, onde ele descrevia o cotidiano da vida ou passagens da mitologia romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas suas características literárias, destaca-se sempre a ideia de se aproveitar o presente, sem muita preocupação com o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa sua ideia atravessou o tempo através de uma expressão muito citada, encontrada em uma de suas Odes: Carpe diem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequentemente tal expressão latina é traduzida como Aproveite o dia. E essa era a preocupação do poeta romano, pois imaginava ele a vida muito breve para não ser aproveitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao escutarmos o convite de Horácio, Carpe diem, nos perguntamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o que é aproveitar o dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que a resposta para tal pergunta irá depender fundamentalmente do que esperamos para a vida e para o depois da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, aproveitar o dia para quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o materialista, Carpe diem será gozar ao máximo a vida, todas suas emoções e prazeres, e somente isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, no seu conceito materialista, nada o aguarda depois da morte, a vida acaba se tornando breve demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O materialista imagina-se constituído de um apanhado de bilhões de células ordenadas ao acaso, por um casuismo biológico e crê que nada o aguardará após a vida física se extinguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, aproveita a vida, que se extingue minuto a minuto, nos prazeres materiais e físicos, já que se ilude que nada mais existe, além daquilo que pode enxergar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros há, ainda, que vivem com a certeza de que, em uma única existência, Deus nos irá julgar, bons ou maus, e nos condenar a uma felicidade ou desdita eternas, conforme o resultado de tal julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esses, aproveitar a vida será sempre a contagem regressiva de um dia a menos de erro ou de tropeço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que seremos julgados eternamente pelo procedimento de uma única existência, quanto antes essa acabar, melhor será, pois que menos chances teremos de errar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginando que, com o resultado de uma única vida, Deus dará um veredito eterno, Carpe diem será a ansiedade de que tudo acabe, e que, ao final de tudo, não tenhamos tropeçado, pois outra chance não haverá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda a possibilidade de imaginarmos a vida como uma continuidade de outras tantas que já se sucederam, e a antecipação de outras que virão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entendermos que a vida de hoje é o reflexo do ontem, e que o amanhã será a colheita do plantio feito hoje, aproveitar a vida toma um colorido diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não mais a ânsia para uma vida que irá se extinguir. Tão pouco a ansiedade para uma vida que irá ser nosso veredicto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viveremos com a certeza de que estaremos aproveitando o dia, quando fizermos de cada um deles aprendizado para a alma, quando exercitarmos virtudes, quando nos esforçarmos para apagar defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaremos realmente aproveitando o dia, quando as dores que ele porventura trouxer se transformem em entendimento e lição, e as alegrias fruídas se convertam em louvores pela bênção da existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós deveremos aproveitar a vida, entendendo-a como uma grande escola, onde a lição maior de aprendizado será o conjugar do verbo amar. E o Mestre maior dessa escola, Jesus.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2568211515425972246?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2568211515425972246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2568211515425972246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2568211515425972246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2568211515425972246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/horacio-um-dos-maiores-poetas-da-roma.html' title='Carpe diem'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-e3CQib2l97k/T1LBhbl9qDI/AAAAAAAAEYw/fD2u2-32euE/s72-c/74078_161900923850435_100000915861802_311141_6424036_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2252136044952743827</id><published>2012-03-03T17:07:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T17:07:34.930-08:00</updated><title type='text'>O ausente-presente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-F8DPCpylsLk/T1LAScCF4eI/AAAAAAAAEYo/MBWmbkgxfr0/s1600/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-F8DPCpylsLk/T1LAScCF4eI/AAAAAAAAEYo/MBWmbkgxfr0/s320/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Era a derradeira refeição que fariam juntos. É um momento de alegria, pela comemoração da páscoa judaica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordam-se das agruras da escravidão no Egito e as alegrias da libertação pelo legislador hebreu Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cânticos se sucedem, em obediência ao rito comemorativo. Serve-se o carneiro, o pão sem sal e sem fermento, embebido no molho de ervas amargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordam-se das bênçãos e a proteção de Yaweh. É também um momento de despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco e já não mais me vereis, assevera Jesus. E como bom pastor, exorta: meus filhinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tece recomendações, dizendo das dores que adviriam aos Seus seguidores, a todos aqueles que desejassem levar o archote da Boa Nova na tentativa de iluminar a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O machado está posto à raiz, dizia o Mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se falou de dores e sofrimentos, não deixou de declamar esperança e consolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, em observando o ar de tristeza que envolvia os Apóstolos, naquela hora, profetizou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus. Crede também em mim. Eu vou para vos preparar o lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pastor anuncia Sua viagem, mas apresenta os objetivos dela e afirma o Seu retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hora avança e Ele ensina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo mandamento vos dou: amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado. Nisso reconhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sentencia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um momento solene. Os minutos se sucedem ligeiros, como se desejassem que aquela despedida não se alongasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Mestre dos mestres tem algo mais a dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Tenho-vos chamado amigos, porque tudo o que sei de meu Pai vos transmiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repito-vos: amai-vos uns aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como num testamento, exterioriza Sua doação final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-vos a paz: a minha paz vos dou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vo-la dou como o mundo a dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amai-vos como eu vos amei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém tem mais amor do que aquele que dá a própria vida pelos seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sereis meus amigos, se fordes amigos uns dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite se envolve em crepe. Talvez a lua tenha escondido sua cara redonda e prateada, para enxugar o próprio pranto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cordeiro vai ser imolado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele voltaria depois da morte para atestar que a morte não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando chega, faz-Se visível àquele grupo de homens assustados, como uma equipe sem chefia e os saúda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz seja convosco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficaria com eles por dias e dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias de sol, noites de estrelas, de luar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas estradas da Galiléia e da Judeia, pelas praias do mar e do lago, nas montanhas, onde os pastores apascentam seus carneiros, nas planícies onde os camponeses cortam o trigo, todos sentem que Ele pode estar, que Ele pode vir, de repente e dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A paz seja convosco!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certeza de Sua presença. Amigo, Mestre, Senhor: presente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos esqueçamos disso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2252136044952743827?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2252136044952743827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2252136044952743827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2252136044952743827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2252136044952743827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/o-ausente-presente.html' title='O ausente-presente'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-F8DPCpylsLk/T1LAScCF4eI/AAAAAAAAEYo/MBWmbkgxfr0/s72-c/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-7574873068141387044</id><published>2012-03-03T16:59:00.001-08:00</published><updated>2012-03-03T17:04:22.989-08:00</updated><title type='text'>A arte da convivência conjugal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oYmhtHmYIH0/T1K-bHOpfoI/AAAAAAAAEYg/qc6UqM8NXI8/s1600/215407_104609316294500_100002362961570_50114_246737_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-oYmhtHmYIH0/T1K-bHOpfoI/AAAAAAAAEYg/qc6UqM8NXI8/s320/215407_104609316294500_100002362961570_50114_246737_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É comum se pensar que os casamentos mais sólidos são aqueles que sobrevivem a grandes traumas. Digamos, uma infidelidade conjugal ou uma falência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a verdade é que a duração do matrimônio está na razão direta da arte da convivência conjugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conviver todos os dias, aguentando as pequenas coisas um do outro, por exemplo. Suportar que ele aperte o tubo de pasta de dentes bem no meio, enquanto ela insiste que deva ser bem no finzinho, por uma questão de estética e de economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou ainda, ele não auxiliar nas tarefas domésticas. Ela ser sensível demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ser muito mole com as crianças, permitir tudo. Ela desejar manter a linha dura, investindo na disciplina e na educação dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conviver com as diferenças exige boa vontade diária. Um casal, que convive há catorze anos, confessou que tem diferenças enormes quanto a esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela adora ver futebol em casa. Ele adora aventuras. Com uma filha de dez anos, aprenderam a conviver, apoiando um o prazer do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando o marido decidiu dar a volta ao mundo velejando, ela o acompanhou pela imaginação, sem sair de casa. Mas não criou obstáculos para ele, nem fez papel de vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber aceitar comentários feitos em momentos de pequenas rusgas também contribui para a manutenção da estabilidade conjugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo marido presenteou a esposa com dez roseiras, que ela teve de plantar sozinha. Durante uma discussão, ela acabou por dizer a ele que odiava aquelas rosas que ele havia comprado. Afinal, elas só serviam para dar trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não se perturbou. No Natal daquele mesmo ano ele lhe deu mais uma roseira. Ela achou graça, comentando com as amigas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente pensa que eles entenderam o que se falou, descobre-se que nem ouviram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuam a viver juntos, colhendo rosas no seu jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, possivelmente, o mais importante seja recordar os bons momentos. Olhar para o passado, reavivar as chamas dos sentimentos positivos tem a capacidade de reacender o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um americano conta que ele e a esposa adoram recordar a forma como se conheceram. Ela foi a um restaurante onde ele estava cantando. Ela gostou muito da canção e aplaudiu entusiasmada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele a notou e perguntou: Você é casada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, respondeu. Você cantaria no meu casamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta dele foi rápida e sorridente: Eu vou cantar no nosso casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete meses depois estavam casados. Estão casados até hoje, passados anos. Continuam felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre muitos casais, na Terra, o tédio aparece depois que arrefece a paixão e o cotidiano toma conta dos atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tédio azeda a vida em comum. A rotina a destrói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo surja na relação conjugal a indiferença, a secura ou o relaxamento, é hora de reagir, antes que o casamento acabe por tolices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casamento, ou seja, a união permanente de dois seres, pode ser entendida como uma ligação afetiva que lembra o cérebro e o coração. Para que a vida prossiga, é necessário que haja sintonia entre ambos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-7574873068141387044?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/7574873068141387044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=7574873068141387044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7574873068141387044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7574873068141387044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/e-comum-se-pensar-que-os-casamentos.html' title='A arte da convivência conjugal'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oYmhtHmYIH0/T1K-bHOpfoI/AAAAAAAAEYg/qc6UqM8NXI8/s72-c/215407_104609316294500_100002362961570_50114_246737_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5872268672870250575</id><published>2012-03-03T16:56:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T16:56:48.403-08:00</updated><title type='text'>Apressada avaliação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hIUK8mlqLl4/T1K9rRD1h3I/AAAAAAAAEYY/--8-HfwqFBM/s1600/190194_207043945975206_100000088065706_810989_3020627_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://1.bp.blogspot.com/-hIUK8mlqLl4/T1K9rRD1h3I/AAAAAAAAEYY/--8-HfwqFBM/s320/190194_207043945975206_100000088065706_810989_3020627_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conta-se que um açougueiro atendia suas atividades habituais, quando adentrou o estabelecimento um cachorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se preparou para enxotá-lo, quando percebeu que o animal trazia um saco à boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificou que, dentro do saco, havia um bilhete. Atendeu o que estava ali escrito, devolvendo ao cão o saco, com carne bem acondicionada e troco dos valores que encontrara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O animal, com o saco à boca, saiu tranquilamente do açougue e foi andando pela calçada. O açougueiro ficou intrigado: De quem seria aquele cão tão bem treinado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolveu segui-lo. O cão chegou na esquina, levantou-se nas patas traseiras e apertou o botão do semáforo para travessia de pedestres, parando o trânsito de veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, atravessou a rua, na faixa de pedestres. Mais adiante, outro semáforo estava vermelho e o cão parou. Quando o sinal ficou verde, o cão atravessou a rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou a um ponto de ônibus e esperou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o primeiro ônibus parou, o cão olhou para o letreiro e não entrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando outro ônibus parou, um pouco depois, o animal voltou a olhar o letreiro. Dessa vez, entrou e ficou perto da porta, acompanhando o trajeto com atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem do açougue estava perplexo. Nunca vira nada igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de várias quadras, o cão desceu do ônibus e andou um pequeno trecho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente a uma casa, abriu o pequeno portão e entrou. Parou frente à porta e começou a bater com a cabeça na madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, foi à janela e tornou a bater a cabeça contra o vidro, várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a porta se abriu. Um homem grande e zangado veio para fora e começou a agredir o cão, chamando-o de bobão, inútil, traste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O açougueiro não aguentou. Deteve a agressão e falou ao dono do cão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é isto? Você tem um animal extraordinário, treinado, inteligente e o agride desta maneira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inteligente? - gritou o dono. Ele é um tonto. Já falei um milhão de vezes e este inútil vive esquecendo de levar a chave da porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, o conto é fictício. Pode levar ao riso. Ou podemos parar um momento e reflexionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes agimos como o dono desse cão? As pessoas nos servem, nos agradam e nós... Só reclamamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamamos da mãe que não nos preparou a sobremesa que pedimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esquecemos de agradecer a roupa limpa, impecável, no armário; os pratos preparados com esmero; as frutas, o suco, o cereal no café da manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamamos dos pais que não entendem nossos sonhos, nosso papo, nossa turma legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não lembramos dos braços que nos carregaram, depois das brincadeiras, na praia; das horas exaustivas de trabalho deles para nos garantir a escola, o lazer, as viagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamamos do funcionário que não atendeu uma ordem, em todos os detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lembramos das mil coisas que ele faz todos os dias, sem errar, diligente, atento, vendendo sempre muito bem o bom nome da nossa empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamamos sempre, numa atitude tola de quem não tem capacidade de avaliar o real valor dos que nos cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos nisso e tomemos ciência, primeiro, de que, por vezes, nos tornamos pessoas um tanto desagradáveis, com esse tipo de atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, perguntemo-nos se nós mesmos faríamos melhor. É possível que a nossa incapacidade, preguiça ou acomodação nos digam que estamos reclamando, de verdade, por nos darmos conta de como somos dependentes dessas criaturas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos nisso e foquemos de forma diversa a nossa apressada e tola avaliação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5872268672870250575?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5872268672870250575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5872268672870250575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5872268672870250575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5872268672870250575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/apressada-avaliacao.html' title='Apressada avaliação'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hIUK8mlqLl4/T1K9rRD1h3I/AAAAAAAAEYY/--8-HfwqFBM/s72-c/190194_207043945975206_100000088065706_810989_3020627_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6498549766750047427</id><published>2012-03-03T16:53:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T16:53:15.922-08:00</updated><title type='text'>Aprendendo a desprender-se</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gVS1C-7y9_s/T1K83xAsvAI/AAAAAAAAEYQ/0pA9-OV1Jmk/s1600/196401_207043525975248_100000088065706_810980_6650390_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" src="http://2.bp.blogspot.com/-gVS1C-7y9_s/T1K83xAsvAI/AAAAAAAAEYQ/0pA9-OV1Jmk/s320/196401_207043525975248_100000088065706_810980_6650390_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Bonnie precisou ser internada duas semanas antes do natal, para uma cirurgia, e estava muito preocupada. Além dos quatro filhos para cuidar, ela pensava nas compras, presentes e enfeites a providenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando abriu os olhos depois de ter dormido grande parte dos dois dias no hospital, após a cirurgia, olhou ao redor e viu algo semelhante a uma floricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buquês de flores se enfileiravam sobre o parapeito da janela. Cartões se empilhavam sobre a mesinha de cabeceira. Na prateleira, acima da pia, havia uma dúzia de rosas vermelhas enviada por seus pais, que moravam em outro estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marido lhe disse que os amigos haviam preparado refeições para a família e se ofereceram para cuidar das quatro crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais flores, disse a enfermeira, entrando no quarto e interrompendo os pensamentos da convalescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela abriu espaço entre as demais flores, para colocar outro belo arranjo colorido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vamos ter de mandar a senhora para casa, disse sorridente. Não temos mais espaço aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Bonnie lia os cartões, ouviu alguém dizer: gostei das flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a companheira de quarto. Uma mulher de mais ou menos 40 anos, portadora de síndrome de Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger gostava de falar e não se cansava de dizer que estava ali para que o doutor desse um jeito no seu pé. Contou que morava em companhia de outras pessoas e desejava voltar a tempo para poder participar da festa de natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Ginger foi para a cirurgia, Bonnie ficou olhando o quarto. O seu lado estava florido. O lado de Ginger, nada. Nenhum cartão, nenhuma flor, nenhuma visita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou oferecer a ela algumas de minhas flores, pensou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi até a janela e escolheu um arranjo de flores vermelhas. Mas daí recordou que o arranjo ficaria muito bonito em sua mesa de natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as justificativas continuaram: as flores estão começando a murchar, a amiga que ofereceu ficaria ofendida, poderia enfeitar a casa com aquele arranjo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: ela não conseguiu repartir nenhuma. Voltou para a cama e pensou que no dia seguinte, quando a loja abrisse, iria pedir para que entregassem algumas flores a Ginger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger voltou da cirurgia e uma funcionária do hospital lhe trouxe uma guirlanda de belas flores e a pendurou acima da sua cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após o café, na manhã seguinte, a enfermeira retornou para dizer a Ginger que ela iria para casa. A condução estava a caminho para buscá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ficou feliz pois chegaria a tempo para participar da festa de natal. Arrumou as suas coisas enquanto Bonnie se entristeceu. A floricultura do hospital só iria abrir dali a duas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que ela deveria oferecer uma das suas flores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger vestiu seu casaco, sentou-se na cadeira de rodas para ser conduzida pela enfermeira. Quando estava na porta, pediu para voltar, como se estivesse esquecido algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi até sua cama, apanhou a guirlanda, aproximou-se de Bonnie e, levantando-se com certa dificuldade, a abraçou, deixando o enfeite em seu colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela saía do quarto, Bonnie não conseguiu dizer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurou a pequena guirlanda nas mãos, com os olhos úmidos. O único presente de Ginger e ela o tinha oferecido à companheira de quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Bonnie entendeu que Ginger possuía muito mais coisas do que ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita gente escravizada ao que não tem e muita alma livre do que possui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verifique onde você se enquadra e busque se transformar em anjo da ação bem dirigida, convertendo o que lhe chegue às mãos em bênçãos e alegrias mantenedoras da vida.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6498549766750047427?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6498549766750047427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6498549766750047427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6498549766750047427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6498549766750047427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/aprendendo-desprender-se.html' title='Aprendendo a desprender-se'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gVS1C-7y9_s/T1K83xAsvAI/AAAAAAAAEYQ/0pA9-OV1Jmk/s72-c/196401_207043525975248_100000088065706_810980_6650390_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2054701368526673731</id><published>2012-03-03T16:49:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T16:49:59.660-08:00</updated><title type='text'>O Antônimo do amor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oFYMYsUIYeg/T1K8LRRvnRI/AAAAAAAAEYI/F_TbpiqpfV8/s1600/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-oFYMYsUIYeg/T1K8LRRvnRI/AAAAAAAAEYI/F_TbpiqpfV8/s320/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Não raro costumamos dizer que o ódio é o oposto do amor. Imaginamos que o ódio é o substituto do amor, tornando-se seu antônimo, no dicionário do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, esquecemo-nos de que os sentimentos não se processam dessa maneira em nossa intimidade e, que a falta de amor não significa a presença do ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ódio nascerá dos sentimentos mal resolvidos em relação ao nosso próximo, da não compreensão de suas atitudes e se alimentará, muitas vezes, nas fontes do egoísmo e orgulho, que ainda cultivamos em nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ódio será a doença do amor e não o seu antônimo. Afinal, o ódio será o resultado dos sentimentos resolvidos e tratados de maneira errônea, equivocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será, então, o antônimo do amor? Se entendermos o amor como o sentimento amplo e completo, o sentimento que nos preenche a alma e nos oferece rumos para bem conduzir nossos relacionamentos, qual será o seu antônimo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrário do amor será a própria falta do amor, a sua ausência. De tal monta é a grandiosidade do amor que o seu antônimo não é encontrado em nenhum outro sentimento. O seu oposto é única e exclusivamente sua ausência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a ausência do amor chama-se indiferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será a indiferença a maior expressão de desamor em relação a alguém. Será na indiferença que encontraremos o oposto do amor, sua maior barreira e limitação para que floresça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto de indiferença ainda mora em nosso coração? Quanto somos indiferentes com o que ocorre com nosso próximo e em nossa sociedade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes somos indiferentes com a dificuldade do colega de trabalho, não tendo tempo nem para alguns minutos de conversa, demonstrando nosso interesse pelo que lhe está sucedendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raro, a indiferença surge em relação às aflições do amigo, do parente ou do vizinho. Sabemos das dores e provas difíceis que os assaltam e não empreendemos nenhum gesto, no sentido de os auxiliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos indiferentes às injustiças sociais, às misérias socioeconômicas, à violência moral e física que se nos avizinham, sem nos atingir diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*    *    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos deixarmos aquecer pelo amor ao próximo, pela solidariedade ou compaixão, amizade ou afeição, a indiferença passará a perder espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício para amar inicia pelo esforço em abandonar a indiferença pelas dificuldades alheias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E serão sempre as oportunidades diárias, no relacionamento com a família, no trabalho ou na vida em sociedade, que nos oferecerão a chance de acabar com esse antônimo do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela não tiver mais espaço no nosso coração, teremos um mundo onde o amor será a tônica dos relacionamentos, ajudando-nos e apoiando-nos uns aos outros, nesse caminho do progresso e crescimento que todos anelamos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2054701368526673731?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2054701368526673731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2054701368526673731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2054701368526673731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2054701368526673731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/o-antonimo-do-amor.html' title='O Antônimo do amor'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-oFYMYsUIYeg/T1K8LRRvnRI/AAAAAAAAEYI/F_TbpiqpfV8/s72-c/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3096562322699162293</id><published>2012-03-03T16:46:00.000-08:00</published><updated>2012-03-03T16:46:46.234-08:00</updated><title type='text'>Aos consumidores de drogas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QNEFTlAiCYA/T1K7XN3pXaI/AAAAAAAAEYA/BDJHIXVDpII/s1600/188729_206378272708440_100000088065706_806867_2514588_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://2.bp.blogspot.com/-QNEFTlAiCYA/T1K7XN3pXaI/AAAAAAAAEYA/BDJHIXVDpII/s320/188729_206378272708440_100000088065706_806867_2514588_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Talvez você já tenha dito ou ouvido a infeliz afirmativa: Se eu uso drogas, o problema é meu, e ninguém tem nada a ver com isso. A droga só a mim prejudica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pensa dessa maneira, gostaríamos de lhe convidar a fazer algumas reflexões a respeito, sob outro ponto de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já deve ter visto, ao vivo, pela TV ou nos jornais, a triste imagem de uma criança de oito anos de idade ou de um adolescente de doze, com uma metralhadora na mão, a serviço dos traficantes de drogas, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São cenas chocantes e deprimentes, você há de convir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, você jamais deve ter pensado que, usando drogas, está colocando o dinheiro na mão do traficante para que ele compre a arma e a coloque nos ombros dessas crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já deve ter visto o sórdido espetáculo de uma mãe desesperada, com o coração sangrando e o rosto banhado em pranto, debruçada sobre o cadáver do filho querido que foi morto tentando fazer com que a mercadoria chegasse às suas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que é consumidor, talvez não tenha se dado conta, mas é um dos responsáveis pela violência gerada nesse disputado mercado das drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que é usuário de drogas, ainda que seja de vez em quando, está contribuindo com a corrupção nutrida no submundo das drogas, e fomentando a disputa sangrenta pelo consumidor, que enche os bolsos dos poderosos do tráfico, dizimando vidas e matando esperanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentavelmente, a grande maioria desses consumidores não percebe que o mal que causam está longe de ser um problema seu, como afirmam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se dão conta de que seu vício é alimentado com sangue e lágrimas de muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome da satisfação de seu egoísmo, o consumidor de drogas deixa um rastro de sangue sem precedentes... E responderá por isso perante as Leis Divinas, sem dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mídias noticiaram o assassinato de um jornalista, que foi executado a sangue frio pelosdonos do pedaço, que ele invadira, no cumprimento do seu dever de profissional comprometido com a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo se manifestou. Houve passeatas, protestos e pedidos de justiça. Muito louvável, não há dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, quantos daqueles que empunharam a bandeira da paz e da justiça não terão contribuído para que aquela execução se realizasse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos executivos que, sentados em suas poltronas de luxo criticam a violência, sem se dar conta de que esta é alimentada pela farta mesada que colocam nas mãos de filhos viciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você há de concordar que não haveria esse mercado infame das drogas se não houvesse o consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vemos a cínica expressão de um prisioneiro que comanda o terror de dentro da prisão, temos que admitir que ele age dessa forma porque tem costas quentes, e está seguro de que nada lhe acontecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, que é consumidor de drogas, está financiando esse mercado bilionário, alimentando esses tiranos cruéis que enriquecem graças a sua frágil vontade de encarar a vida de frente e de mente lúcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essas não são as únicas desgraças que um viciado provoca. Há aquelas que acontecem dentro do seu próprio lar. Aquelas capazes de dilacerar um coração de mãe ou de pai, de irmão ou de filho, com atitudes inconsequentes e egoístas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda não havia pensado nessa questão sob esse ponto de vista, pense agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se pensar com sinceridade, perceberá que o vício está longe de ser um problema só seu, que só a você prejudica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um balanço urgente e tome a decisão acertada: boicote as drogas. Empobreça esses abutres que se alimentam das vidas dos dependentes descuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se lhe faltarem as forças, busque ajuda de profissionais especializados e confie seu coração àquele que foi e continua sendo o maior Psicoterapeuta de todos os tempos: Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu atendimento é gratuito, basta buscá-Lo através da oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as drogas ainda não destruíram por completo o seu senso crítico, reflita agora sobre tudo isso e mude o rumo dos seus passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos certeza de que você conseguirá.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3096562322699162293?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3096562322699162293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3096562322699162293' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3096562322699162293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3096562322699162293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/aos-consumidores-de-drogas.html' title='Aos consumidores de drogas'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QNEFTlAiCYA/T1K7XN3pXaI/AAAAAAAAEYA/BDJHIXVDpII/s72-c/188729_206378272708440_100000088065706_806867_2514588_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-681651307287217403</id><published>2012-03-02T16:56:00.000-08:00</published><updated>2012-03-02T16:56:45.234-08:00</updated><title type='text'>FILHOS TEMPORÕES E OS DESAFIOS PARA OS “PAIS-AVÔS”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YvMINi2yXAA/T1FsLcSkOkI/AAAAAAAAEXU/jrB0fdGfX9U/s1600/casosper.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://3.bp.blogspot.com/-YvMINi2yXAA/T1FsLcSkOkI/AAAAAAAAEXU/jrB0fdGfX9U/s320/casosper.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quais os limites de idade para a maternidade/paternidade na velhice, considerando as novas tecnologias de reprodução humana? Casos de gravidez tardia têm ficado mais comuns.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Muitas questões são evocadas para o tema. Temos um &amp;nbsp;caso recente de Gabriella, uma bibliotecária italiana de 57 anos e Luigi de Ambrosis, um aposentado de 70. Casados há 21 anos, decidiram ter um bebê com óvulos doados. Há um ano e sete meses nasceu Viola. Todavia, perderam a guarda &amp;nbsp;da filha porque a corte de Turim (Itália) entendeu que eles são velhos demais e não &amp;nbsp;têm condições de criá-la. A menina foi colocada para adoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os juízes, a menina Viola  poderia ficar órfã muito jovem ou seria forçada a cuidar de seus pais idosos na idade em que os jovens mais precisam de apoio. Cremos que esse não deve ter sido o motivo, pois só em setembro de 2011, outros dois casais italianos mais velhos (elas, de 57 e 58 anos; eles, 65 e 70 anos) geraram gêmeos por doação de óvulos.  Em verdade, Gabriella e Luigi de Ambrosis foram submetidos a testes psicológicos e psiquiátricos que concluíram que a mãe não estabeleceu vínculos emocionais com a filha. O marido também não teria demonstrado preocupação com o bem-estar da Viola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo feito pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com dificuldade de interação social com mais frequência e até indica que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo. No estudo analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou  17 anos de idade. Os resultados desse trabalho, porém, estão ainda longe de serem conclusivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra pesquisa realizada pela Universidade de Queensland, na Austrália, consigna que pais mais velhos têm maior probabilidade de ter filhos com menor habilidade  cognitiva, isto é, menos inteligentes. Será? Os pesquisadores usaram informações do US Collaborative Perinatal Project, que realiza diferentes testes em &lt;br /&gt;crianças com oito meses, com anos 4 e com 7 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testes verificam habilidades de linguagem oral, leitura e escrita, memória, compreensão, concentração e coordenação motora. O resultado final do estudo demonstrou que as crianças que tinham papais mais velhos pontuaram menos nos 9&amp;nbsp;testes de habilidades cognitivas, com exceção das habilidades motoras. O estudo sugere que os governantes conscientizem a população dos agravos de se ter um filho em idade tardia (tanto homens como mulheres) e eduque para a gestação em idade mais apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendemos que, se por um lado à gravidez com os papais mais velhinhos pode ser um pouco arriscada, por outro a infância da criança poderá ser muito melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casais idosos têm maior experiência e geralmente estão numa condição financeira mais propícia para ter filhos. Inobastante a opinião dos especialistas, o fato de os&amp;nbsp;pais mais velhos tentarem poupar os filhos de tudo é o principal fator responsável pelo desequilíbrio dos filhos. A superproteção pode provocar nos jovens a dificuldade de se relacionar com outras pessoas e de estabelecer laços afetivos fora do ambiente familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que gerar filhos na velhice pode tornar-se um problema social? Ninguém quer pensar que os pais estão envelhecendo ou desencarnando. Em verdade, imaginar que os pais velhos se aproximam mais rápido da morte pode gerar muita ansiedade e frustração. O ideal seria que as pessoas refletissem sobre não abreviar a morte de ninguém, mas aceitar a vida em plenitude, mesmo diante da fatalidade biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um “pai-avô” – tenho uma filha de 7 anos e creio que a figura do “pai-avô” pode ser compreendida como uma das inúmeras formas que temos de lidar com a finitude que aguilhoa a todos, e de maneira contundente, a partir da maturidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a geração de filhos da velhice traga  mais dificuldades em conviver com os filhos na adolescência. Mas o Espiritismo nos treina para  lidar com os conflitos comuns aos adolescentes, e nada melhor do que nós, pais anciãos, tentarmos nos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;colocar no lugar dos jovens. Não esqueçamos que carregamos uma vantagem sobre os demais pais de outras faixas etárias. Para nós, esse diferencial é a maturidade. A possibilidade de educarmos de forma diferente e melhor é incontestável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se moldarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e respeitados pelos filhos temporões, seremos capazes de envelhecer &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;div&gt;sem temer o destino deles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Jorge Hessen&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-681651307287217403?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/681651307287217403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=681651307287217403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/681651307287217403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/681651307287217403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/filhos-temporoes-e-os-desafios-para-os.html' title='FILHOS TEMPORÕES E OS DESAFIOS PARA OS “PAIS-AVÔS”'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YvMINi2yXAA/T1FsLcSkOkI/AAAAAAAAEXU/jrB0fdGfX9U/s72-c/casosper.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5047306219774081410</id><published>2012-03-02T16:25:00.000-08:00</published><updated>2012-03-02T16:25:24.611-08:00</updated><title type='text'>Adoração, sentimento inato X ateísmo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Grt4HRo3qQg/T1Fk47g8J_I/AAAAAAAAEXM/6T_6ljvv4dQ/s1600/222888_1901152562421_1049892182_2213909_6967347_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="259" src="http://1.bp.blogspot.com/-Grt4HRo3qQg/T1Fk47g8J_I/AAAAAAAAEXM/6T_6ljvv4dQ/s320/222888_1901152562421_1049892182_2213909_6967347_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ao estudar a questão 650 do livro dos espíritos em que os Espíritos afirmam que "a adoração é um sentimento inato como o da Divindade", ficou-nos uma dúvida: como explicar o Ateu? A pessoa que afirma que Deus não existe? Onde está este sentimento inato nele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos à resposta, que, claro, está sujeita a erros de interpretação de minha parte e, por isso, deixo aos companheiros a liberdade de corrigi-la ou melhorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento é inato, pois é do Espírito. Vejamos que parte da resposta da questão 650 diz que "A consciência de sua fraqueza, leva o homem a se curvar diante daquele que o pode proteger". Isso quer dizer que, mesmo sendo um sentimento inato, depende do nível de consciência do indivíduo. Os que, pela arrogância e vaidade materialistas, colocam o “Ser Humano” como o limite de todas as coisas, logicamente, por obinubilação de pensamento, têm a consciência diminuída e, portanto, não querem se curvar diante de tal ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A título de comparação basta ver as atitudes das pessoas diante do bem. Todos nós sabemos (e os malfeitores também) que fazer o bem alegra as pessoas e é o melhor para uma boa convivência. Entretanto, alguns praticam o mal, agridem os outros, matam, roubam... O sentimento do bem é sabido por eles, mas refutam-no, em benefício próprio. Isso é questão de consciência. Se conhecimento levasse a nova postura de consciência, não teríamos tantas pessoas malévolas; sabem, mas não agem em conformidade com o que sabem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Espíritos (bons ou maus) sabem da existência de Deus, mas refutam tal conhecimento pelo orgulho e vaidade. Tola vaidade! Em reuniões mediúnicas, quantas vezes já ouvimos relatos de Espíritos que, quando encarnados, se diziam ateus, e, agora, estão desiludidos com suas ideias ao verem-se "mortos vivos"? E quantos Espíritos, mesmo na erraticidade, ainda se mostram endurecidos em favor do materialismo e do ateísmo, mesmo sabendo que já passaram pela morte?. Preferem negar a morte a aceitar a vida espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os Espíritos, a adoração é um ato de contrição, de contato íntimo com Deus, e não com o deus apregoado pelos religiosos. O ateísmo, salvo melhor juízo, se coloca contrário a esses deuses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ateus repudiam o deus feito pelos homens e, por isso, são contrários, de fato, às religiões. Vejamos o que disse Feuerbach, materialista hegeliano do século 18, no livro a Essência do Cristianismo: "está escrito que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança; eu, porém, digo que o homem fez deus à sua imagem e semelhança, pois o deus dele, tem mais defeitos humanos do que qualidades divinas". Esse é o deus repudiado e negado. Um deus mal explicado, que possui sentimentos mesquinhos, humanos; muito distante da ideia de Deus, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com outros nomes ou outras formas todos (inclusive os ateus) fazem uso da adoração: quando meditam, por exemplo, é um ato de adoração; quando se mostram reflexivos em relação à humanidade, estão em ato de adoração. Como bem disseram os Espíritos (LE 653), a adoração não é um ato exterior, das religiões, mas sim um ato interior, da consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diria que, por força de expressão, em vez de serem ateus, estão mais para agnósticos. Veja o que disseram os benfeitores espirituais na questão 651 de O livro dos Espíritos: "todos acreditam que há, acima deles, um ser supremo". Esse Ser supremo pode receber vários nomes: Deus, deus, consciência cósmica, verdade, ideia universal, ordem universal, ciência natural, força interior, pensamento positivo, força estranha, dinâmica universal e por aí vai... Os ditos ateus, quando diante de uma situação difícil, apelam para alguma força superior (interna ou externa), com esses nomes ou outros, porque, no íntimo se sentem impotentes para certas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem os ateus não quererem saber da existência de Deus, porém Deus sabe da existência e deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simão Pedro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5047306219774081410?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5047306219774081410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5047306219774081410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5047306219774081410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5047306219774081410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/adoracao-sentimento-inato-x-ateismo.html' title='Adoração, sentimento inato X ateísmo'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Grt4HRo3qQg/T1Fk47g8J_I/AAAAAAAAEXM/6T_6ljvv4dQ/s72-c/222888_1901152562421_1049892182_2213909_6967347_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5393033621172943514</id><published>2012-03-01T11:42:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T11:42:14.657-08:00</updated><title type='text'>CONTO CHINÊS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XLw2ra_4NbY/T0_QwzrmgpI/AAAAAAAAEWY/SC6AkBEkrlA/s1600/45831_120859491298133_100001222487609_123034_1218389_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://3.bp.blogspot.com/-XLw2ra_4NbY/T0_QwzrmgpI/AAAAAAAAEWY/SC6AkBEkrlA/s320/45831_120859491298133_100001222487609_123034_1218389_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conta-se que, por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do País estava às vésperas de ser coroado Imperador, mas, de acordo com a lei, deveria se casar. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte, inclusive quem quer que se achasse digna de sua proposta que não pertencesse à corte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e apresentaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar à casa e relatar o fato à jovem filha, espantou-se ao saber que ela já sabia sobre o dasafio e que pretendia ir à celebração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, indagou incrédula: — Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não transforme o sofrimento em loucura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filha respondeu: — Não, querida mãe. Não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei perfeitamente que jamais poderei ser a escolhida. Mas é minha única oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. Isto já me torna feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou o desafio: —Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura Imperatriz da China.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de cultivar algo, sejam relacionamentos, costumes ou amizades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando. E a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara. Usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho; mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e da sua dedicação, a moça comunicou à mãe que, independentemente das circunstâncias, retornaria ao palácio na data e na hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes. Mas, cada jovem com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada. Nunca havia presenciado tão bela cena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, chega o momento esperado e o príncipe passa a observar cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anunciou o resultado, indicando a bela jovem que não levara nenhuma flor como sua futura esposa. As pessoas presentes na corte tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque o príncipe havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Então, calmamente o príncipe esclareceu: — Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma Imperatriz. A flor da Honestidade. Pois, todas as sementes que entreguei eram estéreis&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação Blog Espiritismo Na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5393033621172943514?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5393033621172943514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5393033621172943514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5393033621172943514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5393033621172943514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/conto-chines.html' title='CONTO CHINÊS'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-XLw2ra_4NbY/T0_QwzrmgpI/AAAAAAAAEWY/SC6AkBEkrlA/s72-c/45831_120859491298133_100001222487609_123034_1218389_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4533790980079994805</id><published>2012-03-01T11:08:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T11:08:08.248-08:00</updated><title type='text'>O CALDEIREIRO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tvEZU4t2rCo/T0_I-N0G3eI/AAAAAAAAEWQ/uKinP_UYin4/s1600/Dois-Caminhos-300x200.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-tvEZU4t2rCo/T0_I-N0G3eI/AAAAAAAAEWQ/uKinP_UYin4/s1600/Dois-Caminhos-300x200.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um caldeireiro foi contratado para consertar um enorme sistema de caldeiras de um navio a vapor que não estava funcionando bem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas e de haver feito umas poucas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Olhou, durante alguns instantes, para o labirinto de tubos retorcidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;A seguir, pôs-se a escutar o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava. Com as mãos apalpou alguns tubos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez em uma válvula vermelha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o dono do navio recebeu uma conta de R$ 2.000,00 queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e solicitou uma conta pormenorizada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o que o caldeireiro lhe enviou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total ................: R$ 2.000,00&lt;br /&gt;Martelada ..........: R$       0,50&lt;br /&gt;Onde martelar ....: R$ 1.999,50&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redaçao Blog Espiritismo na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4533790980079994805?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4533790980079994805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4533790980079994805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4533790980079994805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4533790980079994805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/o-caldeireiro.html' title='O CALDEIREIRO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tvEZU4t2rCo/T0_I-N0G3eI/AAAAAAAAEWQ/uKinP_UYin4/s72-c/Dois-Caminhos-300x200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-9167239381009523604</id><published>2012-03-01T10:50:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T10:50:07.401-08:00</updated><title type='text'>DÍVIDA E RESGATE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OQc0SI90ZT4/T0_Ezfi6xfI/AAAAAAAAEWI/zxhfJAjQTB8/s1600/167148_130274407036371_100001614362524_193993_481110_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://2.bp.blogspot.com/-OQc0SI90ZT4/T0_Ezfi6xfI/AAAAAAAAEWI/zxhfJAjQTB8/s320/167148_130274407036371_100001614362524_193993_481110_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Na antevéspera do Natal de 1856, Dona Maria Augusta Correia da Silva, senhora de&amp;nbsp;extensos haveres, retornava à fazenda, às margens do Paraíba, após quase um ano de&amp;nbsp;passeio repousante na Corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhada de numerosos amigos que lhe desfrutariam a festiva hospitalidade, a&amp;nbsp;orgulhosa matrona, na tarde chuvosa e escura, recebia os sessenta e dois cativos de sua&amp;nbsp;casa que, sorridentes e humildes, lhe pediam a bênção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala grande, nobremente assentada em velha poltrona sobre largo estrado que lhe&amp;nbsp;permitisse mais amplo golpe de vista, fazia um gesto de complacência, à distância, para&amp;nbsp;cada servidor que exclamava de joelhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, “sinhá”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Louvado seja! – acentuava Dona Maria com terrível severidade a transparecer-lhe da voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velhinhos de cabeça branca, homens rudes do campo, mulheres desfiguradas pelo&amp;nbsp;sofrimento, moços e crianças desfilavam nas boas-vindas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, em ângulo recuado, pobre moça mestiça, sustentando nos braços duas crianças&amp;nbsp;recém-nascidas, sob a feroz atenção de capataz desalmado, esperava a sua vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a última que se aproximou para a saudação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fazendeira soberana levantou-se, empertigada, chamou para junto de si o Cérbero humano&amp;nbsp;que seguia de perto a jovem escrava, e, antes que a pobrezinha lhe dirigisse a palavra, faloul he,duramente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Matilde, guarde as crias na senzala e encontre-me no terreiro. Precisamos conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpelada obedeceu sem hesitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E afastando-se do recinto, na direção do quintal, Dona Maria Augusta e o assessor de&amp;nbsp;azorrague em punho cochichavam entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grande pátio que a noite agora amortalhava em sombra espessa, a mãezinha infortunada&amp;nbsp;veio atender à ordenação recebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acompanhe-nos! - determinou Dona Maria, austeramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guiadas pelo rude capitão do mato, as duas mulheres abordaram a margem do rio&amp;nbsp;transbordante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuvens formidandas coavam no céu os medonhos rugidos de trovões remotos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Derramava-se o Paraíba, em soberbo espetáculo de grandeza, dominando o vale extenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Maria pousou o olhar coruscante na mestiça humilhada e falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diga de quem são essas duas “crias” nascidas em minha ausência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De “Nhô” Zico “sinhá”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Miserável! – bradou a proprietária poderosa – meu filho não me daria semelhante desgosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negue essa infâmia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não posso! Não posso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A patroa encolerizada relanceou o olhar pela paisagem deserta e bramiu, rouquenha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca mais verá você essas crianças que odeio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah! “Sinhá” – soluçou a infeliz -, não me separe dos meninos! Não me separe dos meninos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo amor de Deus!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não quero você mais aqui e essas crias serão entregues à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não me expulse, “sinhá”! Não me expulse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desavergonhada, de hoje em diante você é livre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois de expressivo gesto para o companheiro, acentuou, irônica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Livre, poderá você trabalhar noutra parte para comprar esses rebentos malditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matilde sorriu, em meio do pranto copioso, e exclamou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ajude-me, “sinhá”... Se é assim, darei meu sangue para reaver meus filhinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Maria Augusta indicou-lhe o Paraíba enorme e sentenciou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está livre, mas fuja de minha presença. Atravesse o rio e desapareça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Sinhá”, assim não! Tenha piedade de sua cativa! Ai, Jesus! Não posso morrer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a um sinal da patroa, o capataz envilecido estalou o chicote no dorso da jovem, que&amp;nbsp;oscilou, indefesa, caindo na corrente profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Socorro! Socorro, meu Deus! Valei-me, Nosso Senhor! – gritou a mísera, debatendo-se nas&amp;nbsp;águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, daí a instantes, apenas um cadáver de mulher descia rio a baixo, ante o silêncio da&amp;nbsp;noite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cem anos passaram...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na antevéspera do Natal de 1956, Dona Maria Augusta Correia da Silva, reencarnada estava&amp;nbsp;na cidade de Passa-Quatro, no sul de Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostrava-se noutro corpo de carne, como quem mudara de vestimenta, mas era ela mesma,&amp;nbsp;com a diferença de que, ao invés de rica latifundiária, era agora apagada mulher, em&amp;nbsp;rigorosa luta para ajudar o marido na defesa do pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofria no lar as privações dos escravos de outro tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era mãe, padecendo aflições e sonhos... Meditava nos filhinhos, ante a expectação do Natal,&amp;nbsp;quando a chuva, sobre o telhado, se fez mais intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horrível temporal desabava na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alagara-se tudo em derredor da casa singela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pobre senhora, vendo a água invadir-lhe o reduto doméstico, avançou para fora, seguida&amp;nbsp;do esposo e das crianças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As águas, porém, subiam sempre em turbilhão envolvente e destruidor, arrastando o que se&amp;nbsp;lhes opusesse à passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da ex-fazendeira erguia-se um rio inesperado e imenso e, em dado instante,&amp;nbsp;esmagada de dor, ante a violenta separação do companheiro e dos pequeninos, tombou na&amp;nbsp;caudal, gritando em desespero:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Socorro! Socorro, meu Deus! Valei-me Nosso Senhor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, decorridos alguns momento, apenas um cadáver de mulher descia corrente a baixo,&amp;nbsp;ante o silêncio da noite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antiga sitiante do Vale do Paraíba resgatou o débito que contraíra perante a Lei.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação Do Blog Espiritismo Na Rede Baseado em texto do Livro Contos e Apologos- Irmão X&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-9167239381009523604?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/9167239381009523604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=9167239381009523604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9167239381009523604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9167239381009523604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/divida-e-resgate.html' title='DÍVIDA E RESGATE'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OQc0SI90ZT4/T0_Ezfi6xfI/AAAAAAAAEWI/zxhfJAjQTB8/s72-c/167148_130274407036371_100001614362524_193993_481110_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5054892117965826498</id><published>2012-03-01T06:23:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T06:23:04.443-08:00</updated><title type='text'>IDÉIAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AyfSjEiWXfo/T0-GOj8x2AI/AAAAAAAAEV4/5R-twZ17eP8/s1600/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" src="http://3.bp.blogspot.com/-AyfSjEiWXfo/T0-GOj8x2AI/AAAAAAAAEV4/5R-twZ17eP8/s320/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Otávio Pereira, antigo orientador da sementeira evangélica, presidia simpática associação&amp;nbsp;espiritista. Certa feita, violenta reação lhe assaltou a direção pacífica e produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Aquelas diretrizes “carro de boi” – criticavam alguns – não serviam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Era necessário criar vida nova, dentro da Instituição, projetando-a além das quatro paredes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– pontificavam outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Otávio é orientador antiquado – asseveravam muitos – e vive circunscrito a preces, passes,&amp;nbsp;comentários religiosos e sessões invariáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreendido, mas sereno, Pereira assentou medidas para a realização de uma assembléia,&amp;nbsp;onde os companheiros pudessem opinar livremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordava com os méritos do movimento e ele mesmo – repetia bondoso e humilde – seria&amp;nbsp;o primeiro a colaborar na renovação imprescindível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constituída a grande reunião, o velho condutor assumiu a presidência dos trabalhos e abriu o&amp;nbsp;debate franco, rogando aos amigos expusessem as idéias de que se faziam portadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro a falar foi o Senhor Fonseca que, enxugando frequentemente o suor da larga&amp;nbsp;testa, expôs o plano de um orfanato modelar, através do qual a agremiação pudesse&amp;nbsp;influenciar o ânimo do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finda a explanação veemente e florida, Pereira indagou, sem afetação, se o autor da idéia&amp;nbsp;estava disposto a dirigir-lhe a realização, mas Fonseca afirmou, sem preâmbulos, que não&amp;nbsp;contava com tempo para isso. Era empregado de uma companhia de seguros, e oito bocas,&amp;nbsp;em casa, aguardavam dele o pão de cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, levantou-se Dona Malvina e falou largamente sobre a conveniência de&amp;nbsp;fundarem uma escola, à altura moral da casa, com setores de alfabetização e ensino&amp;nbsp;profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpelada, porém, pelo orientador, quanto ao empenho de sua responsabilidade feminina&amp;nbsp;no empreendimento, exclamou, célere:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Oh! eu? que graça! Tenho idéias, mas não tenho forças... Sou uma pecadora, um Espírito&amp;nbsp;elinqüente! Não tenho capacidade para ajudar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após, toma a palavra o Senhor Fernandes, que encareceu a edificação de um&amp;nbsp;departamento para a cura de obsidiados; contudo, quando Pereira lhe pediu aceitasse a&amp;nbsp;incumbência da orientação, Fernandes explicou, desapontado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A idéia é minha, mas eu não disse que posso executá-la. Estou excessivamente fraco e,&amp;nbsp;além disso, sinto-me inapto. Sou um doente, e há muito tempo estou de pé, em razão do&amp;nbsp;socorro da Misericórdia Divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal havia terminado, ergueu-se o irmão Ferreira, que lembrou a organização de um trabalho&amp;nbsp;metódico de assistência aos enfermos e necessitados, com uma pessoa responsável e&amp;nbsp;abnegada à frente da iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pelo mentor da instituição foi consultado sobre as probabilidades de sua atuação&amp;nbsp;pessoal no feito em perspectiva, Ferreira informou, sem detença:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Minha idéia resultou de inspiração do Alto, entretanto, sou portador de um carma pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a resgatar muitos crimes de outras encarnações. Não posso, não tenho&amp;nbsp;merecimento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, de cérebro a cérebro, as idéias pululavam, sublimes e coloridas, entusiásticas e&amp;nbsp;fascinantes, mas, de boca em boca, as confissões de ineficiência se sucediam, multiformes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns se revelavam doentes, outros cansados, muitos se declaravam absorvidos de&amp;nbsp;inquietações domésticas e não poucos se diziam dominados por monstruosas imperfeições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assembléia parecia trazer fogo no raciocínio e gelo no sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os trabalhos atingiram a fase final, depois de compridas conversações, sem&amp;nbsp;proveito, Pereira, sorrindo, comentou breve :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Meus irmãos, nossa casa, sem dúvida, precisa movimentar-se, avançar e progredir;&amp;nbsp;entretanto, como poderá o corpo adiantar-se, quando as mãos e os pés se mostram inertes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos possuímos idéias fulgurantes e providenciais, todavia, onde está a nossa coragem de&amp;nbsp;materializá-las? Quando os membros se demoram paralíticos, o pensamento não faz outra&amp;nbsp;coisa senão imaginar, orar, vigiar e esperar... Sou o primeiro a reconhecer o imperativo de&amp;nbsp;nossa expansão, lá fora, no grande mundo das consciências, no entanto, até que sejamos o&amp;nbsp;conjunto harmonioso de peças vivas, na máquina da caridade e da educação, como veículos&lt;br /&gt;irrepreensíveis do bem, não disponho de outro remédio senão aguardar o futuro, no&amp;nbsp;Espiritismo das quatro paredes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, diante da estranha melancolia que dominou a sala, apagou-se o brilho faiscante das&amp;nbsp;idéias, sob o orvalho das lágrimas com que Pereira encerrou a sessão.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede baseado no texto do Livro Contos e Apologo- Irmão X&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5054892117965826498?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5054892117965826498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5054892117965826498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5054892117965826498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5054892117965826498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/ideias.html' title='IDÉIAS'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AyfSjEiWXfo/T0-GOj8x2AI/AAAAAAAAEV4/5R-twZ17eP8/s72-c/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5361765707899010038</id><published>2012-03-01T06:10:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T06:10:32.935-08:00</updated><title type='text'>O BENDITO AGUILHÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-A8zd8NwEtkg/T0-DPtojCjI/AAAAAAAAEVw/Nn8wo9L56oU/s1600/393532_2516278180731_1066519335_32726040_13834334_a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://4.bp.blogspot.com/-A8zd8NwEtkg/T0-DPtojCjI/AAAAAAAAEVw/Nn8wo9L56oU/s320/393532_2516278180731_1066519335_32726040_13834334_a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Atendendo a certas interrogações de Simão Pedro, no singelo agrupamento apostólico de&amp;nbsp;Cafarnaum, Jesus explicava solícito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Destina-se a Boa-Nova, sobretudo, à vitória da fraternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso Pai espera que os povos do mundo se aproximem uns dos outros e que a maldade seja&amp;nbsp;esquecida para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é justo combatam as criaturas reciprocamente, a pretexto de exercerem domínio indébito&amp;nbsp;sobre os patrimônios da vida, dos quais somos todos simples usufrutuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operemos, assim, contra a inveja que ateia o incêndio da cobiça, contra a vaidade que&amp;nbsp;improvisa a loucura e contra o egoísmo que isola as almas entre si....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a grande transformação não surgirá do inesperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santifiquemos o verbo que antecipa a realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pensamento bem conduzido e na prece fervorosa, receberemos as energias imprescindíveis&amp;nbsp;à ação que nos cabe desenvolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciência no ensino garantirá êxito à sementeira, a esperança fiel alcançará o Reino divino, e&amp;nbsp;a nossa palavra, aliada ao amor que auxilia, estabelecerá o império da infinita Bondade sobre o&amp;nbsp;mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sombras e moléstias por toda a parte, como se a existência na Terra fosse uma corrente de&amp;nbsp;águas viciadas. É imperioso reconhecer, porém, que, se regenerarmos a fonte, aparece&amp;nbsp;adequada solução ao grande problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restaurado o espírito, em suas linhas de pureza, sublimam-se-lhe as manifestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em face da pausa natural que se fizera, espontânea, na exposição do Mestre, Pedro interferiu,&amp;nbsp;perguntando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Senhor, as tuas afirmativas são sempre imagens da verdade. Compreendo que o ensino da&amp;nbsp;Bom-Nova estenderá a felicidade sobre toda a Terra...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No entanto, não concordas que as&amp;nbsp;enfermidades são terríveis flagelos para a criatura? E se curássemos todas as doenças? Se&amp;nbsp;proporcionássemos duradouro alívio a quantos padecem aflições do corpo? Não acreditas que,&amp;nbsp;assim instalaríamos bases mais seguras ao Reino de Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Filipe, ajuntou algo tímido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Grande realidade!... Não é fácil concentrar idéias no Alto, quando o sofrimento físico nos&amp;nbsp;incomoda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase impossível meditar nos problemas da alma, se a carne permanece abatida de&amp;nbsp;achaques...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros companheiros se exprimiram, apoiando o plano de proteção integral aos sofredores.&amp;nbsp;Jesus deixou que a serenidade reinasse de novo, e, louvando a piedade, comunicou aos amigos&amp;nbsp;que, no dia imediato, a título de experiência, todos os enfermos seriam curados, antes da&amp;nbsp;pregação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, no outro dia, desde manhãzinha, o Médico Celeste, acolitado pelos apóstolos, impôs&amp;nbsp;suas milagrosas mãos sobre os doentes de todos os matizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curso de algumas horas, foram libertados mais de cem prisioneiros da sarna, do cancro, do&amp;nbsp;reumatismo, da paralisia, da cegueira, da obsessão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enfermos penetravam o gabinete improvisado ao ar livre, com manifesta expressão de&amp;nbsp;abatimento, e voltavam jubilosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo reapareciam, de olhar fulgurante, restituídos à alegria, à tranqüilidade e ao movimento,&amp;nbsp;formulava Pedro o convite fraterno para o banquete da verdade e luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre, em breves instantes, falaria com respeito à beleza da Eternidade e à glória do Infinito;&amp;nbsp;demonstraria o amor e a sabedoria do Pai e descortinaria horizontes divinos da renovação,&amp;nbsp;desvendando segredos do Céu para que o povo traçasse luminoso caminho de elevação e&amp;nbsp;aperfeiçoamento na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alegres beneficiados, contudo, se afastavam céleres, entre frases apressadas de&amp;nbsp;agradecimento e desculpa. Declaravam-se alguns ansiosamente esperados no ambiente&amp;nbsp;doméstico e outros se afirmavam interessados em retomar certas ocupações vulgares, com&lt;br /&gt;urgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a cura da última feridenta, a vasta margem do lago contava apenas com a presença do&amp;nbsp;Senhor e dos doze aprendizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desagradável silêncio baixou sobre a reduzida assembléia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pescador de Cafarnaum endereçou significativo olhar de tristeza e desapontamento ao&amp;nbsp;Mestre, mas o Cristo falou compassivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pedro, estuda a experiência e aguarda a lição. Aliviemos a dor, mas não nos esqueçamos de&amp;nbsp;que o sofrimento é criação do próprio homem, ajudando-o a esclarecer-se para a vida mais alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sorrindo, expressivamente, rematou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A carne enfermiça é remédio salvador para o espírito envenenado. Se o bendito aguilhão da&amp;nbsp;enfermidade corporal é quase impossível tanger o rebanho humano do lodaçal da Terra para as&amp;nbsp;culminâncias do Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede baseado em texto do livro Contos e Apologos - Irmão X&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5361765707899010038?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5361765707899010038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5361765707899010038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5361765707899010038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5361765707899010038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/o-bendito-aguilhao.html' title='O BENDITO AGUILHÃO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-A8zd8NwEtkg/T0-DPtojCjI/AAAAAAAAEVw/Nn8wo9L56oU/s72-c/393532_2516278180731_1066519335_32726040_13834334_a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4965796151521680650</id><published>2012-03-01T05:31:00.000-08:00</published><updated>2012-03-01T05:31:28.225-08:00</updated><title type='text'>O SEBO DO EGOÍSMO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q-F_9G6CNxs/T096Hwsk10I/AAAAAAAAEVo/1jut3iNy1MY/s1600/190287_207385729274361_100000088065706_813153_3881565_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q-F_9G6CNxs/T096Hwsk10I/AAAAAAAAEVo/1jut3iNy1MY/s320/190287_207385729274361_100000088065706_813153_3881565_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“&lt;i&gt;Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama. Ele a coloca no candeeiro, a fim de que todos os que entram, vejam a luz.”&lt;br /&gt;Lc, 8:16&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O egoísmo está na origem, no miolo, de quase todos os males do mundo, e nem sempre é detectado, percebido, pela sutileza com que se apresenta, residindo aí um de seus grandes e tenebrosos perigos.&lt;br /&gt;E esse monstro feroz que habita nosso interior, se manifesta e se insinua de maneiras mais diversas, mais complexas, sendo refolhado para ser confundido, com virtudes como o zelo, a proteção, o amor. É o egoísmo um destruidor voraz de valores e princípios, e que merece de cada um, acurada atenção, por seu permanente efeito em nossas instâncias mais íntimas.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;E no espírita, consciente de sua enorme responsabilidade em poder carregar esse distintivo, avulta-se a vigilância ainda mais profunda, para que, perdidas as chances não sobrevenham à consciência, as sombras do remorso, do arrependimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Narro-lhes o fato que se passou comigo, ainda recentemente.&lt;br /&gt;Após concluir empreitada de visita a hospital em Belo Horizonte, onde, junto a dois luminares de elevada compleição moral, realizou-se o apoio ao retorno ao mundo etéreo de determinado amigo em Belo Horizonte, decidi, para matar a saudade, andar pelas ruas e avenidas de particular afeição, na capital mineira. Dispunha ainda de algum tempo, enquanto meus dois acompanhantes cumpriam outros afazeres, onde minha presença não era necessária.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Desci, com a alegria do reencontro, a avenida do hospital, em direção ao centro, parando um pouco no grande cenário verde, do parque onde andei tantas vezes, com alegria. Observei pessoas e lojas, marcas do progresso, e estendi olhar carinhoso ao prédio da antiga redação, ainda ali, renovando-lhe no sentimento, as luzes da gratidão e da alegria por serem capítulo especial na romagem carnal recém completada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Na esquina da Escola de Direito, ainda absorvendo os ares de uma saudade singela e agradável, meus sentidos se voltaram para um carrinho, rangente de pesado, puxado por um rapaz forte, moreno, suado, a subir em direção ao sindicato. O rude veículo estava atulhado de livros. Algumas abas de papelão em tiras mal postas, faziam a carroça balançar, contrariando as leis do equilíbrio, permitindo aos transeuntes uma interior torcida para que não caíssem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O sinal fechou, e a contragosto, o rapaz, fincando os suportes traseiros do carrinho no asfalto, resfolegante, parou. Com o impacto, parte da carga se espalhou pelo chão. Solidários, alguns passantes se apressaram em ajudar o moço. Foi aí que distingui no chão, um dos livros e consegui identificá-lo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tratava-se de “O Verbo e a Carne”, escrito brilhante de Júlio Abreu e Herculano Pires. Aproximei-me mais e constatei que toda aquela pilha era de livros espíritas. Antigos, porém bem conservados, alguns com capas de papel de presente, dando a perceber o carinho de seu ex-dono. Caminhei na leitura de títulos imponentes, obras doutrinárias, opúsculos valorosos, esparramados ali no asfalto e amontoados no improvisado transporte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Meus olhos perspassaram por autênticas jóias da literatura espírita, com obras conhecidas, algumas raras, provavelmente a maioria já fora de catálogo, não mais encontradiços, suplantados hoje pelo modismo dos romances ocos e das obras de perquirições fracionárias, seccionistas. Ali, jogados ao léu, senti-os humilhados, a caminho de algum sebo, dos lixões, na reciclagem da celulose. Tesouro perdido, agora sem valor pelo não uso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;E, não podem imaginar quanto, isso se repete de modo contumaz, repetido. Um amigo já me dissera: “as traças brasileiras são as mais espiritualizadas do planeta!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;É uma mania comum entre os espíritas esse apego, essa veneração aos livros, sendo muito constantes autênticas disputas domésticas pelo espaço reservado a eles, mesmo com o mofo e bolor, além dos cupins e as reclamações pertinazes e imperativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Posso, de cadeira, afiançar que esta é uma perversa forma de escravidão a um dos pelourinho do egoísmo, cujos agentes, ágeis, se apresentam como inclementes credores logo após nosso desligamento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O destino dos livros que lemos e temos deve ser as mãos e consciências de outros. E nesse universo devem estar, exatamente, aqueles que mais nos são agradáveis, úteis e caros. Tenho falado com amigos espíritas, agora e antes, de um propósito antigo, de se fazer uma grande feira, para que se esvaziem as prateleiras, os armários, e assim, muitos se livrem desses futuros dolorosos pesos, que se tornarão dívidas amargas, através de doações, trocas, intercâmbios. Não apologizo mais a formação das úteis, mas solitárias bibliotecas de empréstimos, visto que têm trazido, às casas, mais preocupação que benefícios. Exorto e conclamo sim, à cessão, à distribuição, a entrega fraterna, como a transferência de um bem precioso, como o são, para que possamos dessedentar nossos irmãos ávidos do saber elevado, colocando-os em contato com aquilo que nos ajudou a ser melhores, procedendo às corrigendas, evoluir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;De certa feita em meu querido “Célia” fui presenteado por um querido irmão, de um exemplar de uma das mais recentes, à época, obras de Emmanuel, colhida por nosso amado Chico Xavier, -Palavras de Vida Eterna-.A dedicatória era efusiva e carinhosa.&lt;br /&gt;Após a reunião, abordado por um assistente vindo de área suburbana, foi-me solicitada uma ajuda a um núcleo espírita, que engatinhava em sua formação. Juntei mensagens, velhas publicações do Reformador, quatro das principais obras da Codificação de Kardec, e num impulso, retirando a amável mensagem do ofertante, coloquei o livro, presenteado pouco antes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A alegria do que recebia foi pronta, vivaz. Seu entusiasmo e gratidão só não foram superiores à grande surpresa que tive ao voltar de minha jornada terrena, quando, apresentados a mim os resultados de minha longeva permanência, pude constatar, na limitada faixa do saldo positivo, uma seqüência volumosa de créditos e comendas espirituais, vindos de pessoas desconhecidas, com quem, de memória, jamais contatei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Fui informado de que eram, na maioria, seres que tiveram a vida transformada, substancialmente mudada, numa casa espírita de uma comunidade de tugúrios, nascida sob a semente de livros que eu doei, dentre os quais aquele “livro novo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O bom livro é uma lâmpada, e tê-lo, um compromisso. Retê-lo, uma falha. Compromissos têm duas conseqüências: dívidas ou créditos. Tenho assistido pesaroso, a muitos irmãos queridos, mesmo pródigos em conquistas, experimentando sofrimentos atrozes, por não terem compartilhado a contento, seus conhecimentos e aprendizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Muitos ainda percorrem os úmidos e escuros corredores e estantes, em busca de livros, lições não apreendidas. Não os encontram nas mãos dos que lendo-os, doutrinam (-se), mas nos monturos dos inservíveis, no lixo. São os que não entenderam que o melhor destino do livro é o de se dissolver de tanto ser compulsado, como o da vela, que se consome, iluminando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Martins Peralva – espírito-&amp;nbsp;Mensagem recebida, em sessão pública no Celest- Centro Espírita Luz na Estrada- Castanheiras- Sabará, pelo médium Arael Magnus, em 27 de Setembrode 2009)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4965796151521680650?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4965796151521680650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4965796151521680650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4965796151521680650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4965796151521680650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/03/o-sebo-do-egoismo.html' title='O SEBO DO EGOÍSMO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Q-F_9G6CNxs/T096Hwsk10I/AAAAAAAAEVo/1jut3iNy1MY/s72-c/190287_207385729274361_100000088065706_813153_3881565_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2806352231464207150</id><published>2012-02-29T16:39:00.001-08:00</published><updated>2012-02-29T16:40:30.942-08:00</updated><title type='text'>A DIFERENÇA ENTRE  O PARAÍSO E O INFERNO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BIKRwGLII-Y/T07ExmfgbXI/AAAAAAAAEVQ/iLHizLs3k7A/s1600/natureza.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-BIKRwGLII-Y/T07ExmfgbXI/AAAAAAAAEVQ/iLHizLs3k7A/s320/natureza.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando, de repente, surgiu diante dele um dos maiores poetas de todos os tempos — Virgílio. O homem tomou o maior susto de sua vida e começou a tremer sem parar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Virgílio disse ao apavorado colega: — 'Tua alma está tomada pela covardia, que tantas vezes pesa sobre os homens, os afastando de nobres empreendimentos, como uma besta assustada pela própria sombra.' Mas, o destino estava sorrindo para ele, explicou Virgílio, pois tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Paraíso e do Inferno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizando seus poderes místicos, Virgílio transportou o poeta — ainda apavorado com tão insólita experiência — ao velho e mítico rio de águas pantanosas e cinzentas que circundava o submundo: O 'Rio Aqueronte'. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno, já que 'Caronte' não se encontrava por ali. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e de enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida em que se aproximavam de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e de ranger de dentes. 'Gritos de mágoa, brigas, queixas iradas em diversas línguas formavam um tumulto que tinha o som de uma ventania.'&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ao contornarem as rochas, depararam-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada uma segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Entretanto, devido ao tamanho da mesa e por serem as colheres muito grandes e com cabos três vezes mais compridos do que os braços das pessoas que as usavam, estas ficavam impedidas de alcançar a panela no centro da mesa. Isto tornava impossível, para qualquer uma daquelas pessoas famintas, de levar a comida à boca. Havia muita luta e imprecações, enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta ficou muito abalado com a terrível cena. Fechando os olhos, suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio orientou o poeta como chegar até o Paraíso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles haviam acabado de visitar. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Novamente, Virgílio conduziu-o por uma trilha onde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e de arbustos. Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar: grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar é que as pessoas deste segundo grupo estavam usando suas colheres para alimentar umas às outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2806352231464207150?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2806352231464207150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2806352231464207150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2806352231464207150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2806352231464207150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/diferenca-entre-o-paraiso-e-o-inferno.html' title='A DIFERENÇA ENTRE  O PARAÍSO E O INFERNO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BIKRwGLII-Y/T07ExmfgbXI/AAAAAAAAEVQ/iLHizLs3k7A/s72-c/natureza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4241776375816664196</id><published>2012-02-29T16:24:00.002-08:00</published><updated>2012-02-29T16:25:37.569-08:00</updated><title type='text'>O SÁBIO SAMURAI</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WyC8KzQ_XvU/T06_943lHMI/AAAAAAAAEVI/hsTJ33qXft8/s1600/chama+violeta01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-WyC8KzQ_XvU/T06_943lHMI/AAAAAAAAEVI/hsTJ33qXft8/s320/chama+violeta01.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;— Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;**** &amp;nbsp; &amp;nbsp;***** &amp;nbsp; ****&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nós recebemos estes presentes todos os dias , o que temos que entender é que cada um dá rigorosamente o que tem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4241776375816664196?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4241776375816664196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4241776375816664196' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4241776375816664196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4241776375816664196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-sabio-samurai.html' title='O SÁBIO SAMURAI'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WyC8KzQ_XvU/T06_943lHMI/AAAAAAAAEVI/hsTJ33qXft8/s72-c/chama+violeta01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1666066868221755475</id><published>2012-02-29T16:12:00.000-08:00</published><updated>2012-02-29T16:12:42.588-08:00</updated><title type='text'>O LENHADOR E A RAPOSA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UNnFFwA30SM/T06-7zP-QoI/AAAAAAAAEVA/GCq5xFMVYZs/s1600/lua+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" src="http://4.bp.blogspot.com/-UNnFFwA30SM/T06-7zP-QoI/AAAAAAAAEVA/GCq5xFMVYZs/s320/lua+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação Blog Espiritismo Na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1666066868221755475?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1666066868221755475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1666066868221755475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1666066868221755475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1666066868221755475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-lenhador-e-raposa.html' title='O LENHADOR E A RAPOSA'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UNnFFwA30SM/T06-7zP-QoI/AAAAAAAAEVA/GCq5xFMVYZs/s72-c/lua+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4436545343580724820</id><published>2012-02-29T16:07:00.000-08:00</published><updated>2012-02-29T16:07:27.078-08:00</updated><title type='text'>POR QUE AS PESSOAS SOFREM?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V6FoqKPLXeE/T069gtlUeSI/AAAAAAAAEU4/ub8AyiChhh0/s1600/206829_201702679850672_100000328237323_641300_3909851_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-V6FoqKPLXeE/T069gtlUeSI/AAAAAAAAEU4/ub8AyiChhh0/s320/206829_201702679850672_100000328237323_641300_3909851_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;— Vó, por que as pessoas sofrem?&lt;br /&gt;— Como é, minha neta?&lt;br /&gt;— Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?&lt;br /&gt;— Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.&lt;br /&gt;—Vó...&lt;br /&gt;—Oi...&lt;br /&gt;— Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.&lt;br /&gt;— É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?&lt;br /&gt;—Não, Vovó.&lt;br /&gt;— Você lembra da estorinha do Patinho Feio?&lt;br /&gt;— Lembro.&lt;br /&gt;— Então... o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;— O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?&lt;br /&gt;— Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;— É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?&lt;br /&gt;— É por isso! Viu como você é esperta?&lt;br /&gt;— Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?&lt;br /&gt;— Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?&lt;br /&gt;—O que?&lt;br /&gt;— Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.&lt;br /&gt;— Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?&lt;br /&gt;— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.&lt;br /&gt;— É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?&lt;br /&gt;— Não entendi, minha filha?&lt;br /&gt;— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...&lt;br /&gt;— Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?&lt;br /&gt;— Todos nós somos, querida. Em parte.&lt;br /&gt;— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?&lt;br /&gt;— Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.&lt;br /&gt;— E aí viramos cisnes?&lt;br /&gt;— Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.&lt;br /&gt;— Aonde você vai?&lt;br /&gt;— Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!&lt;br /&gt;A boa vovó apenas sorriu!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação Blog Espiritismo Na Rede&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4436545343580724820?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4436545343580724820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4436545343580724820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4436545343580724820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4436545343580724820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/por-que-as-pessoas-sofrem.html' title='POR QUE AS PESSOAS SOFREM?'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-V6FoqKPLXeE/T069gtlUeSI/AAAAAAAAEU4/ub8AyiChhh0/s72-c/206829_201702679850672_100000328237323_641300_3909851_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2637294248255710031</id><published>2012-02-29T16:02:00.000-08:00</published><updated>2012-02-29T16:02:51.398-08:00</updated><title type='text'>A VERDADE E A PARÁBOLA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FMlUalq1DKI/T068j6QI-dI/AAAAAAAAEUw/6Gmpe_3vNr4/s1600/168721_187213194645519_100000705182448_509509_5185823_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://1.bp.blogspot.com/-FMlUalq1DKI/T068j6QI-dI/AAAAAAAAEUw/6Gmpe_3vNr4/s320/168721_187213194645519_100000705182448_509509_5185823_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto!— respondeu a amargurada Parábola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Redação do Blog Espiritismo na Rede Baseado em conto Judaico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2637294248255710031?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2637294248255710031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2637294248255710031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2637294248255710031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2637294248255710031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/verdade-e-parabola.html' title='A VERDADE E A PARÁBOLA'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FMlUalq1DKI/T068j6QI-dI/AAAAAAAAEUw/6Gmpe_3vNr4/s72-c/168721_187213194645519_100000705182448_509509_5185823_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4262070351519085723</id><published>2012-02-29T06:15:00.000-08:00</published><updated>2012-02-29T06:15:34.075-08:00</updated><title type='text'>A vida depois da vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--9AKdwcw62E/T04y7SEJoLI/AAAAAAAAEUk/ehJq6zOkOPg/s1600/vidadepoisvida.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://2.bp.blogspot.com/--9AKdwcw62E/T04y7SEJoLI/AAAAAAAAEUk/ehJq6zOkOPg/s320/vidadepoisvida.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A revista Veja, um dos periódicos mais admirados de nosso País, perdeu excelente oportunidade de mostrar seu respeito à verdade quando escalou o jornalista André Petry, seu correspondente em Nova York, para tratar do tema que dá título a este texto, fato que se deu em sua edição de 15/2/2012, em uma extensa reportagem que se inicia, no entanto, com uma afirmação no mínimo infeliz: “Nos 50.000 anos de história humana na Terra, jamais surgiu prova de que a morte não é o fim da linha, mas nunca deixamos de acreditar nessa possibilidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que prova o jornalista se refere?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia não lhe serve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso sirva, poderíamos citar aqui, de memória, a aparição de Samuel ao rei Saul, a visita de Elias e Moisés a Jesus e a própria aparição do Cristo aos seus discípulos, horas depois de ter sido declarado morto e sepultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Servem as comunicações recebidas por Chico Xavier?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As centenas de mensagens de pais e mães que reencontraram seus filhos de nada valem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De algum valor têm para o jornalista os relatos do dr. Raymond Moody Jr. ou os da dra. Elisabeth Kübler Ross?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lhe serve, porventura, o depoimento do padre François Brune expresso em obras em que ele atesta, com base em fatos, que os mortos nos falam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que nada disso serve para o sr. André Petry, que certamente entende, como muitas pessoas gostam de dizer, que somente a Ciência é que pode dar a esse respeito o veredicto definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a que Ciência ele se refere?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À Física, à Biologia, à Química, à Medicina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas disciplinas ditas científicas alguma vez se interessaram em pesquisar realmente o fenômeno da morte e a sobrevivência post mortem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estão publicados os resultados dessas pesquisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor sabe, porém, que para crer que a vida continua além-túmulo não é preciso que a Ciência venha nos dizer. Esta é outra tolice própria de quem escreve sobre assunto que não conhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas pessoas adquiriram essa convicção – não simplesmente fé – em função de uma ocorrência trivial!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lombroso era cético, mas não aguentou quando viu o Espírito de sua própria mãe abraçá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Londrina, um conhecido e respeitado doutor em Matemática, ateu e materialista, transformou-se quando deparou o próprio sogro materializado, na sala de sua casa, por três vezes, até que na terceira vez caminhou e o abraçou. Desaparecia ali o materialista, nascia um novo espírita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito do tema, é sempre bom lembrar as sábias palavras de Allan Kardec:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Diz-se vulgarmente que a fé não se prescreve, donde resulta alegar muita gente que não lhe cabe a culpa de não ter fé. Sem dúvida, a fé não se prescreve, nem, o que ainda é mais certo, se impõe. Não; ela se adquire e ninguém há que esteja impedido de possuí-la, mesmo entre os mais refratários. Falamos das verdades espirituais básicas e não de tal ou qual crença particular. Não é à fé que compete procurá-los; a eles é que cumpre ir-lhe ao encontro e, se a buscarem sinceramente, não deixarão de achá-la.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, item 7.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso pode, sim, a Ciência ajudar, mas a Filosofia e a Religião também podem, sendo certo que muitos – como ocorreu com Lombroso e o matemático a que nos referimos – chegaram a ela por meio dos fatos, sem que ninguém tivesse exercido influência para isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista de Veja repete, em verdade, um chavão que é bem caro aos materialistas em geral, mas a repetição de ideias assim revela tão-somente ignorância das pesquisas e dos trabalhos que, no campo dos fenômenos psíquicos, foram realizados nos dois últimos séculos, notadamente na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro intitulado Por que creio na imortalidade da alma, obra de 1929, traduzida para o nosso idioma por Francisco Klörs Werneck, Sir Oliver Lodge faz observações sobre o comportamento dos que negam os fatos baseados simplesmente em preconceito. Segundo ele, os homens de ciência não têm senão um “conhecimento parcial e imperfeito dos fatos”, do que se deriva sua descrença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 12 de junho de 1851 em Penkhull, Sttafordshire, Inglaterra, Lodge desencarnou a 22 de agosto de 1940, aos 89 anos de idade, em Amesbury, Wiltshire, em seu país natal. Sua vida pode ser dividida em duas partes distintas. Até aos 56 anos de idade, granjeou fama mundial como professor e inventor, notadamente no campo da radiotelegrafia. Educado na GrammarSchool, de Newport, e no University College, de Londres, especializou-se em Física. Professor emérito, foi feito cavaleiro pelo rei Eduardo VII, em 1902, e recebeu  grau de doutor em Ciências por sete Universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventor do “coherer”, o primeiro detector de ondas a ser usado, de relevante papel na telegrafia sem fio, foi ele o primeiro cientista a enviar mensagens pelo telégrafo sem fio, em 1894, antes de Marconi ter-se ocupado do assunto. E uma de suas maiores glórias foi a descoberta das ondas hertzianas e o modo de detectá-las, descoberta que foi efetuada por Hertz quase que simultaneamente, razão pela qual elas ficaram associadas ao nome de Hertz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1901 a 1903, já estudioso dos fenômenos espíritas, presidiu a Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, havendo realizado numerosas experimentações com os médiuns Verall e Leonora Piper e assistido, em 1894, com Charles Richet, a algumas das célebres sessões de efeitos físicos de Eusápia Paladino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As provas que Oliver Lodge obteve da sobrevivência e comunicação de seu filho Raymond foram das mais robustas, e tão evidentes, que deram origem ao livroRaymond, traduzido para o português pelo escritor Monteiro Lobato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psiquista convicto e erudito, Oliver Lodge, como tantos outros cultores do Psiquismo Transcendental, admitia a existência da alma, a sua preexistência ou sobrevivência, e a fenomenologia espírita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atestando sua convicção na imortalidade em diversas obras, como A Sobrevivência Humana, A Formação do Homem e Raymond, Lodge declarou, com toda a clareza, na última referida: “Jamais ocultei minha crença de que a personalidade não só persiste, como ainda continua mais entrosada ao nosso viver diário do que geralmente o supomos; de que não há nenhuma solução de continuidade entre os vivos e os mortos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na introdução ao livro Por que creio na imortalidade da alma, Lodge afirma: “Conheço o peso da palavra ‘fato’ na Ciência e digo, sem hesitação, que a continuidade individual e pessoal é para mim um fato demonstrado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ao jornalista André Petry o depoimento de Oliver Lodge não tem maior importância, que tal examinar as experiências de outro físico britânico – Sir William Crookes – que pesou, auscultou, fotografou o Espírito materializado de Katie King e apresentou o relatório de suas pesquisas à Associação Britânica de Ciências, sobre as quais, vinte anos depois, declarou: “Jamais tive que mudar de ideia a tal respeito. Estou perfeitamente satisfeito do que disse nos primeiros dias. É muito certo que um contacto foi estabelecido entre este mundo e o outro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta à pergunta se o Espiritismo não havia liquidado o velho materialismo dos cientistas, acrescentou: “Penso que sim. Pelo menos ele convenceu a maioria do povo, que sabe alguma coisa relativa à existência do outro mun­do”. (The International Psychic Gazette, Dezembro, 1917, 61-2.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeito com os dois sábios britânicos, a revista Veja poderia ao menos consultar o livro História do Espiritismo, escrito por Arthur Conan Doyle, no qual o leitor isento de preconceito verá que os fenômenos comprobatórios da imortalidade da alma foram objeto de atenção dos sábios mais ilustres do mundo, tais como Gully, Elliotson, Challis, Morgan, Wallace, Varley, Lombroso, Zöellner, Carl du Prel, Charles Richet, Aksakof, Rochas e muitos outros, além de Crookes e Lodge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No prefácio do livro Researches in the phenomena of the spiritualism, de 1874, Oscar D´Argonell escreveu: “A existência da alma, que era apresentada como um dogma de fé por todas as religiões e que a filosofia nos mostrava por palavras, é hoje, graças ao Espiritismo, uma verdade científica. Atualmente os sábios dizem que a alma existe porque a veem e tocam, conversam com ela e lhe tiram o retrato. A prova científica da existência da alma e da sua comunicação conosco é o legado mais brilhante que o presente século vai deixar ao vindouro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que a revista Veja não tenha tido conhecimento disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Carlos Barros Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4262070351519085723?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4262070351519085723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4262070351519085723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4262070351519085723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4262070351519085723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/vida-depois-da-vida.html' title='A vida depois da vida'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--9AKdwcw62E/T04y7SEJoLI/AAAAAAAAEUk/ehJq6zOkOPg/s72-c/vidadepoisvida.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8097351790701550679</id><published>2012-02-28T09:37:00.001-08:00</published><updated>2012-02-28T09:37:41.283-08:00</updated><title type='text'>O ACIDENTE PROVIDENCIAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wH2yA9LDjy8/T00QyIGlPTI/AAAAAAAAEUc/l5lDLR_MkSM/s1600/mangueira.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-wH2yA9LDjy8/T00QyIGlPTI/AAAAAAAAEUc/l5lDLR_MkSM/s1600/mangueira.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Martinho Sousa era rapaz inteligente, muito culto, mas excessivamente confiado a idéias fixas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após firmar esse ou aquele ponto de vista, não cedia a ninguém no campo da opinião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renovava os pareceres que lhe eram peculiares somente à força de fatos e, assim mesmo, apenas quando os acontecimentos lhe ferissem os olhos. Declarava-se absoluto nas interpretações e, rebelde, brandia pesada argumentação sobre quantos lhe não aderissem ao modo de ver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de semelhantes características, foi colhido na trama sutil de terrível obsessão. A influenciação deprimente das entidades infelizes envolveu-lhe o campo mental em rede extensa de vibrações perturbadoras. E o desequilíbrio psíquico progrediu singularmente, senhoreando-lhe o sistema nervoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desventurado amigo começou por abandonar o trabalho diuturno, recolhendo-se ao ambiente domestico, onde se consagrou ao exame particularizado do próprio caso, enquanto se alarmavam a esposa e os filhos pequeninos do casal... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martinho alimentava conversações estranhas, gesticulava a esmo, esbugalhava os olhos como se fixasse horrendas paisagens, dominado de incoercível pavor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não chegava a identificar as sombras que o cercavam, ameaçadoras e inflexíveis na perseguição sem tréguas; no entanto, assinalava-lhes a presença e captava-lhes os pensamentos sinistros, em forma de cruéis sugestões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atacado de insônia insistente, não se aquietava senão durante alguns minutos, pela madrugada, para o descanso corporal, gastando as horas em movimentação anormal e excitante, através dos aposentos, ao jardim e do quintal, errando sempre, obcecado por invisíveis malfeitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando em quando, alguém comentava a situação, convidando-o a estudar a suposta enfermidade, à luz do Espiritismo renovador, mas o teimoso doente se retraía nas interpretações científicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratava-se, dizia ele convicto, de choques sucessivos no sistema nervoso, agravados por uma avitaminose significativa. Além disso, acrescentava, padecia enorme deficiência no pâncreas. Não se lhe processava a nutrição com a regularidade devida e via-se esgotado em vista da assimilação imperfeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os companheiros de luta, interessados em seu bem-estar, não conseguiam demovê-lo. O obsidiado tecia longas considerações de natureza técnica e relacionava diagnósticos complicados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lia, atencioso, as anotações médicas, referentemente aos sintomas que lhe diziam respeito e, para refutar os amigos, trazia à conversação, exasperado e irritadiço, textos e gravuras de natureza científica para exaltar os próprios males. Agravava-se-lhe o tormento dia a dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, atingira Martinho perigosa posição mental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os adversários de sua paz subtraíram-no, quase totalmente, à alimentação e acentuaram-lhe as preocupações na vigília enfermiça. Horas a fio mantinha-se na estranha contemplação de paisagens horríveis, na tela escura do pensamento atormentado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piorando-se-lhe a situação, os benfeitores espirituais, que por ele se interessavam, multiplicaram recursos de salvação, mobilizando novos colaboradores encarnados, de maneira indireta, que passaram a visitar o enfermo por verdadeiros emissários da solução &lt;br /&gt;indispensável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram portadores de consolação, remédio, esclarecimento e luz; entretanto, o doente não se abria ao socorro que se lhe dispensava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastaria escutar calmamente a leitura de algumas páginas espiritualizantes e encontraria em si mesmo o recurso à reação; todavia, negava-se ele, impaciente e menos delicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Influências de ordem psíquica? – indagava, exaltado, aos visitantes – é rematada maluquice de vocês. Sou vítima de exaustão geral por falta de suprimento vitaminoso adequado. Estou arrasado. Tenho o fígado apático, os rins intoxicados e os intestinos inertes... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estendendo o braço magríssimo, na direção dum velhinho prestimoso que o visitava com freqüência, exclamava, estentórico: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E o senhor, “seu” Luís, ainda me vem falar de atuação do outro mundo?! Não será ironia de sua parte? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silenciavam os circunstantes, desapontados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Vilela, o ancião citado nominalmente pelo enfermo, traduzindo o pensamento de abnegados mentores invisíveis, retrucava sem irritação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Deveria você, Martinho, acalmar-se convenientemente para o exame das necessidades próprias. Como julgar, com tanto rigor, princípios edificantes e curativos que você absolutamente não conhece? Não devemos condenar sem base firme. Não sabe a quantos distúrbios pode ser conduzido um homem, sob perseguições ocultas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o seu estado de agora impede a leitura meditada; entretanto, proponho-me a ler para os seus ouvidos e a prestar os esclarecimentos que se fizerem indispensáveis. Creio aprenderá você, desse modo, a consolidar as próprias energias e a refletir com mais clareza, repelindo as sugestões inferiores, mesmo porque, meu amigo, em qualquer processo de remediar a saúde do corpo, é imperioso sanear a mente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rebelde obsidiado, porém, não atendia. Não se detinha convenientemente nem mesmo para registrar as considerações de ordem afetiva. Andava, nervosamente, dum lado para outro, torcendo as mãos ou gesticulando sem propósito, gritando blasfêmias e queixas. Não aparecia recurso com que se pudesse sossegá-lo no leito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase desalentados, consultavam-se os amigos entre si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não só no círculo dos encarnados sobravam as preocupações. Os enfermeiros espirituais partilhavam aflições e receios. Martinho não oferecia campo adequado ao entendimento e, por essa razão, os algozes intangíveis ganhavam terreno franco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosseguia o perigoso impasse, quando, certa noite, um dos verdugos sugeriu ao doente a idéia de galgar a velha mangueira do quintal, no sentido de respirar atmosfera mais pura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O doente assimilou a idéia, encantado, sem perceber que o inimigo intentava precipitá-la ao solo, em queda espetacular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebeu o alvitre capcioso e gostou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardaria as primeiras horas da madrugada, quando a pequena família descansasse nos domínios do sono. Procuraria o ar rarefeito na copa da árvore antiga. Possivelmente conquistaria forças novas ao contacto das mais altas correntes atmosféricas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecendo-lhe a disposição firme na execução do projeto, alguns colaboradores espirituais buscaram o diretor de suas atividades, a fim de traçarem normas para socorro urgente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe, contudo, ponderou, muito calmo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não podemos violentar o nosso Martinho no que se reporta à preferência individual. Se ele estima a orientação dos que lhe tramam a perda, como evitar que sofra as conseqüências justas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemo-la confiar-se à dolorosa prova. Talvez esteja dentro dela a chave da solução que ambicionamos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efetivamente, ao raiar do dia, o enfermo sofreu desastrosa queda de grande altura, após escalar, facilmente, a velha mangueira escorregadia e muito alta. Aos gritos de dor, foi socorrido pelos familiares e companheiros inquietos. Em seguida, veio o médico que o amarrou no leito para a restauração de ambas as pernas quebradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que Martinho Sousa, imobilizado no gesso, pôde ouvir a leitura reconfortante de Luís Vilela, partilhar os serviços de oração e receber passes curativos, libertando-se da obsessão terrível e insidiosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transcorridas algumas semanas, quando conseguiu locomover-se, era outro homem. Sua queda da mangueira fora o remédio providencial. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Redação Blog Espiritismo Na Rede baseado no livro Pontos e Contos - irmão X&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8097351790701550679?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8097351790701550679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8097351790701550679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8097351790701550679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8097351790701550679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-acidente-providencial.html' title='O ACIDENTE PROVIDENCIAL'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wH2yA9LDjy8/T00QyIGlPTI/AAAAAAAAEUc/l5lDLR_MkSM/s72-c/mangueira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2273130583797165652</id><published>2012-02-28T09:22:00.004-08:00</published><updated>2012-02-28T09:22:28.456-08:00</updated><title type='text'>O TESTEMUNHO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sZsMK_0iCaU/T00M06GpWDI/AAAAAAAAEUU/95gTsU_qO50/s1600/testemunho.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-sZsMK_0iCaU/T00M06GpWDI/AAAAAAAAEUU/95gTsU_qO50/s1600/testemunho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um santo homem repousava, junto a velho poço, em Cesaréia, quando se aproximaram dele alguns jovens aprendizes do Evangelho, rogando-lhe esclarecimentos sobre o testemunho a que se referem todos os orientadores da virtude cristã, na preparação espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ancião fez um gesto de bênção e falou sem preâmbulos : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Um devotado judeu convertido à Boa Nova resolveu transportar a palavra do Senhor para certa &amp;nbsp;comunidade rural da antiga Fenícia, onde residia, no intuito de guiar corações amigos, das trevas para a luz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inflamado de entusiasmo, saiu de Jerusalém para a nova pátria que adotara, após recolher os &amp;nbsp;ensinamentos do Messias, através dos apóstolos, em ambiente familiar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mente modificada e coração refeito, passou a ensinar as verdades novas, sem perder o calor da fé, ante a gelada indiferença de velhos companheiros de luta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém queria saber de perdoar inimigos ou auxiliá-los e muito menos de lançar mão dos próprios haveres, em favor da fraternidade e, por isto, o pobre doutrinador foi insultado e apedrejado em praça pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decorrido longo tempo de esforço inútil, deliberou transferir-se para aldeia próspera, situada às margens do Eufrates, onde contava com diversos amigos, e pôs-se a caminho, sem vacilar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguia estrada fora, de pensamento voltado para o céu todo azul e ouro, agradecendo ao Mestre a bênção das flores e das brisas que lhe adocicava a marcha, quando, a certa altura de zona &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pantanosa, surpreendeu ardiloso crocodilo que, sorrateiro e voraz, rastejava ao seu encontro. Compreendeu a extensão do perigo e tentou evitá-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuou, instintivamente; todavia, dois temíveis animais da mesma espécie buscavam atacá-la pela retaguarda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que, não longe, existia pequena cabana a que poderia abrigar-se e deu-se pressa em alcançá-la; atingindo-a, porém, reparou, surpreendido, que a choça fora incendiada por anônimo delinqüente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurou a margem de grande canal próximo, onde pequena ponte lhe proporcionaria passagem para outro lado da região; entretanto, a ponte rústica fora arrebatada por inundações recentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há esse tempo, outros crocodilos se haviam agregado aos três primeiros e o viajor, apavorado, no intuito de preservar-se, encaminhou-se para uma cova antiga não muito distante; contudo, ao abordá-la, notou que enorme serpente lhe ocupava o fundo, apresentando-lhe agressiva cabeça. Atordoado, dirigiu-se para duas árvores aparentemente vigorosas e tentou escapar, através de uma delas, mas, em poucos segundos, o vegetal tombou fragorosamente, restituindo-o ao chão; escalou a segunda e repetiu-se a experiência. As raízes haviam sido destruídas por vermes invasores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrou-se o convertido de certo montículo de pedras e, concluindo que algo devia possuir para &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;defender-se convenientemente, correu a buscá-lo; no entanto, somente encontrou sinais de trabalhadores que, sem dúvida, as teriam transportado para alguma construção das adjacências Ávido, buscou algum elemento para a defensiva natural; todavia, o terreno fora lavado por chuvas copiosas e não viu sequer a mais leve acha de lenha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desacoroçoado, subiu pequena eminência, com a intenção de despejar-se em algum vale, mas, alcançando o topo, descortinou simplesmente o abismo e compreendeu que o abismo significava a morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, aquele homem que tanto se torturara, fitou o céu, ajoelhou-se e, ante as feras que se aproximavam, clamou, confiante: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Mestre, cumpram-se no escravo os desígnios do Senhor! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto da experiência, o discípulo, espantado, lobrigou tênue neblina, da qual, numa reduzida fração de minuto, emergiu o próprio Jesus, radiante e belo, que lhe disse, bondoso: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não temas! Estou aqui. A minha graça te basta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forte ventania soprou, célere, e os ferozes sáurios recuaram assombrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O narrador fez demorada pausa e concluiu : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Todos os seguidores do Senhor encontrarão adversários na senda de purificação... Quanto mais adiantado o curso em que se encontram, maior é o número de testemunhos e de lições, porque as dificuldades, obstáculos, perseguições e incompreensões são sempre feras simbólicas. Há discípulos que encontram um crocodilo por ano, outros recebem um crocodilo mensal ou semanal e muitos existem que são defrontados por uma romaria de crocodilos de hora &lt;br /&gt;em hora, dependendo as experiências do avanço levado a efeito... Nesses momentos preciosos e importantes, contudo, não vale qualquer recurso à proteção das forças exteriores, porque, na escola divina da ascensão, cada aprendiz deverá encontrar o socorro, a resposta ou a solução, dentro de si mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E antes que os jovens formulassem as novas indagações que lhes assomavam à boca, o velhinho ergueu-se, arrimou-se a humilde bordão, despediu--se e seguiu para a frente... &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede baseado no Livro Pontos e Contos - Irmão X&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2273130583797165652?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2273130583797165652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2273130583797165652' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2273130583797165652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2273130583797165652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-testemunho.html' title='O TESTEMUNHO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sZsMK_0iCaU/T00M06GpWDI/AAAAAAAAEUU/95gTsU_qO50/s72-c/testemunho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6963285516034412674</id><published>2012-02-27T16:45:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T16:45:58.437-08:00</updated><title type='text'>Amor que não acaba</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CIoxdu3wNNs/T0wjr5zzYOI/AAAAAAAAEUM/ItR3ciFPpMo/s1600/385956_261714093891210_157842324278388_764620_1698233976_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-CIoxdu3wNNs/T0wjr5zzYOI/AAAAAAAAEUM/ItR3ciFPpMo/s1600/385956_261714093891210_157842324278388_764620_1698233976_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Até que ponto vai a capacidade de amar do ser humano? Quanto tempo dura o amor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um poeta da música disse, certa vez, que o amor é eterno enquanto dure.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E todos os desiludidos, os traídos e abandonados têm impressões muito próprias a respeito do amor, onde a tônica principal é de que amor eterno não existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Contradizendo tudo isso, alguns fatos, que a mídia televisiva ou impressa nos traz, afirmam que o amor verdadeiro é uma sinfonia inigualável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Foi com esse sentimento que Chris Medina, um rapaz de vinte e sete anos, se apresentou em um programa de talentos, cantando uma música de sua autoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os versos diziam mais ou menos assim:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Onde quer que você esteja, estou perto. Em qualquer lugar que você vá, eu estarei lá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Toda vez que sussurrar meu nome, você verá como mantenho cada promessa. Que tipo de cara eu seria se fosse embora, quando você mais precisasse de mim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O que são palavras se você realmente não acredita nelas quando as diz? Se são apenas para os bons momentos, então elas nada são.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando há amor, se diz em voz alta e as palavras não vão embora. Elas vivem mesmo quando partimos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Eu sei que um anjo foi enviado apenas para mim. Sei que devo estar onde estou. E vou permanecer ao seu lado esta noite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nunca partiria quando você mais precisa de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Vou manter meu anjo perto para sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ele não conseguiu vencer todas as etapas do concurso, sendo eliminado, em determinada fase, mas sua história levou às lágrimas os jurados e o público presente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Porque a sua composição retrata exatamente o seu drama e sua decisão pessoal. É uma verdadeira declaração de amor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ele estava noivo e há dois anos pediu em casamento Juliana Ramos. A jovem bela, entusiasta. Formavam um casal primoroso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dois meses antes do casamento, no dia dois de outubro de 2009, o carro de Juliana foi atingido por um caminhão. Ela quase não sobreviveu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uma grave fratura no crânio desfigurou seu rosto e a transformou em uma mulher com muitas limitações físicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Foi-se a beleza, a agilidade, o sorriso fácil, as caminhadas, a dança, a alegria de todas as horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ele permaneceu ao lado dela. Leva-a consigo para onde vá. E faz shows para arrecadar fundos para o tratamento de que ela necessita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E isso ele externaliza cantando e agindo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;*   *   *&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando se ama a beleza e ela se vai, o amor acaba. Quando se amam as formas perfeitas, a plástica, as linhas harmônicas do corpo e tudo isso se vai, o amor também se esvai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando se amam aparências e outra realidade se apresenta, o amor acaba.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando se ama a transitoriedade, o amor fenece quando as situações se alteram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mas, quando se ama a essência, nada diminui o sentimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esse amor é companheiro, solidário, se esmera para que o outro se sinta bem, seja feliz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A sua é a preocupação de fazer a felicidade do outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Amor assim se perpetua no tempo, independente da soma dos anos, da multiplicação das rugas ou da diminuição da agilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É o amor que sabe envelhecer junto e quanto mais passa o tempo, mais se solidifica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação do Momento Espírita, com base em fato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6963285516034412674?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6963285516034412674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6963285516034412674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6963285516034412674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6963285516034412674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/amor-que-nao-acaba.html' title='Amor que não acaba'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CIoxdu3wNNs/T0wjr5zzYOI/AAAAAAAAEUM/ItR3ciFPpMo/s72-c/385956_261714093891210_157842324278388_764620_1698233976_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3923025601169031945</id><published>2012-02-27T16:38:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T16:38:34.260-08:00</updated><title type='text'>EU CONTRA EU</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-98LMeoYJTsw/T0whsRuVSWI/AAAAAAAAEUE/XkM8y5Frwgs/s1600/295706_283038418390462_176482475712724_1144090_1545623499_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-98LMeoYJTsw/T0whsRuVSWI/AAAAAAAAEUE/XkM8y5Frwgs/s320/295706_283038418390462_176482475712724_1144090_1545623499_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando o Homem ainda jovem desejou cometer o primeiro desatino, aproximou-se o Bom Senso e observou-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Detém-te! Por que te confias assim ao mal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interpelado, porém respondeu orgulhoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu quero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando, mais tarde, à condição de perdulário e adotando a extravagância e a loucura por normas de viver, apareceu a Ponderação e aconselhou-o:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para! Por que te consagras, desse modo, ao gasto inconseqüente?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ele, contudo, esclareceu jactancioso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu posso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, mobilizando os outros a serviço da própria insensatez, recebeu a visita da Humildade, que lhe rogou, piedosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reflete! Por que te não compadeces dos mais fracos e dos mais ignorantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O infeliz, todavia, redarguiu colérico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu mando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absorvendo imensos recursos, inutilmente, quando poderia beneficiar a coletividade, abeirou-se dele o Amor e pediu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Modifica-te! Sê caridoso! Como podes reter o rio das oportunidades sem socorrer o campo das necessidades alheias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mísero informou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu ordeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticando atos condenáveis, que o levaram ao pelourinho da desaprovação pública, a Justiça acercou-se dele e recomendou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não prossigas! Não te dói ferir tanta gente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O infortunado, entretanto, acentuou implacável:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu exijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim viveu o Homem, acreditando-se o centro do Universo, reclamando, oprimindo e dominando, sem ouvir as sugestões das virtudes que iluminam a Terra, até que, um dia, a Morte o procurou e lhe impôs a entrega do corpo físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desditoso entendeu a gravidade do acontecimento, prosternou-se diante dela e considerou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Morte, por que me buscas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu quero - disse ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que me constranges a aceitar-te? - gemeu triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu posso - retrucou a visitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como podes atacar-me deste modo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu mando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que poderes te movem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu ordeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Defender-me-ei contra ti, - clamou o Homem, desesperado, - duelarei e receberás a minha maldição!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Morte sorriu imperturbável, e afirmou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu exijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, na luta do "eu", contra "eu", conduziu-o à casa da Verdade para maiores lições...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro "Contos e Apólogos", Irmão X - Psicografado por Francisco C. Xavier.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3923025601169031945?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3923025601169031945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3923025601169031945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3923025601169031945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3923025601169031945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/eu-contra-eu.html' title='EU CONTRA EU'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-98LMeoYJTsw/T0whsRuVSWI/AAAAAAAAEUE/XkM8y5Frwgs/s72-c/295706_283038418390462_176482475712724_1144090_1545623499_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1842226949349877808</id><published>2012-02-27T14:59:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T14:59:31.630-08:00</updated><title type='text'>Amor sem possessão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aOw0m84M-0k/T0wJ8Sog-pI/AAAAAAAAET8/616XZ6PMcyg/s1600/148813_121097211287424_100001614362524_144882_6164909_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="290" src="http://3.bp.blogspot.com/-aOw0m84M-0k/T0wJ8Sog-pI/AAAAAAAAET8/616XZ6PMcyg/s320/148813_121097211287424_100001614362524_144882_6164909_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O desapego é uma constante nas lições dos grandes mestres espirituais.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;E mesmo na vida terrena as pessoas sensatas e experientes compreendem os perigos do apego amoroso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Todas as escolas de Psicologia denunciam esses perigos e, desde os gregos até nós, os filósofos ensinam que a felicidade depende da nossa capacidade de libertar-nos do apego às coisas e aos seres.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O ciúme é sintoma de apego e leva a desequilíbrios perigosos, podendo gerar doenças graves e acarretar crimes nefandos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lemos sempre nos jornais a expressão: “Matou por amor”. Mas a verdade é que o amor não mata, pois o amor é vida e não morte. O que mata é o ciúme, o apego amoroso, gerado por sentimentos inferiores de posse exclusivista da pessoa amada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Esses sentimentos são resquícios animais da espécie que racionalmente devemos expulsar de nós, ao invés de racionalmente aumentá-los, como em geral fazemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Nossa imaginação pode levar os instintos animais a intensidades ameaçadoras, o que jamais ocorre nas espécies animais. Temos de aprender a amar sem apego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Cornélio escreve que “o amor na totalidade é a natureza de Deus”, lembra-nos a afirmação de João, em seu Evangelho: “Deus é amor”. E Cornélio tira desse princípio a explicação do antigo mistério da presença de Deus em nós, afirmando: “O amor é Deus em nós todos, cada qual tem um pedaço”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A seguir, adverte que quanto menos possessão pusermos no amor, mais amor teremos em nosso coração. É impossível dar-se uma lição tão elevada com palavras mais simples e de maneira mais natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a dinâmica da evolução espiritual se esclarece na simplicidade caipira desses versos. Deus está presente em nós pela nossa capacidade de amar, mas enquanto não superarmos o nosso egoísmo, que tudo quer com exclusividade, o amor permanecerá sufocado pela vaidade, o desejo e a ambição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Poderíamos perguntar: mas se o amor é o próprio Deus, por que ele não vence o nosso apego? A resposta é clara: porque amor é liberdade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O amor é Deus chamando-nos para a liberdade, convocando-nos ao desapego por nossa própria compreensão e decisão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Deus não nos ama com apego, mas com liberdade e por isso não quer impor-nos a compreensão do amor, que devemos atingir por nós mesmos. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede Baseado no texto de J. Herculano Pires&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1842226949349877808?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1842226949349877808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1842226949349877808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1842226949349877808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1842226949349877808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/amor-sem-possessao.html' title='Amor sem possessão'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aOw0m84M-0k/T0wJ8Sog-pI/AAAAAAAAET8/616XZ6PMcyg/s72-c/148813_121097211287424_100001614362524_144882_6164909_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3135894140146364914</id><published>2012-02-27T14:46:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T14:46:09.728-08:00</updated><title type='text'>Telefone mediúnico</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AHRT90l65QI/T0wHWSJNa_I/AAAAAAAAET0/D2qLks1d08Y/s1600/205220_203703939650546_100000328237323_657330_7614612_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="264" src="http://1.bp.blogspot.com/-AHRT90l65QI/T0wHWSJNa_I/AAAAAAAAET0/D2qLks1d08Y/s320/205220_203703939650546_100000328237323_657330_7614612_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uns não acreditam nas comunicações dos Espíritos, outros acreditam demais e querem obtê-las com a facilidade de uma ligação telefônica.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Nem tanto ao céu, nem tanto à terra! Se as comunicações entre as criaturas terrenas nem sempre são fáceis, que dizer das que se processam entre os espíritos e os homens?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Muita gente procura o médium como se ele fosse uma espécie de cabina telefônica. Mas nem sempre o circuito está livre e muitas vezes o espírito chamado não pode atender. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvida que estamos na época profetizada por Joel, em que as manifestações se intensificam por toda parte. Nem todos os Espíritos, porém, estão em condições de comunicar-se com facilidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Além disso, a manifestação solicitada pode ser inconveniente no momento, tanto para o espírito quanto para o encarnado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é um fenômeno psicobiológico que ocorre de várias maneiras de acordo com as condições ídeo-emotivas de cada caso, envolvendo o que parte e os que ficam. A questão 155 de O Livro dos Espíritos explica de maneira clara a complexidade do processo de desencarnação. Alguns espíritos se libertam rapidamente do corpo, outros demoram a fazê-lo e isso retarda a sua possibilidade de comunicar-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos lembrar ainda que os espíritos são criaturas livres e conscientes. Não estão ao sabor dos nossos caprichos e nenhum médium ou diretor de sessões tem o poder de fazê-los atender aos nossos chamados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando querem manifestar-se, eles o fazem espontaneamente, e não raro de maneira inesperada. Enganam-se os que pensam que podem dominá-los. Já ensinava Jesus, como vemos nos Evangelhos: o espírito sopra onde quer e ninguém sabe de onde vem nem para onde vai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natural que os familiares aflitos procurem obter a comunicação de um ente querido. Mas convém que se lembrem da necessidade de respeitar as leis que regem as condições do Espírito na vida e na morte.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;O intercâmbio mediúnico é um ato de amor que só deve realizar-se quando conveniente para os dois lados. O Espiritismo nos ensina a respeitar a morte como respeitamos a vida, confiando nos desígnios de Deus. Só a misericórdia divina pode regular o diálogo entre os vivos da Terra e os vivos do Além. Façamos nossas preces em favor dos que partiram e esperemos em Deus a graça do reencontro que só Ele nos pode conceder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos religiosos condenam as comunicações mediúnicas, alegando que elas violam o mistério da morte e perturbam o repouso dos mortos. Esquecem-se de que os próprios Espíritos de pessoas falecidas procuram comunicar-se com os vivos. Foi dessa procura de comunicação dos mortos, tão insistente no mundo inteiro, que se iniciaram de maneira natural as relações mediúnicas entre o mundo visível e o invisível.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;O conceito errôneo da morte, como aniquilamento ou transformação total da criatura humana, gera e sustenta essas formas de superstição. O Espiritismo, revivendo os fundamentos esquecidos do Cristianismo puro, mostra-nos que a comunicação mediúnica é lei da vida a nos libertar de erros e temores supersticiosos do passado. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede &amp;nbsp;baseado no &amp;nbsp;texto de de &amp;nbsp;J. Herculano Pires&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3135894140146364914?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3135894140146364914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3135894140146364914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3135894140146364914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3135894140146364914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/telefone-mediunico.html' title='Telefone mediúnico'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AHRT90l65QI/T0wHWSJNa_I/AAAAAAAAET0/D2qLks1d08Y/s72-c/205220_203703939650546_100000328237323_657330_7614612_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3191729199078619521</id><published>2012-02-27T14:28:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T14:28:44.581-08:00</updated><title type='text'>O homem no mundo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oQitSfxP7ko/T0wDSdPTWHI/AAAAAAAAETs/sJkKL6jmJR4/s1600/217299_202653003088973_100000328237323_648471_8003474_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-oQitSfxP7ko/T0wDSdPTWHI/AAAAAAAAETs/sJkKL6jmJR4/s320/217299_202653003088973_100000328237323_648471_8003474_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Espiritismo é um processo de integração do homem no mundo e não de fuga.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Todas as formas de isolamento social e de segregação religiosa são condenadas pela doutrina.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os resíduos do sectarismo religioso, alimentados em várias encarnações, permanecem ainda bastante ativos em alguns adeptos, fazendo-os sonhar com um isolacionismo sectário que atenta contra a própria essência dos ensinos espíritas. É o fermento velho a que se referiu Jesus, como vemos no Evangelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cristianismo teve de enfrentar esse mesmo problema em seu desenvolvimento. E, apesar da vitória das correntes cristãs mais ativas, não foi possível evitar-se a criação de ordens e congregações dedicadas à vida contemplativa, empenhadas na fuga ao mundo para o encontro com Deus. Essa tendência à fuga é característica das religiões orientais. Basta compararmos a vida contemplativa e os ensinos disciplinares de Buda com a vida ativa e os ensinos morais do Cristo, para vermos a diferença entre o espírito oriental e o espírito ocidental nas religiões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mensagem intitulada “O homem no mundo”, constante do capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos o seguinte trecho: “Não penseis que, ao vos exortar à prece e à evocação mental, queiramos levar-vos a viver uma vida mística que vos mantenha fora das leis da sociedade. Não. Vivei com os homens do vosso tempo, como devem viver os homens. Sacrificai-vos às necessidades e até mesmo às frivolidades de cada dia, mas fazei-o com o sentimento de pureza que as possa purificar”. E no capítulo “A Lei de Sociedade”, de O Livro dos Espíritos, a afirmação é taxativa: “Os homens são feitos para viver em sociedade”.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os médiuns e doutrinadores espíritas têm uma missão eminentemente social. Para bem cumprir essa missão devem servir-se de todos os meios, os mais eficientes possíveis, de divulgação da doutrina.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E foi o próprio Jesus quem ensinou que não devemos esconder a lâmpada embaixo da cama, mas colocá-la no alto, para que ilumine a todos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na rede - baseado no Texto de de J. Herculano Pires&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3191729199078619521?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3191729199078619521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3191729199078619521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3191729199078619521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3191729199078619521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-homem-no-mundo.html' title='O homem no mundo'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oQitSfxP7ko/T0wDSdPTWHI/AAAAAAAAETs/sJkKL6jmJR4/s72-c/217299_202653003088973_100000328237323_648471_8003474_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-728456546418387147</id><published>2012-02-27T14:20:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T14:20:58.834-08:00</updated><title type='text'>Ante a Era do Espírito -Emmanuel</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-s-Zx1v_Odv4/T0wBZqgBXaI/AAAAAAAAETk/_igfVcX_kWE/s1600/66681_169398073073127_100000088065706_558475_1979188_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-s-Zx1v_Odv4/T0wBZqgBXaI/AAAAAAAAETk/_igfVcX_kWE/s320/66681_169398073073127_100000088065706_558475_1979188_n.jpg" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Senhor Jesus! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante a Era do Espírito, clareia-nos a razão, a fim de compreendermos a tua palavra em dimensões mais altas. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Agora que os homens erguem o facho da indagação, além dos conhecimentos habituais, concede-nos os meios precisos para caminhar com eles ao encontro da verdade em luz de amor que lhes honorificará o futuro, segundo os teus ensinos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A inteligência terrestre fixa hoje elevadas perspectivas na conquista da Consciência Cósmica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura científica abre novas áreas de trabalho e perquirição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Psiquiatria, a Psicologia e a Análise examinam a vida extra-somática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Física Nuclear apresenta recursos destinados à elucidação de muitas das ocorrências paranormais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fotografia requinta processos de observação e consegue deter imagens do corpo espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motor encurta distâncias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eletrônica altera a experiência comunitária e aperfeiçoa o relacionamento entre os povos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Astronáutica cria engenhos que controlam a gravidade e partem na direção de outros mundos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * * &lt;br /&gt;Quando a era tecnológica exige consequentemente a Civilização do Espírito, ampara-nos o diálogo com os homens – nossos irmãos encarnados – de modo que nós todos, eles e nós, venhamos a responder construtivamente aos desafios dos tempos novos, sem que as pedras do exclusivismo, seja na Religião ou na Ciência, nos obstruam as sendas iluminadas à frente do progresso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * * &lt;br /&gt;Livra-nos: &lt;br /&gt;·   da ignorância;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;·   do orgulho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   do ilogismo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   da divisão; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   do fanatismo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   da vaidade; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   da intolerância; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   do ódio; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   do farisaísmo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·   da prepotência; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E &amp;nbsp;consente, Senhor, que possamos humanizar-te as lições na Doutrina Espírita, a fim de que a imortalidade seja reconhecida na Terra, estabelecendo o teu reino de paz e amor nos homens, com os homens, pelos homens e para os homens, agora, hoje e sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim seja.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede baseado no prefácio do Livro &amp;nbsp;Na Era do Espírito &amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Francisco Cân&lt;/i&gt;dido Xavier&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-728456546418387147?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/728456546418387147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=728456546418387147' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/728456546418387147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/728456546418387147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/ante-era-do-espirito-emmanuel.html' title='Ante a Era do Espírito -Emmanuel'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-s-Zx1v_Odv4/T0wBZqgBXaI/AAAAAAAAETk/_igfVcX_kWE/s72-c/66681_169398073073127_100000088065706_558475_1979188_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4570465659940313386</id><published>2012-02-27T13:56:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T13:56:19.509-08:00</updated><title type='text'>JUSTIÇA DE CIMA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Sak5JPSggFc/T0v78vFE1VI/AAAAAAAAETc/MLefW1S4h1w/s1600/230033_104189806336451_100002362961570_44357_2288322_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-Sak5JPSggFc/T0v78vFE1VI/AAAAAAAAETc/MLefW1S4h1w/s320/230033_104189806336451_100002362961570_44357_2288322_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quatro operários solteiros quase todos da mesma idade compareceram ao tribunal de&amp;nbsp;Justiça de Cima, depois de haverem perdido o corpo físico, num acidente espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Terra, foram analisados por idêntico padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelentes rapazes, aniquilados pela morte, com as mesmas homenagens sociais e&amp;nbsp;domésticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida espiritual, contudo, mostravam-se diferentes entre si, reclamando variados estudos&amp;nbsp;e diversa apreciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ostentando, cada qual, um halo de irradiações específicas, foi conduzido ao juiz que lhes&amp;nbsp;examinara o processo, durante alguns dias, atenciosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado convidou um a um a lhe escutarem as determinações, em nome do Direito&amp;nbsp;Universal, perante numerosa assembléia de interessados nas sentenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao primeiro deles, cercados de pontos escuros, como se estivesse envolvido numa&amp;nbsp;atmosfera pardacenta, o compassivo julgador disse, bondoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-De tuas notas, transparecem os pesados compromissos que assumiste, utilizando os teus&amp;nbsp;recursos de trabalho para fins inconfessáveis. Há viúvas e órfãos, chorando no mundo,&amp;nbsp;guardando amargas recordações de tua influência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque o interpelado inquirisse quanto ao futuro que o aguardava, o árbitro amigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;observou, sem afetação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Volta à paisagem onde viveste e recomeça a luta de redenção, reajustando o equilíbrio&amp;nbsp;daqueles que prejudicaste. És naturalmente obrigado a restituir-lhes a paz e a segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximou-se o segundo, que se movimentava sob irradiações cinzentas, e ouviu as&amp;nbsp;seguintes considerações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Revelam os apontamentos a teu respeito que lesaste a fábrica em que trabalhavas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detiveste vencimento e vantagens que não correspondem ao esforço que despendeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, percebendo-lhe as interrogações mentais, acrescentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Torna ao teu antigo núcleo de serviço e auxilia os teus companheiros e as máquinas que&amp;nbsp;exploraste em mau sentido. É indispensável resgates os débitos de alguns milhares de&amp;nbsp;horas, junto deles, em atividade assistencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terceiro que se aproximou, a destoar dos precedentes pelo aspecto em que se&amp;nbsp;apresentava, disse o juiz, generoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-As informações de tua romagem no Planeta Terrestre explicam que demonstraste louvável&amp;nbsp;correção no proceder. Não te valeste das tuas possibilidades de serviço para prejudicar os&amp;nbsp;semelhantes, não traíste as próprias obrigações e somente recebeu do mundo aquilo que te&amp;nbsp;era realmente devido. A tua consciência está quite com a Lei. Podes escolher o teu novo tipo&amp;nbsp;de experiência, mas ainda na Terra, onde precisas continuar no curso da própria sublimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, surgiu o último. Vinha nimbado de belo esplendor. Raios de safira claridade&amp;nbsp;envolviam-no todo, parecendo emitir felicidade e luz em todas as direções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz inclinou-se, diante dele, e informou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Meu amigo, a colheita de tua sementeira confere-te a elevação. Serviços mais nobres&amp;nbsp;esperam-te mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador humilde, como que desejoso de ocultar a luz que o coroava, afastou-se em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lágrimas de júbilo e gratidão, nos braços de velhos amigos que o cercavam, contentes, e, em&amp;nbsp;razão das perguntas a explodirem nos colegas despeitados, que asseveravam nele conhecer&amp;nbsp;um simples homem de trabalho, o julgador esclareceu persuasivo e bondoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O irmão promovido é um herói anônimo da renúncia. Nunca impôs qualquer prejuízo a&amp;nbsp;alguém, sempre respeitou a oficina em que se honrava com a sua colaboração e não se&amp;nbsp;limitou a ser correto para com os deveres, através dos quais conquistava o que lhe era&amp;nbsp;necessário à vida. Sacrificava-se pelo bem de todos. Soube ser delicado nas situações mais&amp;nbsp;difíceis. Suportava o fígado enfermo dos colegas, com bondade e entendimento. Inspirava&amp;nbsp;confiança. Distribuía estímulo e entusiasmo. Sorria e auxiliava sempre. Centenas de&amp;nbsp;corações seguiram-no, além da morte, oferecendo-lhe preces, alegrias e bênçãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Divina jamais se equivoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque o julgamento fora satisfatoriamente liquidado, o tribunal da Justiça de Cima,&amp;nbsp;encerrou a sessão.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Redação Espiritismo Na rede- Baseado no Livro Contos e Apologos - Irmão X&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4570465659940313386?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4570465659940313386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4570465659940313386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4570465659940313386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4570465659940313386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/justica-de-cima.html' title='JUSTIÇA DE CIMA'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Sak5JPSggFc/T0v78vFE1VI/AAAAAAAAETc/MLefW1S4h1w/s72-c/230033_104189806336451_100002362961570_44357_2288322_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3486566697421471401</id><published>2012-02-27T13:40:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T13:40:27.241-08:00</updated><title type='text'>A CAPA DE SANTO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KpSAlDdbz9w/T0v4F08I-zI/AAAAAAAAETU/dUcOD0gckn0/s1600/375341_275453592508326_100001310638742_687677_1197040845_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-KpSAlDdbz9w/T0v4F08I-zI/AAAAAAAAETU/dUcOD0gckn0/s320/375341_275453592508326_100001310638742_687677_1197040845_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Certo discípulo, extremamente aplicado ao Infinito Bem, depois de largo tempo ao lado do&amp;nbsp;Divino Mestre recebeu a incumbência de servi-lo entre os homens da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desceu da Esfera Superior em que se demorava e nasceu entre as criaturas para ser&amp;nbsp;carpinteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operário digno e leal, muita vez experimentou conflitos amargurosos, mas, fervoroso,&amp;nbsp;apegava-se à proteção dos santos e terminou a primeira missão admiravelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou ao céu, jubiloso, e recebeu encargos de marinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressou à carne e trabalhou assíduo, em viagens inúmeras, espalhando benefícios em&amp;nbsp;nome do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos houve em que a tempestade o defrontou ameaçador, mas o aprendiz, nas lides&amp;nbsp;do mar, recorria aos Heróis Bem-Aventurados e entesourou forças para vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rematou o serviço de maneira louvável e voltou à Casa Celeste, de onde retornou ao&amp;nbsp;mundo para ser copista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercitaram-se, então, pacientemente, nos trabalhos de escrita, gravando luminosos&amp;nbsp;ensinamentos dos sábios; e, quando a aflição ou o enigma lhe visitaram a alma, lembrava-se&amp;nbsp;dos Benfeitores Consagrados e nunca permaneceu sem o alívio esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente restituído ao Domicílio do Alto, sempre louvado pela conduta irrepreensível,&amp;nbsp;desceu aos círculos de luta comum para ser lavrador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviu com inexprimível abnegação à gleba em que renascera e, se as dores lhe buscavam&amp;nbsp;o coração ou o lar, suplicava os bons ofícios dos Advogados dos Pecadores e jamais ficou&amp;nbsp;desamparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de precioso descanso, ressurgiu no campo humano para exercitar-se no domínio das&amp;nbsp;ciências e das artes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aluno de filosofia e encontrou numerosas tentações contra a fé espontânea que lhe&amp;nbsp;sustentava a alma simples e estudiosa; todavia em todos os percalços do caminho,&amp;nbsp;implorava a cooperação dos Grandes Instrutores da Perfeição, que haviam conquistado a&amp;nbsp;láurea da santidade, nas mais diversas nações, e atravessaram ilesas, as provas difíceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após, foi médico e surpreendeu padecimentos que nunca imaginara. Afligiram-se&amp;nbsp;milhares de vezes ante as agruras de muitos destinos lamentáveis; refugiou-se na paciência,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pediu socorro dos Protetores da Humanidade e, com o patrocínio deles, venceu, mais uma&amp;nbsp;vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanha devoção adquiriu que não sabia mais trabalhar sem recurso imediato ao concurso&amp;nbsp;dos Espíritos Glorificados na própria sublimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, semelhantes benfeitores seriam campeões da graça, privilegiados do Pai Supremo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou súdito favorecidos do Trono Eterno. E, por isso, prossegui trabalhando, agarrando-se-lhes&amp;nbsp;à colaboração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi alfaiate, escultor, poeta, músico, escritor, professor, administrador, condutor, legislador e&amp;nbsp;sempre se retirou da Terra com distinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitorioso em tantos encargos foi chamado pelo Mestre, que lhe falou, conciso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tens vencido em todas as provas que te confiei e, agora, podes escolher a própria tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discípulo, embriagado de ventura, considerou sem detença:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, tantas graças tenho recebido dos Benfeitores Divinos, que, doravante, desejaria&amp;nbsp;ser um deles, junto da Humanidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pretenderias, porventura, ser um santo?- indagou o Celeste Instrutor, sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim... - confirmou o aprendiz extasiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor, em tom grave, considerou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O fruto que alimenta deve estar suficientemente amadurecido... Até hoje, na forma de&amp;nbsp;operário, de artista, de administrador e orientador, tens estado a meu serviço, junto dos&amp;nbsp;homens, junto de mim. Há muita diferença...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o interlocutor insistiu, humilde, e o mestre não lhe negou a concessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renasceu, desse modo, muito esperançoso, e, aos vinte anos de corpo físico, recebeu do&amp;nbsp;Alto o manto resplandecente da santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestaram-se nele dons sublimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adivinhava, curava, esclarecia, consolava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inteligência, a intuição e a ternura nele eram diferentes e fascinantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o povo, reconhecendo-lhe a condição, buscou-lhe, em massa, as bênçãos e diretrizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons e maus, justos e injustos, ignorantes e instruídos, jovens e velhos, exigiram-lhe, sem&amp;nbsp;consideração por suas necessidades naturais, a saúde, o tempo, a paz e a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na categoria de santo, não podia subtrair-se à luta, nem desesperar, e por mais que fosse&amp;nbsp;rodeado de manjares e flores, por parte dos devotos e beneficiários reconhecidos, não podia&amp;nbsp;comer, nem dormir, nem pensar, nem lavar-se. Devia dar, sem reclamação, as próprias&amp;nbsp;forças, à maneira da vela, mantendo a chama por duas pontas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não valiam escusas, lágrimas, cansaço e serviço feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo exigia sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de dois anos de amargosa batalha espiritual, atormentado e desgostoso, dirigiu-se&amp;nbsp;em preces ao Senhor e alegou que a capa de santo era por demais espinhosa e pesava&amp;nbsp;excessivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparando-lhe o pranto sincero, o Mestre ouviu-o, compadecido, e explicou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olvidaste que, até agora, agiste no comando. Na posição de carpinteiro, modelavas a&amp;nbsp;madeira; lavrador determinava o solo; médico, ordenavas aos enfermos; filósofo&amp;nbsp;arregimentava idéias; músico. Tangias o instrumento; escultor cinzelava a pedra; escritor&lt;br /&gt;dispunha sobre as letras; professor instruía os menos sábios que tu mesmo; administrador e&amp;nbsp;legislador interferiam nos destinos alheios. Sempre te emprestei autoridade e recurso para os&amp;nbsp;trabalhos de determinação... Para envergares a capa de santo, porém, é necessário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aprender a servir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de alcançares esse glorioso fim, serás, de ora em diante, modelado, brunido,&amp;nbsp;aprimorado e educado pela vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto o Mestre sorria complacente e bondoso, o discípulo em pranto, mas&amp;nbsp;reconfortado, esperava novas ordenações para ingressar no precioso curso de&amp;nbsp;obediência.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Redação do Blog Espiritismo Na Rede - baseado no livro Contos e Apologos - Irmão X&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3486566697421471401?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3486566697421471401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3486566697421471401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3486566697421471401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3486566697421471401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/capa-de-santo.html' title='A CAPA DE SANTO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KpSAlDdbz9w/T0v4F08I-zI/AAAAAAAAETU/dUcOD0gckn0/s72-c/375341_275453592508326_100001310638742_687677_1197040845_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3445656621273096502</id><published>2012-02-26T07:41:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T07:41:19.927-08:00</updated><title type='text'>Espíritos participam do ato sexual no motel ou no Lar? - Divaldo Franco</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d0gs_K8LwUQ/T0pSjQ_AwII/AAAAAAAAETM/M9E89haWq3I/s1600/SEXOCE_imagem_jovem.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-d0gs_K8LwUQ/T0pSjQ_AwII/AAAAAAAAETM/M9E89haWq3I/s320/SEXOCE_imagem_jovem.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No motel existe proteção contra espíritos zombeteiros? No livro “Sexo e Destino” diz que Espíritos protetores impedem que Espíritos zombeteiros e devassos penetrem o ambiente doméstico durante o ato sexual de um casal. E na atualidade muitos casais recorrem a motéis. No Motel também há esta proteção espiritual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divaldo: No motel não há proteção. Porque o motel é lugar da fuga. Muito casal tem dito que tem buscado as emoções nos Motéis pelos estímulos eróticos. Estes casais estão cansados, perderam o encanto. Então, vão à busca de novos estímulos. Quando um casal de namorados vai ao Motel, não vai por sentimento de nobreza. Vai para descarregar energias ou para se entregar ao prazer sem necessidade (prostituição). Mas, no santuário do lar, se ele tem vida digna, se há um respeito pela família, há Espíritos nobres. Nesses lares, a comunhão sexual é muito privativa. Eu já tive ocasião de psicografar que um Espírito ia reencarnar e os mentores vieram para aquela reencarnação. Primeiro eles estimularam os parceiros e depois saíram para que eles pudessem ter o conúbio e, após o término eles entraram para poder realizar a reencarnação. Eles respeitam a intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: No livro Missionários da Luz, André Luiz tinha esta dúvida quando estavam preparando a reencarnação de Segismundo. Disse ele: “...preocupava-me o instante da primeira ligação de Segismundo à matéria. Como agiria Alexandre no momento da união sexual ou o fenômeno obedeceria a diferentes determinações?” Alexandre esclareceu: “Não é necessária a nossa presença ao ato de união celular. Semelhantes momentos do tálamo conjugal são sublimes e invioláveis nos lares em bases retas(...) Todos os encarnados que edificam o ninho conjugal, sobre a retidão, conquistam a presença de testemunhas respeitosas, que lhes garantem a privatividade dos atos mais íntimos, consolidando-lhes as fronteiras vibratórias e defendendo-as contra as forças menos dignas, tomando, por base de seus trabalhos, os pensamentos elevados que encontram no ambiente doméstico dos amigos; não ocorre o mesmo, entretanto, nas moradias, cujos proprietários escolhem baixas testemunhas espirituais, buscando-as em zonas inferiores. A esposa infiel aos princípios nobres da vida em comum e o esposo que põe sua casa em ligação com o meretrício, não devem esperar que seus atos afetivos permaneçam coroados de veneração e santidade. Suas relações mais íntimas são objeto de participação das desvairadas testemunhas que escolheram. Tornam-se vítimas inconscientes de grupos perversos, que lhes partilham as emoções de natureza fisiológica, induzindo-as à mais dolorosa viciação (...)” Pergunta André Luiz: "(...) considerando o perigo de certas atitudes inferiores dos que assumem o compromisso da fundação de um lar, que condição, por exemplo, é a da esposa fiél e devotada, ante um marido desleal e aventureiro, no campo sexual? Ela permanecerá à mercê das criminosas testemunhas que o homem escolheu?" Alexandre respondeu: "Não. O mau não pode perturbar o que é genuinamente bom. Em casos dessa espécie, a esposa garantirá o ambiente doméstico(...)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro "Deixe-me viver", o espírito Luiz Sérgio explica no cap. XXI que: "......o plano inferior vive das vibrações baixas dos encarnados......os motéis, por exemplo, possuem uma aura vermelha que, imantada pela luxúria da perversão, fornece energia aos espíritos que ainda desejam praticar sexo, mesmo já desencarnados. É nesses lugares que eles buscam as forças sexuais lá existentes, para suprir seus desejos desenfreados."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3445656621273096502?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3445656621273096502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3445656621273096502' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3445656621273096502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3445656621273096502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/espiritos-participam-do-ato-sexual-no.html' title='Espíritos participam do ato sexual no motel ou no Lar? - Divaldo Franco'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-d0gs_K8LwUQ/T0pSjQ_AwII/AAAAAAAAETM/M9E89haWq3I/s72-c/SEXOCE_imagem_jovem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1838079889854301774</id><published>2012-02-26T07:25:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T07:25:27.578-08:00</updated><title type='text'>Pressão Doméstica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ROHwEQjbcik/T0pO20CPO6I/AAAAAAAAETE/u-s0unK45yA/s1600/301610_202966459777043_100001910708168_497402_921912038_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-ROHwEQjbcik/T0pO20CPO6I/AAAAAAAAETE/u-s0unK45yA/s320/301610_202966459777043_100001910708168_497402_921912038_n.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Hoje em dia, talvez motivados pelo desejo de ver seus filhos bem sucedidos, muitos pais começam desde cedo a fazer grande pressão sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dizem e repetem com freqüência: meu filho tem que ser o primeiro... Meu filho tem que ser o melhor... Ele tem que ser um vencedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança cresce ouvindo isto o tempo todo e entende que esse é o desejo de seus pais. E, porque gosta dos pais, não quer que estes se decepcionem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiçá seja por essa razão que no dia da prova, quando se sente insegura, busca colar de alguém para obter uma boa nota e não infelicitar os pais, que esperam que ela seja a maior...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança precisa ser aceita, e entende que para que os pais gostem dela, deverá ser como eles desejam que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, ela fará qualquer coisa para ser "gostada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa colando na escola, depois paga para que terceiros façam os trabalhos propostos pelos professores... E acabam roubando teses para conseguir a graduação que almejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo surgem os expedientes mais desonestos para subir de posto, no campo profissional. Não hesitam em caluniar colegas para conquistar o cargo que desejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, se os pais sempre esperaram que ele fosse o primeiro, é preciso ser o primeiro, mesmo que isso custe a sua dignidade, aliás, ele nem sabe o que quer dizer isto, pois seus pais não lhe falaram a respeito dessa virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cobraram-lhe resultados e ele foi à luta. Deveria ser o melhor, e ele tem se esforçado para isso... A que preço? Bem, isso é o de menos... O importante é que seja o primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais que agem dessa maneira, talvez pensem que o fazem por amor, mas estão cometendo um crime sem se dar conta disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizemos um crime porque incentivam o filho a se tornar um cidadão desonesto, irresponsável, tudo porque desejam que seja visto nos primeiros lugares no palco do mundo, ainda que isso o faça ser o último nos palcos celestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um crime porque o espírito que lhes foi confiado pelo Criador para que o ajudassem a ser um gigante, foi convertido em um pigmeu moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-se urgente pensar nesse problema que a tantos tem infelicitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais que pressionaram os filhos para que fossem sempre o primeiro, muitas vezes só se dão conta disso quando vêem seus nomes nas manchetes dos jornais, figurando como contraventores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo os noticiários falaram a respeito do primeiro ministro de um importante país europeu, que lançou mão de expedientes duvidosos para incriminar outro país e fomentar a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí é que se percebe a que ponto pode chegar um homem para conseguir o que deseja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É para esse fato que muitos pais não atentam: que suas crianças um dia se tornarão adultos e poderão decidir os destinos de uma nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e outras razões, vale a pena investir no homem de amanhã, tomando-o pela mão quando ainda criança, e dar-lhe noções de dignidade e honradez, sem essa tolice de querer que sejam os primeiros em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensinar-lhe que não importa ser o melhor, mas que sejam bons o bastante para formar outros cidadãos de bem, exercer com honra e justiça suas profissões, construir um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você recebeu de seus pais uma educação que fez de você uma mulher ou um homem honesto, não negue isso a seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense que somente um amor exigente e lúcido será capaz de conduzir uma alma pelo caminho do bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu filho é essa alma sedenta de luz, não o deixe caminhar para as trevas da desonra e da insensatez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalie os valores que lhe tem passado e, se necessário, corrija os passos e acerte a direção, sem demora nem hesitação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1838079889854301774?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1838079889854301774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1838079889854301774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1838079889854301774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1838079889854301774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/pressao-domestica.html' title='Pressão Doméstica'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ROHwEQjbcik/T0pO20CPO6I/AAAAAAAAETE/u-s0unK45yA/s72-c/301610_202966459777043_100001910708168_497402_921912038_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6730296358909123567</id><published>2012-02-26T07:19:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T07:19:44.006-08:00</updated><title type='text'>JÓIAS DEVOLVIDAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kCHxzuRGqwM/T0pNgQy4bzI/AAAAAAAAES8/_Sx5bCGHq7k/s1600/untitled32323012.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-kCHxzuRGqwM/T0pNgQy4bzI/AAAAAAAAES8/_Sx5bCGHq7k/s320/untitled32323012.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um rabi, pregador religioso judeu vivia muito feliz com sua virtuosa esposa e dois filhos admiráveis, rapazes inteligentes e ativos, amorosos e disciplinados. Por força de suas atividades, certa vez o rabi ausentou-se por vários dias, em longa viagem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nesse ínterim, um grave acidente provocou a morte dos dois moços. Sua esposa, mulher forte, apoiada na fé e na inabalável confiança em Deus, suportou valorosamente o impacto. Sua preocupação maior era o marido. Como transmitir-lhe a terrível notícia?!... Temia que uma comoção forte tivesse funestas conseqüências, porquanto ele era portador de perigosa insuficiência cardíaca. Orou muito, implorando a Deus uma inspiração. O Senhor não a deixou sem resposta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados alguns dias o rabi retornou ao lar. Chegou à tarde, cansado após longa viagem, mas muito feliz. Abraçou carinhosamente a esposa e foi logo perguntando pelos filhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não se preocupe, meu querido. Eles virão depois. Vá banhar-se, enquanto preparo o lanche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois, sentados à mesa, permutavam comentários do cotidiano, naquele doce enlevo de cônjuges amorosos, após breve separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E os meninos? Estão demorando!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixe os filhos... Quero que você me ajude a resolver grave problema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que aconteceu? Notei que você está abatida!... Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando você viajou, um amigo nosso procurou-me e confiou à minha guarda duas jóias de incalculável valor. São extraordinariamente preciosas! Nunca vi nada igual! O problema é esse: ele vem buscá-las e não estou com disposição para efetuar a devolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que é isso, mulher! Estou estranhando seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É que jamais vira jóias assim. São divinas, maravilhosas!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas não lhe pertencem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não consigo aceitar a perspectiva de perdê-las!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ajude-me!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro que o farei. Iremos juntos devolvê-las, hoje mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois bem, meu querido, seja feita sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias eram nossos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus, que no-los concedeu por empréstimo, à nossa guarda, veio buscá-las!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rabi compreendeu a mensagem e, embora experimentando a angústia que aquela separação lhe impunha, superou reações mais fortes, passíveis de prejudicá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marido e mulher abraçaram-se emocionados, misturando lágrimas que se derramavam por suas faces mansamente, sem burburinhos de revolta ou desespero, e pronunciaram, em uníssono, as santas palavras de Jó: ‘Deus deu, Deus tirou. Bendito seja o Seu santo nome.’”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6730296358909123567?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6730296358909123567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6730296358909123567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6730296358909123567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6730296358909123567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/joias-devolvidas.html' title='JÓIAS DEVOLVIDAS'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kCHxzuRGqwM/T0pNgQy4bzI/AAAAAAAAES8/_Sx5bCGHq7k/s72-c/untitled32323012.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-870894097256365251</id><published>2012-02-26T07:06:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T07:06:18.347-08:00</updated><title type='text'>BASTA QUERER</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vRCrFh93fQI/T0pKNpFMzeI/AAAAAAAAES0/-P9JAu7G8Xk/s1600/sindrome.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-vRCrFh93fQI/T0pKNpFMzeI/AAAAAAAAES0/-P9JAu7G8Xk/s1600/sindrome.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-870894097256365251?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/870894097256365251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=870894097256365251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/870894097256365251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/870894097256365251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/basta-querer.html' title='BASTA QUERER'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vRCrFh93fQI/T0pKNpFMzeI/AAAAAAAAES0/-P9JAu7G8Xk/s72-c/sindrome.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3478668776626775801</id><published>2012-02-26T06:53:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T06:53:07.767-08:00</updated><title type='text'>O CÃO FILOSOFO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-m_KvEiuycFE/T0oFOrhbDyI/AAAAAAAAC4o/R4HBXsUZxj8/s1600/complexo+de+vira-lata+02.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-m_KvEiuycFE/T0oFOrhbDyI/AAAAAAAAC4o/R4HBXsUZxj8/s320/complexo+de+vira-lata+02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus.” Allan Kardec, O livro dos espíritos, questão 597 a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o cãozinho Gêra chegou na casa dos Lima, entendeu que havia conquistado um novo território. Macho, movido por seus instintos, começou a demarcar seu território. Urinou pelos quatro cantos da casa, molhou os pneus dos automóveis e deixou bem claro que aquele lugar e todos os que nele habitavam pertenciam a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eram bons os Lima! Eles davam comida, faziam carinho e realizavam com alguma limitação, mas corretamente, o seu papel de servi-lo. Eles reconheciam que o território era de Gêra, e por consequência, Gera os aceitava e os desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, Gêra ficou sem entender por que seus servos não o obedeceram. Eles o pegaram à força e o mergulharam em uma substância gelada, cobriram seu pelo de bolhas e feriram seu olfato com um cheiro forte que ele desconhecia. Contudo, como eles o secaram e deram-lhe comida e água, aquela má impressão passou. Gêra ficou confuso. Os Lima são bons ou maus? Noutro dia, os Lima o levaram a outro ser humano esquisito, com um jaleco branco, fora do seu território. Fora abduzido por seus servos, sequestrado! Eles o chamavam de veterinário. O veterinário o imobilizou, colocou uma máscara desconfortável em sua boca e mexeu em todo o seu corpo. Que desconfortável e que desrespeitoso! Depois, que crueldade, ele o feriu! Gêra não pode acreditar que seus servos permitiram que um estranho o torturasse! Sentiu uma pontada dolorosa entrando corpo adentro! Se eles sabiam que o veterinário o iria torturar, então Gêra não teve dúvidas, eles eram sádicos, malvados, perversos. Chorou imensamente por ter tido essa má sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados alguns banhos, vacinas e remédios (que gosto horrível) Gêra entrou em uma crise existencial canina, porque pensara que seus servos eram bons, e de fato eles atendiam suas necessidades e até lhe davam carinho, brincavam com ele, mas ao mesmo tempo permitiam que ele padecesse aqueles sofrimentos! Foi quando surgiu o gosto pela filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cão filósofo começou a pensar e inicialmente apontou a contradição dos Lima. Como poderiam ser bons os Lima, se o faziam sofrer? Se os Lima o faziam sofrer, eram maus, sádicos, não poderiam ser bons. A contradição entre a maldade e a bondade dos Lima o levou a uma conclusão lógica: os Lima não existiam. Eram uma ilusão canina. Os cães, em sua fragilidade, haviam criado a ilusão do Dono, em sua história e, ele, fora ludibriado por esta fantasia milenar de sua espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gêra passou a viver como se os donos não existissem. Não brincava mais com eles, mas sempre comia a comida e água que apareciam. Entrou em um estado de indiferença, ataraxia. Tinha certeza que a comida chegava até ele por acaso, que ela fazia parte de seu território, que as sensações desagradáveis, como o banho, eram fruto de algum mecanismo fisiológico de seu corpo canino, e suspeitava que fosse algum tipo de alucinação que era oriunda do cérebro, afinal, donos não existiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dar uma contribuição à sociedade, resolveu explicar aos outros cães sobre a alucinação dos donos, e uivava à noite, tentando explicar a verdade o mais longe que pudesse. Às vezes ouvia o cão do território vizinho dizer que ele estava enganado, mas não se deixava convencer, nem abater e estava aberto a discussões, com seus latidos e ganidos. Como era difícil ser um cão esclarecido!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3478668776626775801?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3478668776626775801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3478668776626775801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3478668776626775801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3478668776626775801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-cao-filosofo.html' title='O CÃO FILOSOFO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-m_KvEiuycFE/T0oFOrhbDyI/AAAAAAAAC4o/R4HBXsUZxj8/s72-c/complexo+de+vira-lata+02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1683690637168074290</id><published>2012-02-26T06:31:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T06:31:55.137-08:00</updated><title type='text'>O castiçal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x8RR-faeEEA/T0pCRnNA25I/AAAAAAAAESs/strb07r3r9M/s1600/297406_215762705150944_111997038860845_621925_684359978_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-x8RR-faeEEA/T0pCRnNA25I/AAAAAAAAESs/strb07r3r9M/s320/297406_215762705150944_111997038860845_621925_684359978_n.jpg" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pedro era um homem pobre. Jardineiro, ganhava a vida no trabalho diário com flores e plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, ele se dirigia para casa quando encontrou no caminho um homem prestes a ser assaltado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De alma nobre e ânimo valente, logo foi em socorro do desconhecido. Graças à sua interferência os dois ladrões fugiram sem causar maiores danos físicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido, o quase assaltado resolveu premiar o seu salvador. Por ser um rico mercador e possuir muitas e ricas peças, tomou de uma caixa amarela de couro lavrado e a deu ao jardineiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro foi rápido para casa. Mal podia conter sua curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será que lhe teria dado o rico senhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a caixa pesasse, ele pensou que poderiam ser muitas moedas de prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abrir a caixa para conhecer as preciosidades que ela devia conter, ficou desiludido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era somente um castiçal. Um castiçal de metal escuro e pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro ficou muito aborrecido. Afinal, arriscara a vida lutando contra os salteadores da estrada e ao final, somente ganhara aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele faria com um castiçal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convencido do desvalor do presente, ele atirou o castiçal a um canto. Abandonado, o objeto ficou rolando pela casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que o jardineiro colocava sobre ele os olhos, mais se amargurava lembrando do episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descuidadamente, o castiçal caiu no terreiro e ficou ao relento alguns dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outra feita, serviu de calço para um móvel partido. Até como martelo foi utilizado pelo seu dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as dificuldades da vida de Pedro se avolumassem, ele precisou sair daquela casa e foi morar em outras paragens. Levou consigo quase tudo que possuía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixou o castiçal, sobre a mesa suja. Afinal, era uma coisa imprestável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, aconteceu que na casa deixada por Pedro veio morar um músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobrindo o castiçal em desleixo, teve logo a impressão de que deveria ser uma peça curiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirou-lhe o pó e livrou-o das manchas que o recobriam. Viu então que na base da peça haviam várias figuras. Um belo navio, que parecia vencer as ondas e uma bailarina graciosa que dava a impressão de dançar no meio de um lindo jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virando um pouco a peça, descobriu ainda um majestoso templo com torres apontadas para o céu. E, finalmente, um corcel negro a galopar sobre uma montanha de nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanta beleza! Imaginou logo o músico que o castiçal deveria ser uma raridade. Tratou de mostrá-lo a várias pessoas, até conseguir que um rico colecionador de peças raras o comprasse, por uma fortuna incalculável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nas mãos de Pedro era uma peça inútil se transformou em uma verdadeira preciosidade aos olhos inteligentes de Leonardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas pessoas existem no mundo que, à semelhança do jardineiro, possuem ao seu lado tesouros incalculáveis mas cujos olhos não se apercebem do que os rodeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peça preciosa que Deus depositou nas nossas mãos pode ser um cônjuge dedicado, uma mãe extremosa, um filho, pais amorosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverão tesouros maiores que os do afeto que abençoam uma vida, enchendo-a de alegrias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base no cap. A mulher e o castiçal, do livro Minha vida querida,&amp;nbsp;de Malba Tahan, ed. Record.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1683690637168074290?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1683690637168074290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1683690637168074290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1683690637168074290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1683690637168074290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-castical.html' title='O castiçal'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-x8RR-faeEEA/T0pCRnNA25I/AAAAAAAAESs/strb07r3r9M/s72-c/297406_215762705150944_111997038860845_621925_684359978_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-889464142696204965</id><published>2012-02-26T06:28:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T06:28:05.743-08:00</updated><title type='text'>Para onde caminha a juventude</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8b7k7oPt9FU/T0pBR6uKZ0I/AAAAAAAAESk/Ygahhz50Xl8/s1600/189605_207043459308588_100000088065706_810978_2875197_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://3.bp.blogspot.com/-8b7k7oPt9FU/T0pBR6uKZ0I/AAAAAAAAESk/Ygahhz50Xl8/s320/189605_207043459308588_100000088065706_810978_2875197_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O mundo atual está muito preocupado com o uso de drogas pesadas como a cocaína, o crack e outras, e há várias e justas razões para isso. Tais drogas agridem e destroem o homem física e moralmente, em pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe, correndo por fora e ganhando o páreo, uma outra droga que é aceita pela sociedade: chama-se bebida alcoólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas realizadas mostram os índices alarmantes de jovens e adolescentes que ingerem bebida alcoólica frequentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a faixa etária de iniciação aos alcoólicos está caindo, ou seja, crianças já fazem uso deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tal ponto que essa droga socialmente aceita surge na vida dos indivíduos antes mesmo da festa de 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os motivos que levam os alcoólicos a serem tão procurados pela garotada são simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se encontram em um período em que a aprovação e a admiração dos amigos, da turma, é muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebem porque assim fica mais fácil chegar na garota, é mais fácil rir e ficar na onda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais preocupante é que nem os pais, nem os jovens estão se dando conta que o vício está rondando. Os jovens acreditam que poderão parar quando quiserem. Que não são, nem serão dependentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial de Saúde calcula que 10% dos adolescentes que bebem se tornarão alcoólatras. E 30% terão problemas com a saúde, acidentes de trânsito e outras consequências mais ou menos graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se imagina que tudo começa no que parece ser a inocente cervejinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum a cena no final de tarde: adolescentes, jovens e adultos ao redor de uma mesa, em animada conversa, regada a chopp ou cerveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As garrafas vão se acumulando sobre a mesa enquanto se joga conversa fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios pais não veem, normalmente, perigo ou problema algum em oferecer ao filho a cerveja. Como assistir ao futebol sem ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ir a uma pescaria sem a loira gelada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o abuso dos alcoólicos na adolescência acarreta muitos problemas no desenvolvimento psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, o adolescente tem frustrações e angústias e, bebendo, perde a oportunidade de enfrentá-las. O que não lhe permite amadurecer. O alcoólico passa a ser uma bengala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos homens necessitam de um trago, de uma birita antes de fechar um contrato importante, de ir para a reunião para a concretização de um grande negócio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante que se conscientizem os pais acerca do problema e ao invés de aderir à moda de tudo permitir, em matéria de bebida, passar a exemplificar a abstenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, não bebendo. Segundo, não servindo. Terceiro, não adquirindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas que não bebem nada que contenha álcool porque dizem não apreciar, mantêm em seu lar para servir aos amigos, variados licores e vinhos, uísque e cerveja. Ficam até num lugar todo especial, em local privilegiado da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria mais viável se oferecer ao amigo o que se tem de melhor e não aquilo que mais cedo ou mais tarde o poderá destruir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora de pensar. E pensar firme. Pensar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álcool inibe a censura fazendo com que as pessoas percam o autocontrole e a autocrítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão desse comportamento está justamente no etanol, álcool etílico usado nas bebidas, que é uma substância repressora do Sistema Nervoso Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alteração do comportamento se dá, mesmo quando usado em pequenas doses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação do Momento Espírita, com base no artigo Alerta máximo &lt;br /&gt;– para onde caminha  a juventude.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-889464142696204965?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/889464142696204965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=889464142696204965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/889464142696204965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/889464142696204965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/para-onde-caminha-juventude.html' title='Para onde caminha a juventude'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8b7k7oPt9FU/T0pBR6uKZ0I/AAAAAAAAESk/Ygahhz50Xl8/s72-c/189605_207043459308588_100000088065706_810978_2875197_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5442413263353258483</id><published>2012-02-25T16:38:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T16:38:50.379-08:00</updated><title type='text'>Céu aberto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3z01MlOMuFc/T0l_C85nlQI/AAAAAAAAESc/m-erw3joa9s/s1600/390586_274274819304010_100001644817615_814201_1390841656_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-3z01MlOMuFc/T0l_C85nlQI/AAAAAAAAESc/m-erw3joa9s/s320/390586_274274819304010_100001644817615_814201_1390841656_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um mesmo acontecimento, para uma pessoa é motivo de insatisfação e, para outra, de contentamento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Se a família não nos acompanha nas boas atividades a que estamos nos dedicando, podemos sentir queixas ou então nos alegrar considerando o fato de termos conhecido o caminho da luz antes dos familiares.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Quem vê sempre o lado iluminado se desenvolve e quem vê o lado escuro, cairá no mundo da treva. O motivo é o mesmo, mas um se alegra enquanto o outro se queixa. Aqui está o ponto onde o caminho da vida se bifurca.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Quando terminou a Segunda Guerra Mundial, algumas pessoas que tiveram suas casas destruídas pelo fogo mudaram de atividade profissional porque não puderam mais continuar no ramo de negócios anterior e foram bem-sucedidas. Outras, fracassaram. &lt;br /&gt;Não se define a nossa vida pelo fato de sermos ou não surpreendidos por problemas difíceis, mas sim pelo modo como os enfrentamos. Não existe vida sem problemas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Por mais sucesso e prosperidade que tenha a pessoa, sua vida é uma sequência de problemas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que for resolvendo os problemas com optimismo terá suceso e prosperidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A fundadora de uma seita disse: "Mesmo que todos os caminhos estejam fechados, o céu está aberto".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Todas as vezes em que me defrontava com um problema difícil e sentia que estava num beco sem saída, lembrava-me de que "o céu está aberto". Assim vim resolvendo os problemas com a forte crença de que sempre encontrarei a solução. Ficamos desanimados e acabamos desistindo de lutar para solucionar um problema quando olhamos apenas o lado negativo da questão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Devemos acreditar que, indubitavelmente, existe uma solução e ter ânimo para procurarmos o lado positivo da questão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Assim, observando o problema com a mente positiva, descobriremos novos fatos antes despercebidos, teremos esperanças e descobriremos uma solução maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5442413263353258483?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5442413263353258483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5442413263353258483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5442413263353258483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5442413263353258483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/ceu-aberto.html' title='Céu aberto'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3z01MlOMuFc/T0l_C85nlQI/AAAAAAAAESc/m-erw3joa9s/s72-c/390586_274274819304010_100001644817615_814201_1390841656_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8499834974349932485</id><published>2012-02-25T16:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T16:35:16.249-08:00</updated><title type='text'>UMA VIDA, DUAS VIDAS, UM SORRISO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uG5AggV2OMY/T0l-NHQApKI/AAAAAAAAESU/a3KXgApFeyY/s1600/73594_123042844421369_100001469621987_150259_5607165_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" src="http://3.bp.blogspot.com/-uG5AggV2OMY/T0l-NHQApKI/AAAAAAAAESU/a3KXgApFeyY/s320/73594_123042844421369_100001469621987_150259_5607165_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Foi durante a guerra civil na Espanha. Antoine de Saint Exupery, o autor do Pequeno Príncipe, foi lutar ao lado dos espanhóis que preservavam a democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa feita, caiu nas mãos dos adversários. Foi preso e condenado à morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite que precedia a sua execução, conta ele que foi despido de todos os seus haveres e jogado em uma cela miserável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guarda era muito jovem. Mas era um jovem que, por certo, já assassinara a muitos. Parecia não ter sentimentos. O semblante era frio.&lt;br /&gt;Vigilante, ali estava e tinha ordens para atirar para matar, em caso de fuga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exupery tentou uma conversa com o guarda, altas horas da madrugada. Afinal, eram suas últimas horas na face da terra. De início, foi inútil. Contudo, quando o guarda se voltou para ele, ele sorriu.&lt;br /&gt;Era um sorriso que misturava pavor e ansiedade. Mas um sorriso. Sorriu e perguntou de forma tímida:&lt;br /&gt;- Você é pai?&lt;br /&gt;A resposta foi dada com um movimento de cabeça, afirmativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu também, falou o prisioneiro. Só que há uma enorme diferença entre nós dois. Amanhã, a esta hora eu terei sido assassinado. Você voltará para casa e vai abraçar seus filhos.&lt;br /&gt;Meus filhos não têm culpa da minha imprevidência. E, no entanto, não mais os abraçarei no corpo físico. Quando o dia amanhecer, eu morrerei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora em que você for abraçar o seu filho, fale-lhe de amor. Diga a ele: "amo você. Você é a razão da minha vida." Você é guarda. Você está ganhando dinheiro para manter a sua família, não é?&lt;br /&gt;O guarda continuava parado, imóvel. Parecia um cadáver que respirava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prisioneiro concluiu: então, leve a mensagem que eu não poderei dar ao meu filho.&lt;br /&gt;As lágrimas jorraram dos olhos. Ele notou que o guarda também chorava. Parecia ter despertado do seu torpor. Não disse uma única palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomou da chave mestra e abriu o cadeado externo. Com uma outra chave abriu a lingüeta. Fez correr o metal enferrujado, abriu a porta da cela, deu-lhe um sinal.&lt;br /&gt;O condenado à morte saiu apressado, depois correu, saindo da fortaleza.&lt;br /&gt;O jovem soldado lhe apontou a direção das montanhas para que ele fugisse, deu-lhe as costas e voltou para dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carcereiro deu-lhe a vida e com certeza foi condenado por ter permitido que um prisioneiro fugisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antoine de Saint Exupery retornou à França e escreveu uma página inesquecível: Uma vida, duas vidas, um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas vezes podemos sorrir e apresentamos a face fechada, indiferente.&lt;br /&gt;Entretanto, as vozes da imortalidade cantam. Deus canta em todo o universo a glória do amor.&lt;br /&gt;Sejamos nós aqueles que cantemos a doce melodia do amor, em todo lugar, nos corações.&lt;br /&gt;Hoje mais do que ontem, agora mais do que na véspera quebremos todos os impedimentos para amar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8499834974349932485?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8499834974349932485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8499834974349932485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8499834974349932485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8499834974349932485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/uma-vida-duas-vidas-um-sorriso.html' title='UMA VIDA, DUAS VIDAS, UM SORRISO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-uG5AggV2OMY/T0l-NHQApKI/AAAAAAAAESU/a3KXgApFeyY/s72-c/73594_123042844421369_100001469621987_150259_5607165_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6937341666692561927</id><published>2012-02-25T16:32:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T16:32:29.709-08:00</updated><title type='text'>Certezas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Rkc0hXi8h34/T0l9lEtGctI/AAAAAAAAESM/du0vr4d6pkA/s1600/73148_169389496407318_100000088065706_558378_3242312_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Rkc0hXi8h34/T0l9lEtGctI/AAAAAAAAESM/du0vr4d6pkA/s320/73148_169389496407318_100000088065706_558378_3242312_n.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Não quero alguém que morra de amor por mim... &lt;br /&gt;Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, &amp;nbsp;não me importando com que intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...&lt;br /&gt;Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que esse momento será inesquecível...&lt;br /&gt;Só quero que meu sentimento seja valorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... &lt;br /&gt;E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...&lt;br /&gt;e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, &lt;br /&gt;alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe&amp;nbsp;proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...&amp;nbsp;e não brinque com ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que esse alguém me peça para que eu&amp;nbsp;nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter&amp;nbsp;forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, &amp;nbsp;e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, &lt;br /&gt;talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Que a esperança nunca me pareça um "não" &lt;br /&gt;que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, &lt;br /&gt;de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, &amp;nbsp;sem ter de me preocupar com terceiros...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, &lt;br /&gt;que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mário Quintana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6937341666692561927?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6937341666692561927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6937341666692561927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6937341666692561927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6937341666692561927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/certezas.html' title='Certezas'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Rkc0hXi8h34/T0l9lEtGctI/AAAAAAAAESM/du0vr4d6pkA/s72-c/73148_169389496407318_100000088065706_558378_3242312_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3116631900520034656</id><published>2012-02-25T16:26:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T16:26:35.485-08:00</updated><title type='text'>Duas Certezas da Vida: a Morte e as Mudanças...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x0yzZFZch7A/T0l8JEsI-AI/AAAAAAAAESE/nmaB8URYpl8/s1600/73000_139617352753795_100001165934573_182019_2055773_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-x0yzZFZch7A/T0l8JEsI-AI/AAAAAAAAESE/nmaB8URYpl8/s320/73000_139617352753795_100001165934573_182019_2055773_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Trabalho em uma indústria de embalagens plásticas e gostaria de compartilhar uma experiência com você, caro leitor. Estamos trocando o software que gerencia os pedidos, ordens de fabricação e vendas da empresa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Procuramos modernizar e aproveitar os benefícios da tecnologia, são as facilidades proporcionadas pelo progresso. Sabemos que com o novo software os processos serão mais ágeis, dinâmicos e redundarão em melhoria para todos, seja do setor administrativo ou da parte fabril. Mas, há um  senão. Um senão chamado  MUDANÇA.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Porque para que isso ocorra as mudanças são inevitáveis. E Quanta dificuldade para mudar. Estávamos acostumados com uma configuração, um perfil um layout e nos deparamos com nova configuração, novo layout, novo perfil. Fui contra, tentei de todas as formas boicotar a mudança, em vão. Diante dos argumentos dos colegas e da imposição da empresa fui obrigado a aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Alguns funcionários do setor fabril também foram contra, afinal, a mudança atinge diretamente a área em que eles trabalham. Condicionados a identificar as ordens de fabricação pela cor, agora terão que ler.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pois é, terão que ler. Difícil? Nada, ler é fácil, o complicado é mudar, sair da zona de conforto e enfrentar o novo. Os colegas costumam dizer lembrando um chavão futebolístico: “Para quê mudar?” Time que está ganhando não se mexe!”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Será mesmo? A Olivetti pensava assim, estava ganhando e não cogitava mudanças, continuou fabricando máquinas de escrever que eram necessárias aos escritóriwellington_plasvipel@terra.com.bros, mas a evolução chegou e trouxe os computadores, as máquinas de escrever então ficaram obsoletas e caíram em desuso, a mudança ocorreu, a Olivetti era um time que estava ganhando e não mexeram nele, então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então perdeu! Nesse mundo com mudanças abruptas ou aprendemos a nos adaptar às novidades, ou ficaremos marginalizados pelo progresso que impõe constantemente novas situações.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E interessante que essa dificuldade para aceitar as mudanças ocorre em todos os quadrantes da vida. Conheço um senhor que não muda a posição de sua cama de forma alguma, viúvo, a deixa do mesmo modo de quando a esposa faleceu, afirma que é uma maneira de se lembrar dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Está condicionado a isso, não adianta ninguém falar para vender o móvel ou tirá-lo dali que ele não escuta. É a nossa velha inflexibilidade impedindo de olhar outras alvoradas. Inclusive a questão que envolve a morte está dentro desta discussão pertinente à dificuldade de adaptação ao novo. Imagine, de uma hora para outra o pai querido, o amigo conselheiro, a mãe generosa, o avô carinhoso não está mais materialmente conosco.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;È uma nova situação, teremos que nos adaptar as novas circunstâncias impostas pela vida. Como viver sem eles? Como ficar sem os conselhos, abraços, afagos? Novas situações que pedem uma nova postura. È o universo conspirando para nosso aperfeiçoamento. Lembro de quando minha mãe faleceu, muito carinhosa e bondosa, era uma grande mãe na acepção da palavra. Todavia, não obstante a tristeza  pela sua partida, hoje afirmo sem medo que sua ausência me levou a um grande crescimento pessoal e profissional. Sim, quando em vida minha mãe me abraçava demais, a velha questão do protecionismo ilimitado ao filho que o impede de alçar vôos mais altos em direção à responsabilidade de governar sua própria vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mesmo depois de alguns anos de casado era minha mãe que colaborava sobremaneira no sustento de minha família. Com sua morte precisei encarar a realidade da nova situação. Responsabilidade não faz mal a ninguém. No começo fiquei com medo, mas depois tive de bater asas e encarar o novo desafio. E que desafio. A nova situação me fez enxergar uma outra vida, até então desconhecida. Tive de trabalhar mais, me empenhar mais, enfim, aprender mais. A mudança é um dos braços da evolução, porquanto incita ao novo afastando de nós o condicionamento que nos deixa estagnado vivendo tempos remotos em épocas atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, tem medo do novo? Tem dificuldades de se adaptar às mudanças, sejam elas tecnológicas, sociais, familiares ou profissionais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como está sua coragem para enfrentar novos desafios? Aqueles que dizem que a única certeza que temos na vida é a morte, estão em parte, equivocados, além da morte há também como certeza as mudanças, por isso vale a pena conferi-las de perto, para que não sejamos, assim como a Olivetti, pegos de surpresa pela evolução.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Wellington Balbo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3116631900520034656?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3116631900520034656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3116631900520034656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3116631900520034656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3116631900520034656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/duas-certezas-da-vida-morte-e-as.html' title='Duas Certezas da Vida: a Morte e as Mudanças...'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-x0yzZFZch7A/T0l8JEsI-AI/AAAAAAAAESE/nmaB8URYpl8/s72-c/73000_139617352753795_100001165934573_182019_2055773_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8820706247031865250</id><published>2012-02-25T16:17:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T16:17:23.701-08:00</updated><title type='text'>- André Luiz - Concentração Mental (Psicofonia de Chico...</title><content type='html'>&lt;iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/wewSd1gklII?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8820706247031865250?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8820706247031865250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8820706247031865250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8820706247031865250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8820706247031865250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/andre-luiz-concentracao-mental.html' title='- André Luiz - Concentração Mental (Psicofonia de Chico...'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/wewSd1gklII/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3961202090061534904</id><published>2012-02-25T10:00:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T10:00:53.528-08:00</updated><title type='text'>O TELEFONE SÓ TOCA DE LÁ PARA CÁ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-meCIyIYdJ-Q/T0khvwwXzZI/AAAAAAAAER8/o9bsgUveg8U/s1600/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-meCIyIYdJ-Q/T0khvwwXzZI/AAAAAAAAER8/o9bsgUveg8U/s320/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Chico tomava cuidado para não ser levado a essas parcerias inconscientes e não se tornar “psicógrafo” de redações ditadas ou encomendadas, inconscientemente, pelas famílias em busca de notícias dos entes queridos e de evidências da sobrevivência deles em outro plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O telefone só toca de lá para cá — Chico repetia sem cessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, o médium abraçava os pais em desespero e chorava junto com eles. Em seguida, dava a receita capaz de aliviar a saudade e o sofrimento: trabalho em favor do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ajuda e você vai estar se ajudando — dizia. — O trabalho engrosssa o fio da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada mensagem psicografada cumpria, e cumpre, duas missões básicas: atenuar a dor das famílias e difundir lições fundamentais da doutrina espírita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lição número 1: a morte não existe, o espírito é imortal e evolui através dos tempos. A morte é uma libertação.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Lição número 2: é preciso aceitar as dores e obstáculos da vida. Tragédias brutais como a perda prematura de entes queridos são resgates e já estavam programadas antes de nosso renascimento. São compromissos assumidos por nós antes da reencarnação.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Lição número 3: quanto mais a família sofre e se desespera na Terra, pior o espírito se sente na outra dimensão. Os elos entre quem fica e quem parte se mantêm e o sofrimento das famílias, muitas vezes marcado por revolta e culpa, só prejudica a recuperação de quem renasce no outro plano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3961202090061534904?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3961202090061534904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3961202090061534904' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3961202090061534904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3961202090061534904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-telefone-so-toca-de-la-para-ca.html' title='O TELEFONE SÓ TOCA DE LÁ PARA CÁ'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-meCIyIYdJ-Q/T0khvwwXzZI/AAAAAAAAER8/o9bsgUveg8U/s72-c/74030_169611446385123_100000088065706_560043_2345144_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-7649830455539179616</id><published>2012-02-25T09:55:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T09:55:57.124-08:00</updated><title type='text'>Opinião de Divaldo sobre a enxurrada de livros "espíritas" no mercado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xj2BGJiN7nc/T0kgk1V2b1I/AAAAAAAAER0/SrqRYLWTE7w/s1600/39363_1415408219500_1061422737_31012119_6635435_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://3.bp.blogspot.com/-xj2BGJiN7nc/T0kgk1V2b1I/AAAAAAAAER0/SrqRYLWTE7w/s320/39363_1415408219500_1061422737_31012119_6635435_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;FEP: O movimento espírita tem sido invadido por uma enxurrada de publicações que trazem a informação de serem mediúnicas. Temos visto que os dirigentes, vários deles, não utilizam qualquer critério de seleção doutrinária. O que nos aconselha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O nosso pudor em torno do Index Expurgatorius da Igreja Romana leva-nos, sem nos darmos conta, a uma tolerância conivente. Como não nos é lícito estabelecer um mapa de obras que mereçam ser estudadas em detrimento daquelas que trazem informações inautênticas em torno dos postulados espíritas, muitos dirigentes, inadvertidamente, divulgam obras que prejudicam mais a compreensão do Espiritismo do que aclaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito comum dizer: mas é muito boa! Mas, muito boa, porém não uma obra espírita e no que diz respeito à mediunidade, a mediunidade ficou tão barateada, tão vulgarizada, que perdeu aquele critério com que Allan Kardec a estuda em “O Livro dos Médiuns”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médium é médium desde o berço. Os fenômenos nos médiuns ostensivos começam na infância e quando têm a felicidade de receber a diretriz da Doutrina, torna-se o que Chico Xavier denominava com muita beleza: mediunidade com Jesus. O que equivaleria dizer: a mediunidade ética, a mediunidade responsável, criteriosa, a mediunidade que não se permite os desvios do momento, os modismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a mediunidade natural pode surgir em qualquer época e ela surge como inspiração. O indivíduo pode cultivá-la, desenvolve-la naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem ocorrendo uma coisa muito curiosa, pela qual, alguns espíritas desavisados, de alguma maneira, são responsáveis: se o livro é de um autor encarnado, não se lê, porque como se ele não tivesse autoridade de expender conceitos em torno da Doutrina. Mas, se é um livro mediúnico, ele traz um tipo de mística, de uma chancela, e as pessoas logo acham que é o máximo. Adotam esse livro como um Vade Mecum, trazendo coisas que chocam porque vão de encontro aos postulados básicos do espiritismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra agora uma coisa que é profundamente perturbadora: o interesse comercial. Vender o livro sob a justificativa de que as Casas Espíritas necessitam de recursos. Para atender as necessidades, vendem obras de autoajuda, de esoterismo, de outras doutrinas, quando deveríamos cuidar de divulgar as obras do Espiritismo, tendo um critério de coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando visitei Paris pela primeira vez, em 1967, eu fui ver e conhecer a Union Spirite Française que ficava na Rua Copernique, número 8. Era período de férias, agosto a setembro, praticamente a Europa fecha-se e a França, principalmente. A Union estava fechada. Chamou-me a atenção as vitrinas que exibiam obras: não tinha uma espírita. Eram obras esotéricas, eram obras hinduístas, eram obras de Madame Blavatsky. São todas respeitáveis, mas não temos compromisso com elas. O nosso compromisso é com Jesus e com Kardec, sem nenhum fanatismo e sem nenhuma restrição pelas outras obras, que consideramos valiosas para cultura, para ampliação do entendimento. Mas, temos que optar por conhecer a Doutrina que professamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificamos, neste momento, essa enxurrada perniciosa, porque saem mais de cinqüenta títulos de obras pseudomediúnicas por mês, pelo menos que nos chegam através dos catálogos, tornando-se impossíveis de serem lidas. O que ocorre? Eu recebo entre 10 e 20 solicitações mensais, pedindo aos Espíritos prefácios para obras que ainda estão sendo elaboradas. A pressa desses indivíduos de projetar a imagem, de entrarem nesse pódium do sucesso é tão grande que ainda não terminaram de psicografar - quando é psicográfica - ou de transcrevê-la, quando é inspirada, ou de escrevê-la, quando é de próprio punho, de própria concepção, já preocupado com o prefácio. Eu lhes digo: Bom, aos Espíritos eu não faço solicitações. Peço desculpas por não poder mandar o prefácio desejado. Espere, pelo menos, concluir o trabalho. Pode ser que eu morra, pode ser que você morra e pode ser que o Guia reencarne antes de terminar a obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma onda de perturbação para minar-nos por dentro. O Codificador nos recorda que os piores inimigos estão no próprio Movimento, o que torna muito difícil a chamada seleção natural. Nós deveremos ter muito cuidado ao examinar esses livros. Penso que as instituições deveriam ter uma comissão para lê-los, avaliar a sua qualidade e divulgá-los ou não, porquanto as pessoas incautas ou desconhecedoras do Espiritismo fascinam-se com ideias verdadeiramente absurdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho ouvido e visto declarações pessoais de médiuns que dizem não serem espíritas e não terem nenhum vínculo com qualquer “ismo”; são livres atiradores e as suas obras são vendidas nos Centros Espíritas, porque vendem muito. Até amigos muito queridos têm, em suas livrarias, nos Centros Espíritas que frequentam, essas obras que são romances interessantes, como os antigos romances de Agatha Christie, de M. Dellyt e tais. Mas essas obras não são espíritas, embora ditadas por um Espírito, mas ditadas ao computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas obras são muito interessantes, ninguém contesta, mas o tempo que se gasta, lendo-as, é um desvio do tempo de aprendizagem da Doutrina Espírita. As pessoas ficam sempre à margem, não se aprofundam. Observo, em nossa Instituição, pelas perguntas infantis que me fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário que procuremos divulgar a Doutrina, conforme nós a herdamos do ínclito Codificador e das entidades venerandas, que preservaram essa Doutrina extraordinária, para que nós possamos contribuir com a construção de um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito desses livros que proliferam, me causam surpresa, quando amigos com quarenta, cinqüenta anos de idade, pessoas lúcidas, pessoas cultas, que nunca foram médiuns, ou, pelo menos, jamais o disseram, escrevem livros até ingênuos, que nem são bons nem são maus, e rotulam como mediúnicos e passam a vender, porque são mediúnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, a questão deve ser muito bem estudada, inclusive, penso, que pelo Conselho Federativo Nacional para se tomar uma providência. Não de cercear-se a liberdade — não temos esse direito, mas pelo menos de esclarecer os leitores e procurar demonstrar quais são as características de uma obra espírita e as características de uma obra imaginativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos livros mais vendidos, dito mediúnico, tem verdadeiras aberrações, em que a entidade fez do mundo espiritual uma cópia do mundo físico, ao invés de o mundo físico ser uma cópia do mundo espiritual. Inverteu, porque o Espírito está tão físico no mundo espiritual! E um Espírito do sexo feminino, que tem os fluxos catamênicos no mundo espiritual e que vai ao banheiro e dá descarga!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras obras, igualmente muito graves, falam de relacionamentos sexuais para promoverem reencarnação no Além. Ora, a palavra reencarnação já caracteriza tomar um corpo de carne. Como reencarnar no Além, no mundo de energia, de fluidos, onde não existe a carne? O Além, com ninhos de passarinhos multiplicando-se, em que as aves vêm, chocam e nascem os filhotinhos. Não é que estejamos contra qualquer coisa, mas é que são delírios, pura fascinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que alguns desses médiuns são médiuns autênticos. Ocorre que eles não perderam a mediunidade, a sua faculdade mediúnica é que mudou de mãos, daquelas entidades respeitáveis para as entidades frívolas que estão criando verdadeiros embaraços, porque em determinados seminários, palestras, fazem perguntas diretas e ficamos numa situação delicada, porque citam os nomes. Toda vez que dizem os nomes eu me recuso responder. Numa pergunta em tese muito bem, mas declinar nomes, não. Não tenho esse direito de levar alguém ao escárnio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o problema é mais grave do que parece, porque muitos também estão fazendo disso profissão, embolsam o resultado das vendas. Enquanto outros justificam obras de má qualidade, por terem um objetivo nobre: ajudar obras de assistência social. Os meios não justificam os fins."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-7649830455539179616?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/7649830455539179616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=7649830455539179616' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7649830455539179616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7649830455539179616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/opiniao-de-divaldo-sobre-enxurrada-de.html' title='Opinião de Divaldo sobre a enxurrada de livros &quot;espíritas&quot; no mercado'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xj2BGJiN7nc/T0kgk1V2b1I/AAAAAAAAER0/SrqRYLWTE7w/s72-c/39363_1415408219500_1061422737_31012119_6635435_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4661168254511992675</id><published>2012-02-25T09:49:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T09:49:41.176-08:00</updated><title type='text'>Era mais uma noite de rotina naquele lar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cghTenY0iYg/T0kfKM4D9jI/AAAAAAAAERs/GaNoKN6bVTM/s1600/10446.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-cghTenY0iYg/T0kfKM4D9jI/AAAAAAAAERs/GaNoKN6bVTM/s320/10446.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aquela mãe preparava carinhosamente as camas de seus filhos para que eles se acomodassem.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;No momento em que a um deles foi desejar boa noite de sono, fez uma pergunta cuja resposta a surpreendeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de verificar se ele havia cumprido os seus afazeres noturnos, perguntou-lhe se tinha arrumado suas roupas da escola, escovado seus dentes com o devido cuidado e feito sua oração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A criança respondeu que momentos antes tinha arrumado suas coisas pessoais, feito a higiene dentária, mas que não tinha orado.&lt;br /&gt;Diante da resposta inesperada, a mãe começou a repreendê-lo, explicando-lhe a importância de se fazer a prece diariamente. O garoto de oito anos a interrompeu e lhe disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Sabe mãe, não sinto necessidade de orar agora porque eu já rezei hoje em outros momentos do meu dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A primeira vez foi quando eu estava indo para a escola. Chovia na estrada. Então, pedi a Deus que protegesse todos os motoristas e as pessoas que andassem nela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A segunda vez foi quando cheguei à escola. Havia parado de chover, tinha um sol lindo e meus amigos e eu vimos um arco-íris no céu. Pensei que aquela visão era um presente de Deus para nós e O agradeci.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A terceira, foi quando conversei com meu anjo de guarda, pedindo a ele que me ajudasse, pois a professora havia passado uma tarefa muito grande e minha mão doía de tanto escrever.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;E, por último, quando chegamos em casa depois da escola, vi que nossa cachorrinha tinha melhorado do mal estar. Aí, agradeci a Deus por ela.&lt;br /&gt;*    *    *&lt;br /&gt;Grande exemplo dessa doce criança. Com ela aprendemos a nos mantermos em contínua oração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Ela nos mostra que o pensamento, quando parte espontâneo, com sentimento, se transforma em prece clara e simples, mais valiosa do que longas orações ditas por hábito, em horários pré-estabelecidos.&lt;br /&gt;Mostra-nos também, através da sua postura, que podemos ter como objetivo um pedido, um agradecimento ou uma glorificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Com seu modo de agir lembra-nos que o poder da prece está no pensamento, que não depende nem das palavras, nem do lugar e nem do momento em que seja feita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, sentimos necessidade de estar em um lugar que favoreça o recolhimento, mas não precisamos de um local específico e nem de um tempo determinado. Podemos orar em toda parte e a qualquer hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A fé faz um grande bem ao coração e induz a alma à prece. Por isso é muito importante que plantemos nos corações de nossas crianças, desde cedo, essa semente, para que ela cresça e vá se fortalecendo por toda a vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Através da prece elevamos nossa alma a Deus e colhemos a certeza de estarmos com Ele, de forma mais íntima, mais estreita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4661168254511992675?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4661168254511992675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4661168254511992675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4661168254511992675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4661168254511992675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/era-mais-uma-noite-de-rotina-naquele.html' title='Era mais uma noite de rotina naquele lar'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cghTenY0iYg/T0kfKM4D9jI/AAAAAAAAERs/GaNoKN6bVTM/s72-c/10446.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8542708731960520315</id><published>2012-02-25T09:45:00.000-08:00</published><updated>2012-02-25T09:45:29.351-08:00</updated><title type='text'>No momento do desencarne</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cXZttkSmRHM/T0keLFN5D0I/AAAAAAAAERk/juwdlCGGYL8/s1600/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-cXZttkSmRHM/T0keLFN5D0I/AAAAAAAAERk/juwdlCGGYL8/s320/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Imagine uma pessoa num quarto de hospital, vivendo seus últimos momentos dessa encarnação. Vamos imaginar duas possibilidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena 1 - Entra um médico, bom profissional, porém completamente desligado da realidade espiritual.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Ele se aproxima do doente, é um momento grave. Com a sua experiência, pressente a proximidade do fim. Coloca o estetoscópio no peito do paciente e ausculta um ritmo cardíaco atrapalhado, de um coração que implora por uma folga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;- Infelizmente, acredito que o Sr. Machado não sobreviverá até o anoitecer, diz ele para a família que espera ansiosa pela avaliação do esculápio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Choros ansiosos e angustiados cortam o ar. O ambiente energético se desequilibra, piorando a já grave situação do enfermo.&lt;br /&gt;O médico olha para a cena, tão familiar em sua vida profissional, sente tristeza por presenciar mais um paciente seu que se despede desse mundo, mas enfim, a vida na terra continua e se despede da família, deixando-a vivenciar a dor da separação iminente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena 2 - Entra um médico, bom profissional, porém ciente da realidade espiritual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Ele se aproxima do doente, é um momento grave. Com a sua experiência, pressente a proximidade do fim. Coloca o estetoscópio no peito do paciente e ausculta um ritmo cardíaco atrapalhado, de um coração que implora por uma folga. Enquanto tenta ouvir as bulhas cardíacas, eleva seu pensamento a Deus e pela ação da sua vontade faz irradiar de seu chacra cardíaco e pelas suas mãos, uma energia balsamizante, confortadora, que se espalha pelo corpo alquebrado do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;- Acredito que o momento do retorno do Sr. Machado está próximo, é importante procurar apoiá-lo nesse instante , envolvendo-o com amor e carinho, diz ele para a família que espera ansiosa pela avaliação do esculápio.&lt;br /&gt;Choros ansiosos e angustiados cortam o ar. O ambiente energético se desequilibra, piorando a já grave situação do enfermo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O médico olha para a cena, tão familiar em sua vida profissional, sente tristeza por presenciar mais um paciente seu que se despede do mundo, mas enfim, sente que vida continua em outra dimensão e se dirige a família, com frases de estímulo, abordando a questão espiritual com delicadeza e respeito pelas crenças alheias. Jesus não veio a Terra e disse que o seu reino não era desse mundo? Não é a vida uma oportunidade fugaz de demonstrarmos na prática aquilo que acreditamos de mais sagrado? Não caminhamos todos inexoravelmente para o mundo espiritual? E conclui seus apontamentos conclamando a todos a serenidade, a leitura edificante e a oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia que passa estamos mais próximos da vida espiritual. Essa aproximação pode deixar alguns incomodados, mas é um caminho democrático, vivenciado por todos, sem exceção. Nesse exemplo acima, descrevemos o papel do médico consciente da vida espiritual perante a família que perde um ente querido, mas nesses momentos extremos todos nós podemos exercer um papel de seareiros do Cristo, através da oração, da calma, da amizade, mesmo que no mais absoluto silêncio quanto as nossas crenças.&lt;br /&gt;O conhecimento exige um preço, que é a utilização do saber em prol da comunidade em que vivemos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se acreditamos de fato na continuidade da vida, não tem sentido não combater esse péssimo hábito de encarar a “morte” como o fim de tudo. Se sabemos que não há verdadeira morte, mas mudança de plano vibracional, porque aceitarmos ou sermos coniventes com atitudes que demonstrem o contrário? Porque alimentar sentimentos de desamparo absoluto se sabemos que o Pai não desampara nenhum de seus filhos e toda separação é ilusória?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Se você acredita de verdade na realidade espiritual e na continuidade da vida, comece agora mesmo a vivenciar essa realidade no seu dia a dia, conectando-se através da oração e da meditação aos planos superiores da existência e iniciando agora a sua “aclimatação” energética. Exemplifique a sua crença através da calma, da paciência e da compreensão nas leis divinas e seus desdobramentos em nosso cotidiano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Viver com o intuito de desencarnar bem, de estar bem do lado de lá, isso é que importa, e o que verdadeiramente levamos daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Vencio &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8542708731960520315?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8542708731960520315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8542708731960520315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8542708731960520315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8542708731960520315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/no-momento-do-desencarne.html' title='No momento do desencarne'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cXZttkSmRHM/T0keLFN5D0I/AAAAAAAAERk/juwdlCGGYL8/s72-c/307932_169651879787897_100002292580904_355641_931653536_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1261583592082575537</id><published>2012-02-24T13:03:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T13:03:41.033-08:00</updated><title type='text'>A dignidade não se contamina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--x-kuh2XX0U/T0f7HbdWGKI/AAAAAAAAERc/f-4GZjyQas8/s1600/dig.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/--x-kuh2XX0U/T0f7HbdWGKI/AAAAAAAAERc/f-4GZjyQas8/s1600/dig.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Há algum tempo, uma emissora de televisão apresentou uma reportagem intitulada A boca do lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        As câmeras focalizaram a realidade das pessoas que vivem do produto que conseguem retirar daquele lugar infecto, chamado lixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        As cenas chocaram sobremaneira. Crianças e jovens, adultos e velhos disputavam, com as moscas e os urubus, os detritos jogados pelos caminhões de coleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eram pessoas que, em princípio, pareciam confundidas com o próprio lixo, que haviam perdido a identidade, a auto-estima, a dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Revestidas de trapos imundos, reviravam com suas ferramentas os monturos fétidos e retiravam alguns objetos que colocavam num saco, igualmente imundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        No entanto, no decorrer da reportagem, os repórteres elegeram algumas daquelas pessoas e acompanharam um pouco da sua rotina diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eles as entrevistaram, perguntaram qual o motivo que as levou àquele tipo de trabalho, que se poderia chamar de sub-humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E, na medida em que os entrevistados falavam das suas vidas, de seus anseios, de como encaravam a situação, fomos percebendo uma realidade diferente da que supomos no início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Aquelas pessoas não haviam perdido a identidade, tampouco se deixaram confundir com a sujeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Após as lutas do dia, chegavam em seus casebres, tomavam banho, trocavam os trapos infectos por roupas limpas, embora simples, e continuavam seus afazeres domésticos, com dignidade e honradez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Percebemos que aquelas pessoas não permitiram que a situação deprimente e miserável lhes contaminasse a dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Respondendo às perguntas feitas pelos repórteres, uma senhora que vivia com o marido, seis filhos e a mãezinha já idosa, deixou bem clara a sua posição diante da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Quando lhe perguntaram se não era muito difícil criar seis filhos, ela respondeu sorrindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eu os amo de igual forma. Se Deus os mandou, é porque devo criá-los. O que não podemos é matar. Eu nunca matei nenhum no ventre, como não mataria agora, depois de nascido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E quando o repórter perguntou à avó se ela ajudava a cuidar dos netos, esta respondeu com sabedoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eu já criei e eduquei meus 9 filhos. Agora, cabe à mãe deles criá-los. Se fosse para eu criar, Deus os teria enviado como meus filhos também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Uma outra senhora, bem idosa, que também trabalhava no lixão, demonstrava sinais evidentes de dignidade e fé em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O corpo esquálido e a falta de dentes davam notícia dos maus tratos que o tempo imprimira àquela mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Todavia, ao responder ao entrevistador se não se envergonhava de trabalhar no monturo, disse que vergonha é roubar e matar, e que disso ela jamais seria capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Aquelas pessoas, unidas pela desdita, falavam de amizade, respeito mútuo, companheirismo, convidando-nos a mais profundas reflexões em torno das nossas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        É tempo de pensarmos um pouco, antes de reclamar da própria situação, já que, por pior que seja, não se pode comparar a daqueles que vivem do lixo que nós atiramos fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Deus não cria as situações de miséria para Seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Todas as condições sub-humanas impostas a determinadas classes sociais, são geradas pelo próprio homem, que se enclausura na concha escura do seu egoísmo, quando poderia, com poucos esforços e uma pequena dose de solidariedade, dar a cada um o necessário para viver.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1261583592082575537?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1261583592082575537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1261583592082575537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1261583592082575537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1261583592082575537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/dignidade-nao-se-contamina.html' title='A dignidade não se contamina'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--x-kuh2XX0U/T0f7HbdWGKI/AAAAAAAAERc/f-4GZjyQas8/s72-c/dig.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-663696787735640913</id><published>2012-02-24T12:58:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T12:58:13.227-08:00</updated><title type='text'>Diante das adversidades da vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-naPxNG1VvJM/T0f53FZD5JI/AAAAAAAAERU/oHxMzlUPRGg/s1600/tombo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-naPxNG1VvJM/T0f53FZD5JI/AAAAAAAAERU/oHxMzlUPRGg/s1600/tombo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Recuperar-se de um tombo não é uma tarefa das mais fáceis, devemos concordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são todos que conseguem colocar em prática o refrão popular: Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima, criado na música de Paulo Vanzolini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, quando caímos, por qualquer motivo, como seja o fim de um relacionamento; a perda de um emprego; um acidente, ou até mesmo a pressão do dia a dia, tendemos a ficar estatelados no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como continuar? Como seguir adiante? Vale a pena todo esforço novamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente existem pessoas que conseguem contornar tudo isso com maior facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo quando tudo parece conspirar negativamente, elas vão em frente, com um sorriso no rosto e dispostas a enfrentar o que for preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intrigados em descobrir o que levava algumas pessoas a enfrentar tão bem esses contratempos da vida, especialistas em comportamento humano passaram a estudar os traços desses sobreviventes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros chegaram a concluir que se tratava de uma invulnerabilidade inata, algo como um verdadeiro dom com o qual as pessoas já nasciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, parece que isso não respondia tudo, e há pouco mais de uma década começou-se a investigar o termo invulnerabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este parecia sugerir que as pessoas seriam 100% imunes  a qualquer tipo de adversidade - o que não seria a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora sejam pessoas que passem pelos problemas com maior facilidade, isso não quer dizer que saiam dessas experiências totalmente ilesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudiosos passaram a buscar um termo mais adequado, e foi então que emprestaram uma terminologia da física: resiliência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resiliência é uma propriedade de alguns materiais, que mostra sua capacidade em retornar ao seu estado original, após sofrer grande pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim seriam as pessoas com alto grau de resiliência: teriam capacidade de encarar as adversidades como oportunidade de mostrar e aprimorar sua competência, seu entusiasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais pessoas encontram também soluções criativas e determinadas para se levantar do chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste instante você poderá estar imaginando qual o seu grau de resiliência, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe destacar aqui que ser resiliente não é ser indiferente, insensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de sentir ou não sentir, mas sim de como atravessar as experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria uma habilidade, que todos podemos adquirir, de suportar o sofrimento, extraindo dele tudo que tem para nos ensinar. Aí está a chave de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léon Denis afirma com propriedade, que se, nas horas de provação, soubéssemos observar o trabalho interno, a ação misteriosa da dor em nós, compreenderíamos melhor sua obra sublime de educação e aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão da dor humana procede da proteção divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os povos são famílias de Deus que, à maneira de grandes rebanhos, são chamados ao aprisco do Alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Terra é o caminho. A luta que ensina e edifica é a marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sofrimento é sempre o aguilhão que desperta as ovelhas distraídas à margem da senda verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-663696787735640913?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/663696787735640913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=663696787735640913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/663696787735640913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/663696787735640913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/diante-das-adversidades-da-vida.html' title='Diante das adversidades da vida'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-naPxNG1VvJM/T0f53FZD5JI/AAAAAAAAERU/oHxMzlUPRGg/s72-c/tombo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8719923558942806531</id><published>2012-02-24T12:50:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T12:50:06.268-08:00</updated><title type='text'>Deus te abençoe, meu filho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZPWEOfRYbs4/T0f31OVmUZI/AAAAAAAAERM/eZYNk477sDY/s1600/ben%C3%A7%C3%A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZPWEOfRYbs4/T0f31OVmUZI/AAAAAAAAERM/eZYNk477sDY/s1600/ben%C3%A7%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Houve tempos em que era comum o gesto. A vida moderna, o abandono de Deus pelas criaturas, o fez quase desaparecer.&lt;br /&gt;Raro é o lar onde ainda se manifesta. Em lugares ermos, onde a simplicidade da vida se consorcia com a fé, ainda persiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Falamos do que era costume de inúmeras famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Quando as crianças levantavam, pela manhã; quando se preparavam para dormir; quando cumprimentavam as visitas, uniam as mãos e as estendiam em direção dos pais, avós, tios, padrinhos, pedindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A bênção, pai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A bênção, vó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A bênção, madrinha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E esses, com suas mãos envolviam as infantis e desejavam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Deus te abençoe, meu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Naturalmente que, pelo hábito, o gesto passou a ser quase mecânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Isto é, muitas vezes era repetido somente por ser tradição, sem envolvimento emocional algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        De toda forma, a simples menção do nome de Deus, na frase, com emissão de bênçãos, tinha seu valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Era o momento em que o pequeno, chutando bola ou brincando na terra, corria ao encontro do recém-chegado para dizer, quase sem fôlego:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A bênção, tio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E receber o carinho das mãos gigantes, em torno das suas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Podemos imaginar o efeito quando o adulto, cheio de saudades, de amor, dizia com toda unção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Deus te abençoe, meu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Como faz falta Deus em nossos lares e em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Quantos distúrbios, desentendimentos, rusgas poderiam ser amainadas. Ou evitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Quanta inquietação infantil, manhas e teimosias poderiam ser diluídas, com a formalidade de bênçãos aos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Isso porque a palavra carrega as vibrações de quem as pronuncia. Essas vibrações envolvem o ser a quem são dirigidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Podemos imaginar–nos, pais amorosos, dizendo ao filho: Deus te abençoe, o quanto de bênçãos a ele endereçamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Podemos cogitar de que, tantas vezes pronunciado o desejo, o mantemos envolvido em um halo de reconforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        As bênçãos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Tão esquecidas e tão ao nosso alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Você, pai ou mãe, avô ou avó, tio ou tia, padrinho ou madrinha, que ama esse pequeno ser que viu nascer, que observa crescer, que o deseja feliz e triunfante, pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Pense nisso e comece a utilizar o Deus te abençoe,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Deus te guarde,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Deus te proteja, muitas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Constatará, após um tempo, os benefícios alcançados, que se traduzirão em menos rebeldias e teimosias; menos explosões de raiva e egoísmo; mais aconchego...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Tente e constatará porque as bênçãos de Deus são vibrações inigualáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Como o sol que espanta o frio e ilumina o Mundo, elas aquecerão o coração da sua criança, o seu também e todos seremos muito mais felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Com as bênçãos de Deus.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8719923558942806531?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8719923558942806531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8719923558942806531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8719923558942806531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8719923558942806531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/deus-te-abencoe-meu-filho.html' title='Deus te abençoe, meu filho'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ZPWEOfRYbs4/T0f31OVmUZI/AAAAAAAAERM/eZYNk477sDY/s72-c/ben%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3934998478470885545</id><published>2012-02-24T12:26:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T12:26:13.014-08:00</updated><title type='text'>Um dever de consciência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-i29gtDkr2CY/T0fyS_e8e1I/AAAAAAAAERE/yO-2n5PwjTw/s1600/aborto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-i29gtDkr2CY/T0fyS_e8e1I/AAAAAAAAERE/yO-2n5PwjTw/s1600/aborto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O fato de médicos e hospitais de vários municípios do Rio Grande do Sul terem se recusado a fazer o abortamento em uma adolescente de 14 anos, apesar da autorização judicial que trazia consigo, foi manchete nas mídias, no ano de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as notícias, a jovem disse que sua gravidez foi fruto de estupro e obteve do juiz a permissão para realizar o aborto, isentando médicos e hospitais que se dispusessem a eliminar a vida que pulsava em seu ventre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o juiz tenha autorizado o aborto, não lhe caberia o direito de obrigar ninguém a realizar o feito, pois nem sempre a legalidade de um ato o torna moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vale ressaltar na atitude desses médicos, é a consciência do dever. O dever de defender a vida, assumido perante si próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao concluírem o curso os médicos fazem um juramento, o mesmo juramento feito por Hipócrates, um sábio grego que viveu no século V antes de Cristo, e é considerado o Pai da Medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juramento diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darei, como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação.&lt;br /&gt;Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fazer tal juramento, o médico passa a ter um dever moral consigo mesmo. E, se o violar, estará ferindo a própria consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se comprometer com esse ideal, o médico também estabelece o dever para com os outros, que é o segundo passo do dever ético-moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentável é que muitos desses homens e mulheres que juraram, solene e livremente, que manteriam o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção, usem seus conhecimentos médicos para eliminar a vida que pulsa no santuário do ventre materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é admirável a coragem e a honra desses homens e mulheres que não se permitem sujar as mãos com sangue inocente, mesmo sob qualquer pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque sabem que, se agirem em desacordo com o juramento feito por livre vontade, não terão como se olhar no espelho da consciência e enxergar um cidadão honrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever é o mais belo laurel da razão; descende desta como de sua mãe o filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem tem de amar o dever, não porque preserve de males a vida, males aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever cresce e irradia sob mais elevada forma, em cada um dos estágios superiores da Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do Eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da Sua obra resplandeça a seus próprios olhos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3934998478470885545?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3934998478470885545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3934998478470885545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3934998478470885545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3934998478470885545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/um-dever-de-consciencia.html' title='Um dever de consciência'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-i29gtDkr2CY/T0fyS_e8e1I/AAAAAAAAERE/yO-2n5PwjTw/s72-c/aborto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5126638149596155583</id><published>2012-02-24T12:21:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T12:21:06.261-08:00</updated><title type='text'>Desenvolvendo enfermidades...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fXGjtZxUlEg/T0fxIaUadDI/AAAAAAAAEQ8/AAfgmfyuYZA/s1600/enfermidades.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-fXGjtZxUlEg/T0fxIaUadDI/AAAAAAAAEQ8/AAfgmfyuYZA/s1600/enfermidades.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando a médica chegou ao quarto do seu paciente de oito anos, que era portador de um câncer terminal, viu um outro menino, sentado à janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os pais falassem somente a respeito do doente, ela deduziu que aquele garotinho devia ser um vizinho, um coleguinha do enfermo, em visita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algum tempo, descobriu que ele era o irmão menor. Tinha sete anos e parecia estar alheio a tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguém preparada para lidar com a morte, pois sua especialidade era tratar de doentes terminais, a Dra. Elisabeth diagnosticou que o maior enfermo era aquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, ao concluir a consulta, perguntou a ele se a poderia levar até seu carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Eu? - Falou, reagindo à sua presença, pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, você! E dirigiu aos pais um olhar, como a lhes dizer: Deixem-me sozinha com ele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela o convidou a entrar em seu carro e ele logo expressou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que você sabe que tenho asma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuou tristemente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não adianta muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assim, não adianta muito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era grande o drama daquele menino de sete anos. Carregava o peso de não se sentir amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais, contou, davam tudo ao irmão, porque tinha câncer e talvez não vivesse muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compraram-lhe trens elétricos, levaram-no à Disneylândia. Nada era pouco para quem poderia morrer a qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, disse choroso, quando pedi a meu pai uma bola de futebol, ele disse não. E quando lhe perguntei por que não, ele ficou muito zangado e disse:"Você preferiria ter um câncer?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos a tragédia íntima desse menino de apenas sete anos. A mensagem que recebeu foi a de que não era suficientemente doente para ter um desejo atendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua cabecinha, a ideia era: Se meu irmão consegue brinquedos melhores à medida que fica mais doente, talvez eu não esteja doente o bastante. Preciso ficar mais doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história, que é verídica, nos leva a pensar em como, em nossa dor, por vezes, nos tornamos injustos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecemos que todos os filhos devem se sentir amados. Mesmo que um deles nos exija maiores cuidados, por questões próprias, não podemos e nem devemos esquecer os demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criança, assim relegada, pode desenvolver o que se chama de doença psicossomática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais adoece, maior o presente que ele acha que vai receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se tornar adulto, pode se tornar um grande manipulador. Sempre que quiser alguma coisa, terá um ataque cardíaco dramático. Ou um ataque de asma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, pode até vir a desejar que o irmão logo se vá, porque então as atenções retornarão para ele, o filho que sobrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, isso desenvolverá nele um sentimento de culpa, que o poderá martirizar pelo resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um garotinho assim precisa de alguém que o ajude a expressar a sua tristeza, para que sua tristeza não o adoeça ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisa de quem saia com ele e lhe mostre que não há necessidade de ficar doente para ter atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as crianças precisam de amor e se o recebem, não terão que desenvolver doença alguma para competir com quem quer que seja. Até mesmo com um irmão enfermo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças entendem tudo literalmente. Na qualidade de pais ou educadores, necessitamos aprender a controlar o que dizemos e como nos expressamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossas vidas, podemos realizar um grande trabalho de medicina e de psiquiatria preventiva, se fizermos as crianças entenderem que não precisam ficar doentes para serem amadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde cedo, devem receber a mensagem de que o amor é incondicional.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5126638149596155583?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5126638149596155583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5126638149596155583' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5126638149596155583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5126638149596155583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/desenvolvendo-enfermidades.html' title='Desenvolvendo enfermidades...'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fXGjtZxUlEg/T0fxIaUadDI/AAAAAAAAEQ8/AAfgmfyuYZA/s72-c/enfermidades.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1568487243196455789</id><published>2012-02-24T12:15:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T12:15:31.343-08:00</updated><title type='text'>Desculpe, foi engano</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LoDEgNyZm5c/T0fv14DqA7I/AAAAAAAAEQ0/SWPArQybgXs/s1600/alo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-LoDEgNyZm5c/T0fv14DqA7I/AAAAAAAAEQ0/SWPArQybgXs/s1600/alo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Você já fez, algum dia, uma ligação telefônica para um número que não era o desejado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Certamente, sim, pois isso é muito comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E o que você costuma dizer numa situação dessas? Provavelmente pede desculpas pelo engano, ou desliga o telefone assim que ouve a voz que lhe atende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Mas também é muito provável que você já tenha atendido uma ligação em que alguém, do outro lado da linha, tenha dito: Desculpe, foi engano. E o que você diz, nesses casos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Infelizmente, há muita falta de tolerância para com esse tipo de equívoco, cometido por um número expressivo de criaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O comum é se ouvir o telefone batendo com violência, ou reprimendas e palavrões ditos por aqueles que atendem a um telefonema indesejado do senhor engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E isso acontece porque a pessoa que assim age conta com o anonimato, pois se alguém lhe bate à porta da casa, por engano, provavelmente não age dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        No entanto, há casos belíssimos de telefonemas feitos aparentemente por engano, e que tiveram um desfecho inesperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        É o caso de um jovem rapaz que, há algum tempo, foi acordado pela campainha do telefone, por volta das quatro horas da madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ele atendeu e percebeu que a moça que falava do outro lado da linha, tinha a voz entrecortada pelas lágrimas e estava visivelmente transtornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ouviu, por alguns instantes, e notou que era engano, pois a jovem nem o deixou falar e já começou a fazer considerações como se estivesse falando com outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Avisava-o que, por causa do seu comportamento, por tê-la abandonado quando soube da gravidez indesejada, havia tomado uma super dose de comprimidos, com a intenção de se suicidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O moço procurou informá-la, com muito jeito, de que ela não estava falando com a pessoa que desejava, mas talvez tivesse ligado para a pessoa certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A voz da moça estava cada vez mais fraca, suas forças estavam se esvaindo, mas o rapaz procurou manter o diálogo até saber o seu nome e endereço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Assim que desligou o telefone, providenciou o socorro, indicando aos médicos o endereço e também o que havia ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Algum tempo depois, estava o jovem rapaz pregando em seu templo religioso, quando percebeu uma moça chegar timidamente e sentar-se ao fundo da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ao terminar a palestra, alguém lhe apresentou a jovem dizendo que ela estava à sua procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ela se apresentou e disse que era a moça do telefonema por engano, daquela madrugada amarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Falou-lhe que o socorro chegou a tempo de salvá-la e que estava ali para lhe agradecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Para lhe agradecer por não ter desligado o telefone quando percebeu que era engano, mesmo tendo seu sono perturbado em plena madrugada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Por ter ouvido seus xingamentos iniciais com tolerância e ainda lhe oferecer palavras de esperança, naquele momento de desespero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Por ter-lhe dito que o suicídio, além de não pôr fim à vida, ainda agrava os problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E, finalmente, agradecer-lhe por estar viva naquele momento, ela e seu filho por nascer, e poder ouvir novamente suas palavras de consolo e esclarecimento, acerca das leis que regem a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ao atender um telefonema indesejado, procure ser gentil. Geralmente a pessoa que se engana está atribulada, e não faz de propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E, se porventura você se der conta de que ligou para o número errado, desculpe-se com educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Considere que, em tudo o que lhe acontece na vida, você sempre pode tirar a melhor lição.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1568487243196455789?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1568487243196455789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1568487243196455789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1568487243196455789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1568487243196455789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/desculpe-foi-engano.html' title='Desculpe, foi engano'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LoDEgNyZm5c/T0fv14DqA7I/AAAAAAAAEQ0/SWPArQybgXs/s72-c/alo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3631575077729672327</id><published>2012-02-24T11:22:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T11:22:27.187-08:00</updated><title type='text'>Descontrole</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--pkmnHKEaJQ/T0fjZuydw9I/AAAAAAAAEQc/fk4iikZVWlc/s1600/descontrole.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/--pkmnHKEaJQ/T0fjZuydw9I/AAAAAAAAEQc/fk4iikZVWlc/s1600/descontrole.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após 20 anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprou um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar próximo do caminhão, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho de apenas 6 anos estava martelando alegremente a lataria do caminhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritado e aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer curativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para cirurgia imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De resto, falou o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguarda-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um aperto no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai o menino abriu um sorriso e falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino insistiu: “quer dizer que não está mais bravo comigo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não, mesmo”, falou o pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então”, perguntou o garoto, “se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuca-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas más tendências e nossos impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local ou as condições que venhamos a nos encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3631575077729672327?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3631575077729672327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3631575077729672327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3631575077729672327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3631575077729672327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/descontrole.html' title='Descontrole'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--pkmnHKEaJQ/T0fjZuydw9I/AAAAAAAAEQc/fk4iikZVWlc/s72-c/descontrole.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5775201185453662806</id><published>2012-02-24T09:53:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T09:53:02.105-08:00</updated><title type='text'>Para o melhor amigo, o melhor pedaço</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SGBtWBVm10Q/T0fOcWIaPLI/AAAAAAAAEQU/Apv6QMQDxQU/s1600/amigo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-SGBtWBVm10Q/T0fOcWIaPLI/AAAAAAAAEQU/Apv6QMQDxQU/s1600/amigo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranquilo, mesmo quando não recebia comida alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizia não ter ideia pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa amizade começou com um pedaço de pão. -  Disse o mendigo.Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo e daí, não me largou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vocês se ajudam? Perguntou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta:Serapião, você tem algum desejo de vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, respondeu ele.  Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só isso? Indagou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, no momento, é só isso que eu desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado e comeu o pão com os temperos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuou comendo, alegre e satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em quem possamos confiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria deste mendigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Autor desconhecido)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5775201185453662806?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5775201185453662806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5775201185453662806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5775201185453662806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5775201185453662806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/para-o-melhor-amigo-o-melhor-pedaco.html' title='Para o melhor amigo, o melhor pedaço'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SGBtWBVm10Q/T0fOcWIaPLI/AAAAAAAAEQU/Apv6QMQDxQU/s72-c/amigo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3989425757525930463</id><published>2012-02-23T13:27:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T13:27:12.261-08:00</updated><title type='text'>Aja com calma</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ub1LFpY8apk/T0avI8ikUvI/AAAAAAAAEQM/EHlgfzP8AkA/s1600/317777_231501196912981_100001593074641_718946_1475383449_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ub1LFpY8apk/T0avI8ikUvI/AAAAAAAAEQM/EHlgfzP8AkA/s320/317777_231501196912981_100001593074641_718946_1475383449_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Há um provérbio popular que estabelece que a pressa é a inimiga da perfeição.Quem é que nunca ouviu isto? Sempre ouvimos falar que a pressa perturba o trabalho da perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente que esse provérbio deve querer dizer que se nós fazemos as coisas atabalhoadamente, apressadamente, temos todas as possibilidades de cometer erros, de cometer equívocos, de esquecer coisas, de desacertar. Todos  temos experiências em nossas vidas. Quando saímos de casa correndo, esquecemos alguma coisa, deixamos alguma coisa aberta, a lâmpada acesa ou aquilo que a gente ia levar para fazer esquecemos em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito comum percebermos como é que a pressa nos complica, nos agita, nos excita. E, neste mundo no qual vivemos, o que mais tem é excitação, corre-corre. Estamos num mundo de estresses. As pessoas estão sempre agitadas, sempre atrasadas para algum compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais tempo se dá às pessoas menos tempo elas têm. A Humanidade recebeu vários implementos do progresso: as máquinas para nos facilitar os trabalhos, máquinas domésticas, lavadoras, passadeiras, lavadoras de louça, fogões autolimpantes. Tudo eletrônico,  tudo fácil. Geladeira que se descongela, geladeira que produz gelo, que a gente tira na porta. Tudo para facilitar a nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estamos sempre correndo.  Nunca temos tempo. Algo está equivocado. Se Deus não comete equívocos, esses equívocos devem ser cometidos por nós. A calma é a grande palavra nesse momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter calma é algo importantíssimo nas nossas relações sociais, familiais e nas relações conosco também. Mas ser calmo é mais importante ainda. Muita gente diz assim: Perdi a calma com Fulano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que se perde a calma? Como é que se perde a paciência? Se a calma quanto a paciência são virtudes entronizadas no nosso ser, são virtudes já assimiladas pelo ser, como é que a gente perde? Quando dizemos que perdemos a calma ou que perdemos a paciência estamos estabelecendo que nós nunca fomos calmos, nunca fomos pacientes. A calma e a paciência ainda não eram atributos da nossa personalidade, éramos pacientes por conveniência, quando tínhamos interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Éramos calmos por conveniências, quando algum interesse nos feria os desejos. Daí vale a pena pensarmos que, ao falar-se em calma, não se deve pensar naquela paralisia, naquela lerdeza, naquela incapacidade que caracteriza tanta gente no mundo. Quando se pensa que elas estão realizando algum serviço elas ainda não foram! Quando se imagina que já estejam voltando com o produto do que realizaram, ainda não se foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não é isto a calma. Isso é pachorra, preguiça, acomodação ou qualquer outro nome correlato que lhe queiramos dar.  A calma é uma virtude ativa. A pessoa é calma no pensamento, avalia o que tem para fazer, o que vai fazer, como deseja fazer, qual é a intensidade do seu fazer. Uma pessoa calma. Ela tem tudo já estruturado na mente mas não se assoberba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus Cristo nos propôs: Não vos atormenteis pelo dia de amanhã. A cada dia já basta o seu afã. Segundo algumas traduções: A cada dia já basta o seu mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse recado de Jesus Cristo é em prol da paciência. Se somos pacientes, se formos pacientes não nos importe o dia de amanhã porque estaremos conscientes de que o dia de amanhã não será  outra coisa se não a consequência do nosso dia de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, não nos vale sofrer pelo amanhã senão viver bem o dia de hoje.     No dia de hoje, plasmamos o amanhã, plasmamos o futuro. Então, o mais importante é que aprendamos a ser calmos. É um trabalho que leva tempo, exige o nosso esforço pelo autoconhecimento,  a fim de que verifiquemos as áreas mais sensíveis da nossa personalidade onde qualquer estiletada, qualquer contato pode nos fazer explodir, atormentar por falta de calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida em que ajamos com calma, diante das situações, teremos tempo de refletir sobre a calma. Por que se consegue calma? A calma é um estado de autocontrole que o indivíduo exerce sobre si mesmo. A calma é a consequência do estado de confiança. Na medida em que temos confiança em nós, nas instituições, nas coisas, adquirimos calma, sabemos que tudo vai acontecer no tempo certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se somos deístas, se adotamos qualquer crença deísta, temos o dever de trabalhar em prol da calma porque é dessa calma que nós conseguimos refletir melhor sobre o Cosmos, sobre a vida na Terra, sobre nós e o que estamos fazendo aqui, o que nos cabe fazer aqui, qual o motivo pelo qual o Criador nos trouxe para cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, dentro dessa visão das coisas, entenderemos a calma de Deus. Por que podemos dizer a respeito da calma de Deus? Está tão certo nosso Criador de que mais cedo ou mais tarde todos teremos que chegar à felicidade, à vitória sobre nós mesmos, que criou para nós a dimensão temporal. O tempo é o grande agente que nos prodigaliza alcançar a calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É através do tempo que  verificamos um dia atrás do outro, sem fazer alarde, sem tumulto. Os dias que se sucedem, as noites que se sucedem, os dias demonstrando a paciência de Deus. Colocamos uma semente na terra e esperamos que ela germine, que ela cresça, floresça, possa dar frutos. Trabalho de paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum lavrador colocaria a semente no chão e a semana que vem desejaria colher os frutos dessa sementeira. Há que se ter paciência. Daí, quando pensamos nessa paciência de Deus, gerando nas nossas vidas a possibilidade de trabalhar, no tempo e no espaço, começaremos a verificar o tempo que nós mesmos perdemos com as agitações, com as excitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivermos que falar alguma coisa com alguém, falemos com calma. Não importa se alguém dirá que temos sangue de barata. É muito comum as pessoas calmas serem confundidas com aquelas que têm sangue de barata.  Diz-se que alguém tem sangue de barata quando não reage, quando está daquele jeito o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a proposta dos bons Espíritos é por nossa ação positiva no caminho da calma. É tão importante na hora que vemos que o sangue ferve, entrar para o quarto, guardar-se no aposento, tomar um banho frio para relaxar. Não vale a pena dar vazão ao temperamento, não vale a pena dar vazão às agitações do intimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena, sim, trabalharmos pela manutenção da nossa calma. Sabemos que durante doze horas o dia estará iluminado pelo astro rei e, dali a pouco, teremos a noite pintalgada de estrelas. Ao longo dos dias e das noites fecha-se a semana, fecha-se o mês, fecha-se o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como nenhum de nós sabe, nesse ínterim, nesse interregno até quando o Criador pretende que fiquemos por aqui, exercitemos a nossa calma enquanto é hoje. Quando em nossa casa as coisas parecerem nos tirar do sério, ocultemo-nos no quarto, apelemos para a oração consciente, contrita, pedindo ao nosso Criador, ao Sempiterno as bênçãos para que nós não nos percamos no caminho da calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é que nós vamos perder a calma, é que nós não deveremos nos perder na excitação, na agitação. Quando pensamos na calma de Deus, verificamos o quanto Ele nos espera, há quanto tempo nos aguarda. Só a partir de Jesus são dois milênios que já se passaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como é que não terei paciência e calma diante dos equívocos, dos erros, dos tropeços dos meus entes queridos, daqueles que me cercam na trajetória do mundo? Calma sempre. Aja com calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Teixeira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3989425757525930463?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3989425757525930463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3989425757525930463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3989425757525930463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3989425757525930463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/aja-com-calma.html' title='Aja com calma'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Ub1LFpY8apk/T0avI8ikUvI/AAAAAAAAEQM/EHlgfzP8AkA/s72-c/317777_231501196912981_100001593074641_718946_1475383449_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-9203236267409239952</id><published>2012-02-23T13:23:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T13:23:23.721-08:00</updated><title type='text'>A revolução planetária</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6OLe0oHoVEI/T0auPaiK4nI/AAAAAAAAEQE/caBIk2IfMX0/s1600/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" src="http://2.bp.blogspot.com/-6OLe0oHoVEI/T0auPaiK4nI/AAAAAAAAEQE/caBIk2IfMX0/s320/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O nosso planeta é um corpo vivo solto no espaço. E, certamente este nosso planeta há passado por incontáveis transformações. Por ser um corpo vivo, está em processo de evolução permanente, de amadurecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por ser um corpo vivo e por estar nesse processo de amadurecimento, nós presenciamos a cada dia, tudo quanto vem ocorrendo com o nosso querido planeta terrestre. As suas transformações são incontáveis. A Terra é um mundo em transformações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta pensarmos que aqui nós temos vivido transformações de variadas ordens. Há transformações geográficas. Naturalmente, quando pensamos nessas transformações geográficas, pensamos em transformações geopolíticas porque, afinal de contas, ainda nos lembramos bem da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Depois do extermínio do comunismo por Gorbatchev, a União Soviética desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomba o regime, cai o muro de Berlim, acabam-se todas as pressões e o Portal de Brandenburg se abre para que as duas Alemanhas pudessem se confraternizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças geopolíticas porque, agora, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas se distribue, se racha, se parte nas suas Repúblicas componentes. Antes, pelo regime da força, ali estavam todos juntos. Depois abriu-se o sistema e a Rússia tomou a hegemonia da região, mas a União Soviética desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se nós pensarmos nessa linha geopolítica, olhamos para os Bálcãs e verificamos que, com a morte do General Tito, desaparecem todos aqueles sistemas hegemônicos, e a Iugoslávia abre espaço para que surjam Montenegro, Sarajevo, várias outras Repúblicas. E o mundo se modifica outra vez, geopoliticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guerras, transformações, conflitos... Mas, se pensarmos em termos geológicos, o nosso planeta é um corpo ainda muito virgem. A Terra tem poucos milhões de anos. Para um corpo sideral é muito pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta pensarmos que ainda temos no coração do planeta, no cerne planetário, substâncias liquefeitas, substâncias em processos viscosos.Temos o nife, essa composição de níquel e de ferro, quase líquida. E, totalmente líquidas outras mais internas, pela temperatura exagerada da intimidade planetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É graças a isso, que nós ainda encontramos na Terra os vulcões. O que são os vulcões senão válvulas de escape, para que o planeta não estoure, sob as pressões internas dessas substâncias liquefeitas e quentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vulcões permitem que o esvurmar dessas substâncias possa dar à Terra um alívio, em sua pressão interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos na Terra, em função dessas camadas liquefeitas da sua intimidade, as camadas que se solidificaram sobre a parte liquefeita. E por isso encontramos as chamadas placas tectônicas: a parte sólida sobre essa parte líquida ou viscosa, essa massa em alta temperatura da intimidade do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensamos assim, começamos a compreender que, se existe uma quantidade líquida no miolo do planeta, e sobre ela está a parte sólida, qualquer movimento da parte líquida impõe movimentos à parte sólida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas placas tectônicas se movem, e se move tudo que está sobre elas. É por isso que tremem edifícios, ruem pontes, desabam construções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando essa camada líquida se move e as placas tectônicas se agitam nos fundos dos mares, as ondas agigantadas da intimidade dos mares se pronunciam, e quando chegam na superfície, nós encontramos os fenômenos notáveis que deram origem a um nome novo para o ocidente, as tsunamis. Graças ao movimento geológico, graças ao movimento planetário, graças a essa expressão de vida que a Terra demonstra em cada momento As nossas transformações planetárias são incalculavelmente importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por causa disso que nós deveremos estar sempre atentos à condição de vida do planeta, às manifestações de vida do mundo em que vivemos, para que possamos compreender a razão pela qual tantas outras coisas se vão dando, ao longo do tempo de existência do nosso mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses maremotos, essas tsunamis fazem parte desse processo natural do planeta. E temos, ao lado dos terremotos, das tsunamis e dos vulcões, os furacões, os grandes ventos, os tornados, todo um movimento planetário que permite a existência desses fenômenos geoclimáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, vale a pena pensar que, se nós estamos sobre este planeta que se movimenta, que se transforma, que se agita em suas entranhas, considerando que Deus, o Criador, jamais erra, existem razões ponderáveis para que nós estejamos aqui renascidos sobre este planeta, para que nós vivamos aqui sobre o solo planetário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por causa disso que verificamos o tipo de Espíritos que somos nós aqui na Terra. Como é que nós agimos e reagimos na nossa convivência com o mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos ainda criaturas de índole um tanto ríspida. Guerreamos, somos belicosos, carregamos ainda essas marcas da beligerância em nossas atitudes. Ainda vivemos a falta de fraternidade, a traição contra amigos, familiares, entes queridos, a soberba, a vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda carregamos na Terra essas marcas tremendas do orgulho individual, do orgulho familiar, do orgulho social e, óbvio que essas manifestações do nosso caráter dizem porque é que nós estamos aqui, num mundo em processo de amadurecimento, num planeta em processo de maturação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que? Porque esses fenômenos que ocorrem no mundo, eles teriam que ocorrer. A Terra está amadurecendo, põe para fora seus produtos, treme nas suas bases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, nós, os humanos que estamos matriculados neste planeta, estamos aqui por razões muito especiais. A Divindade pretende que nós nos aproveitemos dessa realidade planetária para desenvolver muitas coisas que precisamos desenvolver: nosso conhecimento científico, nosso conhecimento tecnológico. Para que nós possamos nos desenvolver em termos morais, a partir dessas circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças aos fenômenos metereológicos do nosso mundo, a metereologia vem se desenvolvendo, capaz de dizer quando vai chover, a quantidade de chuva, quanto tempo vai durar; quando vai nevar, nas regiões onde neva, qual é a quantidade, qual é o tipo de neve, quanto tempo vai durar, para que as comunidades se previnam, principalmente as comunidades que têm plantações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa tecnologia vem se desenvolvendo a tal ponto, que já existem os sismógrafos, aparelhos capazes de detectar esses tremores de terra e avaliar quando é que esse tremor chegará onde o pesquisador se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, nós vamos verificando que as transformações por que passa o planeta também têm o sentido de permitir à criatura humana o seu amadurecimento científico, tecnológico, emocional, moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nós pudermos pensar nessas transformações tecnológicas pelas quais tem passado nosso planeta, verificaremos coisas maravilhosas, principalmente no campo da informática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nos damos conta de que, na década dos quarenta do século XX, década de 1950, o mundo começou a ouvir falar de cérebros eletrônicos. A construção de Norberto Winer foi de ordem magnífica, porque ele pensou em construir uma máquina que pudesse realizar operações como o cérebro humano realiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele quis imitar o nosso sistema nervoso central. Por isso, a máquina se chamou cérebro eletrônico. Cabia em dois andares de um prédio. Hoje, nós encontramos os computadores de tal forma aprimorados, de tal modo aperfeiçoados, que cabem na palma da nossa mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carregamos um aparelho que é, ao mesmo tempo, telefone celular, fax, televisão, máquina fotográfica, e até consegue falar, tão aprimorados estão os computadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os satélites que a criatura humana mandou para rodear a Terra, como o Hubble, que manda fotografias do Cosmo alcançável, a cada décimo, milésimo, centésimo de segundo, para que a NASA possa saber o que se passa, para que as estações espaciais possam acompanhar o movimento do nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus pretende que com esses recursos nós evoluamos, nós cresçamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Terra é um mundo vivo, é um corpo vivo que se agita, e nós, Espíritos nascidos nele, vivendo sobre ele, precisamos aprender a evoluir, crescer e amadurecer para Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Raul Teixeira, &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-9203236267409239952?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/9203236267409239952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=9203236267409239952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9203236267409239952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9203236267409239952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/revolucao-planetaria.html' title='A revolução planetária'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6OLe0oHoVEI/T0auPaiK4nI/AAAAAAAAEQE/caBIk2IfMX0/s72-c/58552_101648116565667_100001614362524_9768_7141031_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3414368238725347262</id><published>2012-02-23T13:06:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T13:06:26.985-08:00</updated><title type='text'>A imprensa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mB7K90F3Ws8/T0aqPjOXCzI/AAAAAAAAEP8/Osodxr61KZc/s1600/semeadura.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-mB7K90F3Ws8/T0aqPjOXCzI/AAAAAAAAEP8/Osodxr61KZc/s1600/semeadura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Todas as formas de reprodução, em larga escala, de textos escritos é chamada imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, todos esses movimentos que têm havido, ao longo da História do homem, desde quando o homem começou a escrever suas ideias, seus pensamentos, nas lajes de pedra, no solo, onde quer que tenha sido, passamos a ter a existência de um veículo de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que uma geração legue a outras a sua produção, a sua cultura, tudo aquilo que aprendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que as gerações novas prestem atenção no legado que lhes foi deixado pelas gerações anteriores. A imprensa se presta a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dessa forma que achamos nos livros, nos opúsculos, nas revistas, nos textos mais variados, a presença do passado investindo no nosso presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa é profundamente importante para a Humanidade. Desde quando passamos a sentir necessidade de saber das coisas, que se sucedem aqui, ali, acolá, lançamos mão da imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa tem ajudado nesse grande movimento de alfabetização das criaturas. Seria muito complicado alfabetizar hoje, bilhões e bilhões de almas mundo afora, através da tradição oral, pertencente a muitos povos antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, graças ao trabalho da imprensa, esse labor de alfabetizar se torna mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a imprensa também colaborou bastante, no movimento da democracia, para esse tipo de governança, esse filosofar social, esse sistema de dirigir comunidades, de dirigir o Estado, a cidade-estado grega. Naturalmente se deve à imprensa da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos dos grandes democratas apresentados às comunidades e o povo podendo conhecer direitos, deveres, saber quem era nobre, quem era ignóbil, isso tudo vem colaborando para distender no mundo a democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que falar das revoluções científicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo quanto os cientistas vão adquirindo em conhecimento, vão desenvolvendo na sua lavra de pesquisas, é a imprensa que divulga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, conhecemos jornalistas científicos, aqueles que acompanham o trabalho dos cientistas nos laboratórios e tratam de difundi-los para as comunidades. Isso se deve à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, curiosamente, temos observado um fenômeno preocupante: a incapacidade de muitos, que fazem imprensa, de divulgar coisas boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que, sob a justificativa de que a imprensa busca sempre atender ao interesse popular, e isto é verdade, deve procurar atendê-lo, essa comunidade necessita somente de notícias drásticas, de coisas negativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível é pensar que não existam notícias boas para os jornais, para as revistas. Coisas boas para a publicação em livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que esse compromisso nefasto de grandes grupos da imprensa em divulgar somente o negativo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem estaria lucrando com isto? A sociedade não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem estaria ganhando com esse movimento pessimista que se alastra pela sociedade, a partir de uma imprensa mal forjada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos pensando no trabalho que tiveram os homens, desde o começo da civilização, para estruturar uma sistemática que ganhou grande pulso depois de Johannes Gutenberg, com os seus tipos móveis montados, ao invés das pessoas escreverem manualmente os textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso ganhou dimensão com os novos trabalhos gráficos, com os novos maquinários gráficos. Mas, por que razão a criatura humana penetrou esse descaminho do negativismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer notícia que lemos tem a sua negatividade, traz o escândalo na sua pauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que é isto que a sociedade do mundo espera da imprensa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que a imprensa não tem mais possibilidades de trazer esperanças às criaturas? Orientá-las? Elucidificá-las?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensamos em tudo isso, temos que refletir que está chegado o momento de refundirmos todo o trabalho da nova imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse popular é pelo bem. Qual é a criatura, qual é a família que gostaria de ler somente tragédias, desastres, infortúnios, infelicidades ao compulsar as páginas de um jornal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é que gostaria de saber só de escândalos da vida alheia, as intrigas da intimidade dos casais famosos, ao compulsar uma revista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é que gostaria de ter, nas páginas de um livro, senão aquilo que deleitasse, que ilustrasse, ainda que se narrasse um crime, um desastre passional, mas que fosse para o engrandecimento da vida, para trazer uma mensagem nova?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos gostariam. De modo que, quando vemos a imprensa servindo de veículo, exatamente para fazer o oposto daquilo que é a sua missão, informar devidamente, preocupamo-nos com o futuro das comunicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena pensar nos textos que encontramos redigidos pelos Apóstolos de Jesus, pelos discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que eles falavam das traições, dos crimes da época, das tragédias sociais. Mas, fundamentalmente, tudo aquilo era para falar da vida, que esplende em toda parte. Da vida que nos concita a amá-la, a respeitá-la, a valorizá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria ser esse o papel da imprensa: divulgar aquilo que é de interesse social, sem qualquer dúvida. Mas o interesse social superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nenhum interesse para a sociedade, em tomarmos conhecimento de que, neste exato momento, caiu um ônibus em tal lugar, explodiu um automóvel em outro lugar ou desabou um prédio em qualquer parte do mundo. Há tanta coisa boa para se noticiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentavelmente, é raro lermos a respeito de jovens pobres das favelas, que aprenderam a cartilha, a tabuada, que fizeram vestibulares e foram aprovados, que dançam ballet, que foram contratados por empresas internacionais para dançar, para cantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso diz respeito ao interesse social. Cada criatura pobre, cada menino simples entenderia que, se aquele pôde se superar, ele também poderá. E isso seria incentivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vemos a nossa imprensa, em grandes contingentes, preocupada e ocupada tão somente em divulgar o escândalo, é natural refletirmos que também ela estará incentivando as almas frágeis, aos Espíritos débeis, que procurarão, através dos escândalos, um lugar na imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que nos lembramos de uma canção, de uma letra de Chico Buarque de Holanda: Meu guri. Ele retrata exatamente isto: ele disse que chegava lá, porque ele via os meninos da favela onde ele vivia, os meninos do morro, do bairro pobre, conseguindo as coisas às custas do roubo, da falcatrua, da criminalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o poeta popular narra, com riqueza, o que é que vai na alma de um guri que cresce vendo aquilo na imprensa, nos jornais, sem falarmos naquilo que ele vivencia no seu habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria tão bom se a imprensa do mundo inteiro se associasse aos interesses do nosso Criador. Trazer luz para as mentes e para os corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém está dizendo que a imprensa não deveria noticiar o crime, a falcatrua, a barbaria. Mas não como algo fundamental. Noticiar en passant para chamar a atenção, não focar a sua venda, a venda de seus produtos no que há de pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abrirmos uma revista, um jornal, um periódico qualquer o que encontramos ali é costumeiramente nauseante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pornografia, a prostituição, a corrupção política, a corrupção de toda ordem, como se não houvessem outros valores que tivéssemos necessidade de conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tanta gente boa no mundo, há tanta coisa boa na Terra precisando desses spotligths da imprensa. Precisando dessas anotações da imprensa, que jornalistas sensíveis ao progresso do mundo, que periodistas sensíveis à necessidade social de crescer, de se libertar da sombra, não perdessem de vista que, nesses tempos curiosos da Terra, nesses tempos danados do mundo, nessa hora bicuda da Humanidade, todos sentimos necessidade de uma imprensa que sirva o bem, que trabalhe para a luz e nos ajude a crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Teixeira,&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3414368238725347262?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3414368238725347262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3414368238725347262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3414368238725347262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3414368238725347262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/imprensa.html' title='A imprensa'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mB7K90F3Ws8/T0aqPjOXCzI/AAAAAAAAEP8/Osodxr61KZc/s72-c/semeadura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3908218917739669295</id><published>2012-02-23T12:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T12:35:35.557-08:00</updated><title type='text'>Mediunidade Torturada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8AKp_Nt-Hrc/T0ajCMbWMpI/AAAAAAAAEP0/L7jqS_oH66I/s1600/166546_142907495767074_100001434731085_276761_8074196_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://3.bp.blogspot.com/-8AKp_Nt-Hrc/T0ajCMbWMpI/AAAAAAAAEP0/L7jqS_oH66I/s320/166546_142907495767074_100001434731085_276761_8074196_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Algumas vezes nos deparamos na vida com situações difíceis com as quais preferíamos não nos deparar se fosse nos dada à oportunidade de escolha consciente, e, do ponto de vista de uma vida atual e corpórea a mediunidade pode ser encarada dessa forma quando nos trás transtornos, ou seja, é uma mediunidade torturada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando isso acontece a um espírita ele busca estudar mais e entende os motivos que o levaram a "sofrer" com esse dom e vê descortinar a sua frente um longo caminho que culminará em aprendizado, renúncia, redenção sendo isso a aquisição de valores eternos que a traça não corroí e o ladrão não rouba. Mesmo os companheiros espíritas, muitas vezes, se negam a trilhar logo esse caminho que significa largar prazeres mundanos e realizar uma transformação para melhor conhecida como reforma íntima.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando a mediunidade torturada acontece ao um irmão de outra doutrina e ele não entende o que pode estar ocasionando tal problema ele procura todos os meios para se "livrar" de mal até que tenta a última alternativa, um centro espírita, onde descobre que não há cura para um dom, pois a patologia, se existisse, não seria a da mediunidade em si mas a da obsessão de que as vezes é vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o irmão de outra doutrina percebe o tamanho do problema, muitas vezes prefere se fechar e procurar meios externos, negando os acontecimentos na tentativa de que os mesmos parem de ocorrer, o que algumas vezes é conseguido devido a forte ação do pensamento consciente não dando abertura a uma manifestação, mas que, dependendo do grau de "afinidade" com o espírito que tenta se "comunicar", não consegue oferecer defesas suficientemente fortes para combater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz, é narrado um fato em que um jovem estava dormindo e a sua alma conversava com André Luiz e seus companheiros animadamente, perguntando inclusive sobre nosso lar, demonstrando que o encarnado possuía certa evolução. Em dado momento da conversação André Luiz vê dois espíritos adentrarem a residência do jovem, como se fossem dois transeuntes comuns, e percebe de imediato que a simples visão dos desencarnados recém chegados causou uma reação perturbadora ao jovem que buscou voltar para o seu corpo. Esse jovem já avia avançado, mas os espíritos que lhe procuravam não eram espíritos quaisquer, eram espíritos que tinham sido prejudicados por ele em experiência corpórea pretérita, e que, devido a sua consciência de culpa, não oferecia resistência à influência prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mediunidade é um dom, e o querido Chico Xavier dizia que a maior felicidade de sua vida era a de ser médium, mas porque algumas vezes essa mediunidade é torturada? Eu diria que são dois casos mais graves, o primeiro já relatado acima, é devido à consciência de culpa. O segundo é devido a condutas em desacordo com os padrões corretos, tais como leviandade, cupidez, viciação entre outros do mesmo nível, que criam campo para que quaisquer espíritos que compartilhem da vontade de agirem conforme essa conduta, se acheguem e às vezes fiquem, trazendo consigo as suas próprias perturbações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Método de prevenção e minimização dos efeitos:&lt;br /&gt;Eu não seria leviano de dizer que fora do espiritismo não há alívio para esses casos, em alguns templos de outras religiões costumam se exorcizar espíritos e, se a pessoa mantiver uma conduta reta provavelmente é possível que ele não volte mas, se a conduta não for tão correta assim "ele volte e voltando acha a casa adornada e trás mais sete para habitarem com ele" no exemplo dado por Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também o risco de o espírito estar tão ligado ao médium perturbado pelo ódio que não o largará de forma tão fácil, assim sendo, a metodologia adotada deverá ser outra. Caberá assim ao médium conseguir o perdão do espírito que lhe busca e para isso poderá contar com espíritos amigos caso tenha efetivamente conseguido a amizade de tais espíritos e a principal forma para se conseguir essa amizade e amando ao próximo se dedicando a ele pelo trabalho construtivo e isso também não depende de religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o companheiro venha a desenvolver o seu dom mediúnico ele poderá ser realmente útil a diversos companheiros desencarnados e encarnados, conseguindo assim, talvez de forma ainda mais rápida, a amizade dos bons espíritos pelo trabalho edificante que praticará. Foi dito por Divaldo Franco em uma palestra cujo título não me recordo, que a mediunidade (e principalmente a torturada) é um convite ao trabalho, pois enquanto não ocorrer a reforma íntima não haverá a efetiva libertação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes, quando cravamos nossas estacas muito profundamente no coração dos espíritos que hora nos perseguem, eles acabam por retornar nossos filhos, reencarnando em nossa casa, a fim que possam ser cuidados por nós e ser amados por nós, transformando sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas forças realmente ativas e imediatas para o alívio dessas situações são a oração pelos que nos perseguem e o culto cristão no lar, que pode ser realizado com a leitura do novo testamento e posterior explicação por um dos membros da família, em horário pré-estabelecido semanalmente, sendo antecedido de uma prece de abertura e precedido de uma prece de encerramento. Quando se é espírita faz-se o culto de forma convencional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3908218917739669295?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3908218917739669295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3908218917739669295' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3908218917739669295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3908218917739669295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/mediunidade-torturada.html' title='Mediunidade Torturada'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8AKp_Nt-Hrc/T0ajCMbWMpI/AAAAAAAAEP0/L7jqS_oH66I/s72-c/166546_142907495767074_100001434731085_276761_8074196_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-7882447525697284549</id><published>2012-02-23T11:51:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T11:51:43.762-08:00</updated><title type='text'>Descobrindo a própria força</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S6l-x0S8cac/T0aYtKI5MaI/AAAAAAAAEPs/UOOwaWyjMBI/s1600/315523_200678763334667_100001776359217_484883_605785785_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-S6l-x0S8cac/T0aYtKI5MaI/AAAAAAAAEPs/UOOwaWyjMBI/s320/315523_200678763334667_100001776359217_484883_605785785_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Rachel tinha apenas 16 anos quando, certa noite, recolheu-se ao leito, no dormitório da escola. Acordou, seis meses depois, numa cama de hospital, na cidade de Nova Iorque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sofrera um forte sangramento intestinal que a fez mergulhar num longo estado de coma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o fim de sua vida como uma pessoa saudável e o início de uma vida como pessoa portadora de doença crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nessa época que Rachel se recorda de ter verdadeiramente conhecido sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então ela era a profissional que passava longas horas trabalhando. Rachel a via quando chegava em casa, tarde da noite, para lhe dar banho, ler uma história, dar-lhe um beijo de boa noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lembranças de sua mãe eram de uma figura passageira que tinha um perfume gostoso e tomava conta dela nos finais de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os seis meses de seu coma, seus pais se tomaram de temores. Ela era a única filha de pais mais velhos e superprotetores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prognóstico médico era sombrio. Se saísse do coma viveria como uma inválida, limitada por uma doença que os médicos não compreendiam, nem controlavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria que se submeter a uma série de cirurgias importantes. Não deveria viver além dos 40 anos. Sem chance de retornar aos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Rachel desejava ser médica. Ali, deitada na cama, ouvindo seu pai lhe dizer tudo isso, ela ficou zangada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importava o que diziam os médicos, ela iria voltar aos estudos, à faculdade. Queria ser médica. Nada a impediria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, disse o pai, uma coisa a impedirá, sim. Não pagarei os seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que a mãe de Rachel, sem alteração na voz, afirmou: Eu pago a faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde você vai arranjar o dinheiro? - Perguntou ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela continuou a falar, dirigindo-se à filha, como se não o tivesse ouvido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma conta no banco há muitos anos. É toda sua, Rachel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte e quatro horas depois ela assinou um termo de responsabilidade e retirou a filha do hospital, contra a recomendação médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomou um pequeno avião e levou Rachel de volta à faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seis meses seguintes levou a filha para as salas de aulas, muitas vezes empurrando a cadeira de rodas, porque ela não conseguia andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, quando percebeu que Rachel poderia cuidar de si mesma a deixo.u, Mas telefonava todos os dias para saber notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois anos seguintes foram de muitas lutas. Rachel não conseguia comer direito e tomava medicamentos fortes para controlar os sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se sentia doente, tinha a aparência alterada e estava doze ou catorze quilos abaixo do seu peso normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi descobrindo uma força que desconhecia. Encontrou uma maneira de viver essa nova vida e seguir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluiu a faculdade e passou a clinicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos depois, conversando com sua mãe, lhe perguntou porque a deixara sozinha em momento tão difícil. Afinal, ela era a sua única filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não ficou ao seu lado, protegendo-a e mimando-a? Ela não ficou com medo do que pudesse acontecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu temia por você. - Disse-lhe a mãe. Mas temia ainda mais pelos seus sonhos. Se eles morressem, essa doença dominaria a sua vida. Há muitas formas de morrer, Rachel. A pior delas, é permitir que outras pessoas escolham o tipo de vida que você deve levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior morte é permitir que sejam sepultados os próprios sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amparar a vida, por vezes, é algo muito complexo. Há momentos em que o melhor é oferecer a nossa força e a nossa proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, acreditar numa pessoa, num momento em que ela não consegue acreditar em si mesma, tem uma importância toda especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a nossa crença nessa pessoa que vai se tornar o seu barco salva-vidas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-7882447525697284549?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/7882447525697284549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=7882447525697284549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7882447525697284549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7882447525697284549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/descobrindo-propria-forca.html' title='Descobrindo a própria força'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-S6l-x0S8cac/T0aYtKI5MaI/AAAAAAAAEPs/UOOwaWyjMBI/s72-c/315523_200678763334667_100001776359217_484883_605785785_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-9081774624062184200</id><published>2012-02-23T11:40:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T11:40:27.429-08:00</updated><title type='text'>Um desastre</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z0e9C-Q-yZc/T0aWBQLiipI/AAAAAAAAEPk/jHNQhatpN9E/s1600/33778_167359889943612_100000088065706_544716_150649_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z0e9C-Q-yZc/T0aWBQLiipI/AAAAAAAAEPk/jHNQhatpN9E/s320/33778_167359889943612_100000088065706_544716_150649_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Duarte Nunes era um homem muito rico. Empresas bem dirigidas por administradores competentes eram, para ele, galinhas de ovos de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dono do próprio tempo, não sabia usá-lo da maneira mais nobre e, por isso, o desperdiçava nas grandes emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corridas de cavalos, de automóveis, concursos de lanchas etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era grande entusiasta de todos os esportes e gastador renitente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, era bom esposo e bom pai. De vez em quando, levava a esposa e os filhos Marilene e Murilo para passear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esposa, sempre atenta ao velocímetro do carro, rogava aflita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes, mais devagar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele porém, sorria, sarcástico, e pisava mais fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras circunstâncias, era Elmo Bruno, o amigo inseparável, que advertia, quando o carro de luxo parecia comer o chão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não corra tanto assim... Olhe os pedestres!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tenho eu com isso? Resmungava Nunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas distraídas e crianças inconscientes. Nem sempre conseguem, de pronto, ver os sinais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duarte encerrava o capítulo acrescentando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodas foram feitas para rodar, e depressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outras vezes era o próprio pai dele a aconselhá-lo, enquanto o veículo parecia voar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu filho, é preciso prudência... O volante pede calma... Penso que o excesso de velocidade é caminho para desastre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem, papai - respondia Nunes. E sempre que alguém lhe chamava a atenção, ele corria mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa manhã de domingo, a mãe de Nunes resolveu levar os netinhos para um passeio. Iriam desfrutar das largas praias de Ipanema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes, após deixá-los na casa da avó, que ficava a alguns metros da praia, dirigiu-se para Petrópolis com o amigo Elmo Bruno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram o dia em confortável hotel serrano e, à tarde, o regresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade do Rio de Janeiro ainda estava banhada pelos raios quentes do sol, e Nunes sugeriu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal uma cerveja gelada, em Copacabana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carro devorava o asfalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devagar, devagar... Pede o amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da cerveja o retorno a casa. Nunes inicia a marcha, como quem decola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devagar, devagar - roga o companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ri, e não dá ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos veem um pequeno em trajes de banho. Agita-se e corre, buscando o outro lado da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes tenta frear, mas é tarde. Atropela o garoto, que tomba qual pluma ao vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Populares gritando. O menino estendido na rua é um pássaro que agoniza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno sai do carro e, espantado, ergue a criança nos braços e caminha para Nunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja quem for - grita Nunes, leve a uma de nossas farmácias... Toda a despesa gratuita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, o amigo, boquiaberto, apresenta-lhe o menino morto e exclama:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes, este menino é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quem? Diga logo - falou impaciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não precisou mais detalhes, porque Bruno, traumatizado, disse-lhe apenas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É seu filho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra no trânsito tem feito mais vítimas do que imaginamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além daqueles que têm a existência física interrompida, bruscamente, pelos acidentes, ainda há os corações dos que ficam, amargando a dor da separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, antes de pisar fundo e desrespeitar os sinais, lembremo-nos de que também temos um ente querido que pode estar atravessando uma rua ou conduzindo outro veículo, em algum lugar deste imenso país.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-9081774624062184200?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/9081774624062184200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=9081774624062184200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9081774624062184200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/9081774624062184200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/um-desastre.html' title='Um desastre'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Z0e9C-Q-yZc/T0aWBQLiipI/AAAAAAAAEPk/jHNQhatpN9E/s72-c/33778_167359889943612_100000088065706_544716_150649_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6917855497278570785</id><published>2012-02-23T11:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T11:35:36.938-08:00</updated><title type='text'>O desafio da indulgência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-c-X3AjIIPiA/T0aU1slyb0I/AAAAAAAAEPc/zsWUU4frEic/s1600/77116_174985845847683_100000088065706_591845_926242_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-c-X3AjIIPiA/T0aU1slyb0I/AAAAAAAAEPc/zsWUU4frEic/s320/77116_174985845847683_100000088065706_591845_926242_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O relacionamento humano é feito de grandes desafios para o mundo íntimo de cada um de nós. Sempre que nos propomos a nos relacionar, a nos aproximar de alguém, inicia-se a oportunidade de uma nova jornada de aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se dá porque não há quem não traga, no seu campo emocional e moral dificuldades de pequena ou de grande monta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns nos apresentamos egoístas, sempre pensando em nós e nos nossos, com dificuldades para sintonizar com a solidariedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros, mostramo-nos orgulhosos, colocando-nos em uma posição irretorquível, sem possibilidades ao diálogo ou à crítica construtiva, afastados da humildade que traz o aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são poucos aqueles que, vestindo-nos da ganância, buscamos sempre mais e mais, disputando mesmo o pouco, que já nos será excesso, na única justificativa de amealhar mais, distanciando-nos da generosidade para com o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos todos nós esses que, ora aqui, ora ali, apresentamos as dificuldades de que ainda somos portadores, constituindo-se a reencarnação a grande escola de reforma das questões da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, se temos nossas dificuldades, se ninguém está isento dessa ou daquela atitude, palavra ou pensamento menos nobre, estamos todos em um grande processo de aprendizagem, diferindo muito pouco uns dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando sob esse prisma, por que julgamos tão severamente nosso próximo? Por que temos sempre olhos tão atentos para as falhas de quem convive conosco, analisando, julgando e criticando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simples fato de percebermos que erramos porque ainda estamos em um processo de aprendizagem, nos deve remeter a pensar que seria muito melhor usar da indulgência para com as ações do próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indulgência será essa capacidade de olhar com olhos de compreensão frente à falha do nosso próximo, tentando entendê-lo, ao invés de julgá-lo, muitas vezes de forma ácida e contundente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sermos indulgentes, colocamos a doçura no olhar, a compreensão na mente, e a suavidade na fala, entendendo que o erro do próximo não é muito diferente dos erros que nós mesmos cometemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E será o sentimento de indulgência que conseguirá diminuir a dureza com que medimos as atitudes de nossos companheiros, amigos, parentes, dando-nos um tanto de compreensão para com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigir a perfectibilidade de alguém é ilusório, senão cruel. Assim, mais coerente é entender que os erros fazem parte do processo de aprendizado em que nos encontramos inseridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o erro daquele que convive conosco pode ser a oportunidade para o aprendizado da compreensão, do entendimento e da fraternidade incondicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, da próxima vez que estivermos tentados a julgar a atitude de alguém, perguntemo-nos por que a pessoa agiu daquela forma, o que a levou a tomar tal atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com alguma reflexão, talvez concluamos que se fôssemos nós no lugar dela, agiríamos, quem sabe, muito pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercitemos a indulgência no olhar, no pensar, no julgar os que convivem conosco, e conquistaremos a paz daqueles que conseguem ver a Humanidade matriculada em um grande colégio, objetivando que aprendamos as lições da vida.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6917855497278570785?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6917855497278570785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6917855497278570785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6917855497278570785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6917855497278570785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-desafio-da-indulgencia.html' title='O desafio da indulgência'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-c-X3AjIIPiA/T0aU1slyb0I/AAAAAAAAEPc/zsWUU4frEic/s72-c/77116_174985845847683_100000088065706_591845_926242_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-7469685384095258557</id><published>2012-02-23T11:31:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T11:31:23.785-08:00</updated><title type='text'>Depressão na infância</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5UTB-_sbf6Q/T0aT4XSgMNI/AAAAAAAAEPU/h_KYcaD5Jy4/s1600/60123_102525289811283_100001614362524_14863_8310984_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://2.bp.blogspot.com/-5UTB-_sbf6Q/T0aT4XSgMNI/AAAAAAAAEPU/h_KYcaD5Jy4/s320/60123_102525289811283_100001614362524_14863_8310984_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Está se tornando frequente a discussão em torno do problema da depressão na infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assustador o número de crianças que entra nesse estado preocupante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, embora se tente descobrir as causas geradoras desse mal, e se levantem várias questões sobre o assunto, o problema continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um observador atento, talvez não seja difícil detectar as possíveis raízes do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, envolvidos na agitação da sociedade atual, os pais e demais familiares têm esquecido de dar a devida atenção aos pequeninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma geral, eles são relegados a segundo plano na ordem das prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, vem a ocupação dos pais com os recursos financeiros que garantam o sustento da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa preocupação absorve a tal ponto os pais que, muitas vezes, as crianças são atropeladas ao invés de conduzidas com amor e carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum observar os pequenos no banco traseiro do automóvel ou na janela do ônibus escolar, de rostinho melancólico, olhando para o nada, como se estivessem absorvidos por profundos questionamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pudéssemos ouvir seus devaneios, talvez escutássemos suas angústias íntimas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que tenho que sair do meu lar aconchegante para ficar perto de pessoas que nem conheço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que preciso deixar meus brinquedos e ir brincar, na escolinha, com outras crianças que sempre querem tomar os brinquedos que eu mais gosto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que a tia não vai brigar comigo? Será que algum menino maior que eu não vai me bater? Será que vai entrar um assaltante na escola e vai me roubar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, que tal se quando eu voltar para casa toda minha família tenha sumido, ido embora? Ou então, será que minha mãe vai lembrar de me buscar no final da aula?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o adulto, que vive uma realidade diferente da criança, tudo isso parece não ter importância, mas para ela é motivo de inquietação e angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, movidos pelo desejo sincero de prevenir as crianças contra os males das drogas e da violência, talvez tenhamos jogado uma carga demasiado grande de pavores sobre essas almas ainda frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lar, muitas delas convivem diariamente com a brutalidade e a violência dos jogos eletrônicos, sem maturidade para separar a ficção da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, um dia, elas saem do lar e partem para um mundo diferente do seu, cheias de medos e inseguranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, carregam, nas profundezas da alma, traumas e conflitos de outras existências, pois não devemos esquecer que nossas crianças são Espíritos reencarnados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando isso tudo, se realmente desejamos ajudar nossos filhos, busquemos entendê-los melhor. Procuremos penetrar no seu mundo e oferecer-lhes o amparo e a proteção de que tanto necessitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Socorramos nossos pequenos que rogam, muitas vezes através da rebeldia, nossa atenção e carinho, para que possam caminhar com segurança nesse mundo turbulento e assustador para muitas delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não espere que seu filho mostre sintomas de depressão, observe-o e ampare-o sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reveja suas atividades e verifique se você não está sobrecarregando seu filho com tarefas, vergando suas estruturas psicológicas, ainda frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, com a intenção de preparar os filhos para o mundo competitivo de hoje, esquecemos de considerar aspectos importantes do seu psiquismo, principalmente as suas tendências e aptidões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de relevância que nos questionemos sobre o que é mais importante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instruir muito bem o homem, ou formar o homem de bem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-7469685384095258557?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/7469685384095258557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=7469685384095258557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7469685384095258557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/7469685384095258557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/depressao-na-infancia.html' title='Depressão na infância'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5UTB-_sbf6Q/T0aT4XSgMNI/AAAAAAAAEPU/h_KYcaD5Jy4/s72-c/60123_102525289811283_100001614362524_14863_8310984_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-4154385975756485946</id><published>2012-02-23T11:24:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T11:24:37.196-08:00</updated><title type='text'>Desapego</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2awZm3z-iGY/T0aSWdlxKaI/AAAAAAAAEPM/m2l2apk9pd0/s1600/396376_180762272032177_100002952171011_282347_1870147582_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-2awZm3z-iGY/T0aSWdlxKaI/AAAAAAAAEPM/m2l2apk9pd0/s320/396376_180762272032177_100002952171011_282347_1870147582_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Vivemos uma época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a todo instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam: Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mede-se a importância das pessoas pela qualidade de seus sapatos, roupas e bolsas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos, caros e novos. Sempre muito novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolescentes não desejam repetir roupas e desprezam produtos que não sejam de grife. Mulheres compram todas as novidades em cosméticos. Homens se regozijam com os ternos caríssimos das vitrines.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornamo-nos, enfim, escravos dos objetos. Objetos de desejo que dominam nosso imaginário, que impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como reagimos? Será que estamos fazendo algo - na prática -  para combater esse estado de coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, está nos desejos a grande fonte de nossa tragédia humana. Se superarmos a vontade de ter coisas, já caminhamos muitos passos na estrada do progresso moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente olhar as vitrines de um shopping. Olhe bem para os sapatos, roupas, joias, chocolates, bolsas, enfeites, perfumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um momento apenas, não se deixe seduzir. Tente ver tudo isso apenas como são: objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E diga para si mesmo: Não tenho isso, mas ainda assim eu sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixam para trás gente sofrendo, pessoas que trabalharam arduamente para economizar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, há também os que se fixam em pessoas. Veem os outros como algo a ser possuído, guardado, trancado, não compartilhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses se escravizam aos parceiros, filhos, amigos e parentes. Exigem exclusividade, geram crises e conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestam, a toda hora, possessividade e insegurança. Extravasam egoísmo e não permitem ao outro se expressar ou ser amado por outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, mais uma vez, o desejo norteando a vida, reduzindo as pessoas a tiranos, enfeiando as almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, por fim, os que se deixam apegar doentiamente às situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o segredo para libertar-se de tudo isso? A palavra é desapego. Mas... Como alcançá-lo neste mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar o sofrimento, a receita é a superação dos desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, funciona assim: pense que as situações passam, os objetos quebram, as roupas e sapatos se gastam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, se separam de nós, morrem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E devemos estar preparados para essas eventualidades. É a dinâmica da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando dessa forma, aos poucos a criatura promove uma autoeducação que a ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, amar sem exigir nada em troca.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-4154385975756485946?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/4154385975756485946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=4154385975756485946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4154385975756485946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/4154385975756485946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/desapego.html' title='Desapego'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2awZm3z-iGY/T0aSWdlxKaI/AAAAAAAAEPM/m2l2apk9pd0/s72-c/396376_180762272032177_100002952171011_282347_1870147582_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6698745545851344593</id><published>2012-02-23T05:41:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T05:41:29.993-08:00</updated><title type='text'>Laranja estranha</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3Rf-OqdF8zQ/T0ZB4j3pBeI/AAAAAAAAEPE/8HHfHriyOQ0/s1600/180992_1748617228971_1045039879_2012154_829863_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-3Rf-OqdF8zQ/T0ZB4j3pBeI/AAAAAAAAEPE/8HHfHriyOQ0/s320/180992_1748617228971_1045039879_2012154_829863_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mariana era louca por laranjas. Não qualquer laranja, era louca por laranja pera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era tão fanática que costumava comprar no atacado. Toda semana ía ao Ceasa e comprava um saco de laranja pera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delas fazia suco, saladas de frutas de uma fruta só, as chupava puras. Fazia doces, bolos e tortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre todas as laranjas vinham perfeitas, algumas chegavam mais secas, outras um pouco amassadas. Mesmo assim Mariana aproveitava todas, de uma forma ou de outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o dia em que, no meio do seu saco de laranjas pera veio um exemplar de laranja bahia. Para muitos seria apenas mais uma laranja, não para Mariana que ficou perplexa e confusa com um tipo de laranja diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casca era mais fina, o tamanho maior, o suco com teores diferentes de açúcar e de ácido cítrico.Ela não estava preparada para isso. Não sabia nem por onde começar. Fez uma busca na Internet sobre a tal da laranja estranha. Só encontrou informações sobre os aspectos fenotípicos do citro. Isso não ajudava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a ligar para amigas. O máximo que descobriu foi que essas laranjas não tinham sementes. Pior foi ter de ouvir da melhor amiga que era uma laranja, e laranjas são laranjas. Que diferença isso ia fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluiu que não teria outra alternativa a não ser partir em busca de especialistas. Como iria descascar aquela pele mais fina? Se eram mais doces, como procederia no açúcar da sua famosa compota de laranja? Os gomos maiores não enroscariam no seu processador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobriu várias pessoas que se dedicavam ao estudo e manuseio de laranjas bahia. Uma mulher que era descascologista, com doutorado em bahias. Um agrônomo que tratava de distúrbios de desenvolvimento de citros e até um chef compoteiro que tinha uma instituição dedicada ao desenvolvimento da tal laranja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensou em mandar seu exemplar de laranja bahia para um desses especialistas. Mariana, no entanto, era uma mulher persistente, não poderia admitir que tinha sido derrubada por uma laranja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matriculou-se num curso à distância, de capacitação em laranjas. Na primeira aula descobriu que a bahia era só uma das dezenas de espécies de citrus sinensis: Lima, Westin , Rubi, Valencia, Hamlim e Kinkan. O curso não lhe ensinou o que fazer com as diferentes laranjas, mas abriu seus olhos para todo um mundo diverso do que ela conhecia. Também constatou que só com prática de uso de tanta variedade é que ela descobriria como tirar o melhor de cada um dos tipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não perdeu seu amor antigo pela laranja pera, mas descobriu que a vida era muito mais interessante quando as laranjas se misturavam. Era possível fazer sucos usando combinações de frutos mais ácidos com outros mais doces e, até mesmo enriquecer seu bolo de laranja com calda de uma laranja diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empolgadas partiu para o estudo de tangerinas, depois limões e até mesmo grapefruit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, assim como fazia com a laranja pera, Mariana nunca desperdiçou nenhum dos seus cítricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma verdadeira mestra.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6698745545851344593?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6698745545851344593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6698745545851344593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6698745545851344593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6698745545851344593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/laranja-estranha.html' title='Laranja estranha'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3Rf-OqdF8zQ/T0ZB4j3pBeI/AAAAAAAAEPE/8HHfHriyOQ0/s72-c/180992_1748617228971_1045039879_2012154_829863_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6412709999319664938</id><published>2012-02-23T04:52:00.000-08:00</published><updated>2012-02-23T04:52:02.709-08:00</updated><title type='text'>O ANJO SOLITÁRIO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uQUAa44EDp4/T0Y2aDtb6eI/AAAAAAAAEO8/mFKSmj8VYYA/s1600/149498_1358255171279_1678527395_704152_7525511_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-uQUAa44EDp4/T0Y2aDtb6eI/AAAAAAAAEO8/mFKSmj8VYYA/s320/149498_1358255171279_1678527395_704152_7525511_n.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Enquanto o Mestre agonizava na cruz, rasgou-se o céu em Jerusalém e entidades&amp;nbsp;angélicas, em grupos extensos, desceram sobre o Calvário doloroso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na poeira escura do chão, a maldade e a ignorância expeliam trevas demasiadamente&amp;nbsp;compactas para que alguém pudesse divisar as manifestações sublimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fios de claridade indefinível passaram a ligar o madeiro ao firmamento, embora a&amp;nbsp;tempestade se anunciasse a distância...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cristo, de alma sedenta e opressa, contemplava a celeste paisagem, aureolado pela&amp;nbsp;glória que lhe bafejava a fronte de herói, e os emissários do Paraíso chegavam, em&amp;nbsp;bandos, a entoaram cânticos de amor e reconhecimento que os tímpanos humanos&amp;nbsp;jamais poderiam perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Anjos da Ternura rodearam-lhe o peito ferido como a lhe insufladores energias novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portadores da Consolação ungiram-lhe os pés sangrentos com suave bálsamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Embaixadores da Harmonia, sobraçando instrumentos delicados, formaram coroa&amp;nbsp;viva, ao redor de sua atribulada cabeça, desferindo comovedoras melodias a se&amp;nbsp;espalharem por bênçãos de perdão sobre a turba amotinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Emissários da Beleza teceram guirlandas de rosas e lírios sutis, adornando a cruz&amp;nbsp;ingrata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Distribuidores de Justiça, depois de lhe oscularem as mãos quase hirtas, iniciaram a&amp;nbsp;catalogação dos culpados para chamá-los a esclarecimento a reajuste em tempo devido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Doadores de Carinho, em assembléia encantadora, postaram-se à frente dele e&amp;nbsp;acariciavam-lhe os cabelos empastados de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Enviados da Luz acenderam focos brilhante nas chagas doloridas, fazendo-lhe olvidar o sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhavam os mensageiros do Céu, em torno do Sublime Condutor dos Homens,&amp;nbsp;aliviando-o e exaltando-o, como a lhe prepararem o banquete da ressurreição, quando um anjo aureolado de intraduzível esplendor apareceu, solitário, descendo do império&lt;br /&gt;magnificente da Altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não trazia seguidores e, em se abeirando do Senhor, beijou-lhe os pés, entre respeitoso e enternecido. Não se deteve na ociosa contemplação da tarefa que, naturalmente, cabia aos companheiros, mas procurou os olhos de Jesus, dentro de uma ansiedade que não se observara em nenhum dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dir-se-ia que o novo representante do Pai Compassivo desejava conhecer a vontade do&amp;nbsp;Mestre, antes de tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em êxtase, elevou-se do solo em que pousara, aos braços do madeiro afrontoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enlaçou o busto do Inesquecível Supliciado, com inexcedível carinho,&amp;nbsp;e colocou, por um instante, o ouvido atento em seus lábios que balbuciavam de leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus pronunciou algo que os demais não escutaram distintamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mensageiro solitário desprendeu-se, então, do lenho duro, revelando olhos serenos e&amp;nbsp;úmidos e, de imediato, desceu do monte ensolarado para as sombras que começavam a&amp;nbsp;invadir Jerusalém, procurando Judas, a fim de socorrê-lo e ampará-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os homens lhe não viram a expressão de grandeza e misericórdia, os querubins em&amp;nbsp;serviço também lhe não notaram a ausência. &lt;br /&gt;Mas, suspenso no martírio, Jesus contemplava-o, confiante, acompanhando-lhe a excelsa missão, em silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse, era o anjo divino da Caridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem foi extraída do livro “Estante da Vida”, pelo Espírito Irmao X - Psicografado por Chico Xavier&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6412709999319664938?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6412709999319664938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6412709999319664938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6412709999319664938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6412709999319664938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-anjo-solitario.html' title='O ANJO SOLITÁRIO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-uQUAa44EDp4/T0Y2aDtb6eI/AAAAAAAAEO8/mFKSmj8VYYA/s72-c/149498_1358255171279_1678527395_704152_7525511_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-2834220403997221022</id><published>2012-02-22T16:53:00.001-08:00</published><updated>2012-02-22T17:11:02.416-08:00</updated><title type='text'>O NATAL DO APÓSTOLO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-S6v9p8JzBJs/T0WR9iRyQaI/AAAAAAAAEO0/MBFPKw-hDK4/s1600/jesus_de_nazareth-18_small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-S6v9p8JzBJs/T0WR9iRyQaI/AAAAAAAAEO0/MBFPKw-hDK4/s320/jesus_de_nazareth-18_small.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando Simão Pedro foi arrancado aos grilhões do cárcere para o derradeiro&amp;nbsp;sacrifício, sentia o coração varado de angústia,conquanto mostrasse o passo firme.&amp;nbsp;O velho apóstolo, que transpusera os oitenta de idade, levantava a cabeça&amp;nbsp;branca, destacando-se na turba à maneira de um pai atormentado por filhos&amp;nbsp;inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos do Evangelho ladeavam-no, tristes, escondendo o próprio desespero,&amp;nbsp;diante da serenidade com que ele, encanecido em duras experiências, se&amp;nbsp;acomodava ao martírio.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Mulheres e crianças emaranhavam-se, cortejo adentro, para beijar-lhe as mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Transeuntes, ainda mesmo adversos ao Cristianismo nascente, fitavam-no,&amp;nbsp;respeitosos, quais se vissem um soberano humilhado e pobremente vestido, a&amp;nbsp;caminho de inesperado triunfo... E até soldados da escolta, recordando vários&amp;nbsp;companheiros que Simão transfigurara, ao curar-lhe os parentes enfermos,&amp;nbsp;abeiravam-se dele com veneração e carinho...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Apenas um dos pretorianos, Sertório Aniceto, destacado elemento na&amp;nbsp;expedição, não poupava o sarcasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejando quebrar a atmosfera de reverência e de êxtase que se fazia,&amp;nbsp;desdobrava impropérios: - Para diante, velho impudente! Judeu Sujo! Lixo&amp;nbsp;humano, que envergonharia os postes da arena!...&lt;br /&gt;E mais à frente:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Não abuse da crendice do povo! Ladrão imundo, chegou seu fim!...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Pedro, entretanto, contemplava o céu escaldante da tarde e orava em silêncio...&amp;nbsp;Sentia-se, agora, fatigado e incapaz! Compreendia que a Boa Nova exigia&amp;nbsp;servidores robustos e rogava ao Cristo enviasse obreiros novos e valorosos para a&amp;nbsp;vinha do mundo... Mas não era só isso... No imo do coração, ardia-lhe a saudade&amp;nbsp;do Mestre e ansiava retomar-lhe a companhia para sempre...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Escalando a colina, via não longe o Campo de Marte, assinalado pelo&amp;nbsp;monumento de Augusto, as cintilações do Tibre espreguiçando ao sol, o casario&amp;nbsp;imenso, as termas e os jardins; no entanto, regressava pela imaginação à Galiléia&amp;nbsp;distante, buscando Jesus em pensamento...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Revia o lago de Genesaré, em seus dias mais belos, e as multidões simples e&amp;nbsp;generosas com que o Senhor repartia o pão e a verdade, o consolo e a esperança...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Por estranhos mecanismos da memória, respirava, de novo, o perfume das&amp;nbsp;rosas de Betsaida, das romãzeiras de Dalmanuta, das quintas frutescentes de&amp;nbsp;Magdala e dos pequenos vinhedos de Cafarnaum...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Apesar do calor reinante, rememorava a pesca e supunha-se envolvido pelo&amp;nbsp;sopro da brisa, quando a barca sobrestava as ondas calmas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Reconstituía, enlevadas, as pregações do Divino Amigo e parecia-lhe jornadear&amp;nbsp;de retorno à família das crianças e dos enfermos, das mães sofredoras e dos&amp;nbsp;velhinhos que ele próprio lhe entregara ao coração...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Atingido o local do suplício, confiou-se automaticamente aos soldados que o&amp;nbsp;desnudaram, e, como se estivesse hipnotizado pela idéia do reencontro,&amp;nbsp;sofregamente aguardado quase nada percebeu dos martelos, rudemente&amp;nbsp;manobrados, que lhe apresavam pés e mãos ao lenho que se lhe erguera de&amp;nbsp;improviso...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Em derredor, escutava os protestos velados das centenas de espectadores da&amp;nbsp;lamentável exibição, de mistura com as preces dos companheiros agoniados...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Detido, porém, na ânsia de repouso, Pedro não via que o tempo se escoava, sem&amp;nbsp;que lhe desfechassem qualquer golpe...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Aqui e além, grupos em orações e lágrimas salientavam-se de mãos postas;&amp;nbsp;contudo, a morte tardava... Aniceto, entretanto, não o perdia de vista, e,&amp;nbsp;reparando que o crepúsculo baixava, atirou-lhe pontiagudo calhau à cabeça e&amp;nbsp;gritou:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Morre, bruxo!&lt;br /&gt;O apóstolo observou que o sangue esguichava, mas, sem qualquer reação,&amp;nbsp;rendeu-se o invencível torpor, qual se fosse repentinamente anestesiado por&amp;nbsp;brando sono.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Semelhante impressão, contudo, perdurou por momentos. O ancião, após&amp;nbsp;desalgemar-se do corpo, identificou-se espiritualmente, livre e eufórico, ao pé dos&amp;nbsp;próprios despojos, e, alheio à algazarra em torno, contemplou o firmamento, onde&amp;nbsp;os astros se inflamavam, como se dedos invisíveis acendessem lumes&amp;nbsp;deslumbrantes para uma festa no céu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espantado, observou que um homem descia do alto, como que materializado pela fulguração das estrelas, e, decorridos&amp;nbsp;alguns instantes de assombro, viu Jesus a dois passos, a endereçar-lhe o&lt;br /&gt;inolvidável sorriso. - Mestre! – clamou, inclinando-se para beijar o chão que ele pisava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O Messias redivivo tomou-o nos braços e partiu, conchegando-o ao coração, qual se&amp;nbsp;transportasse frágil criança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Por várias semanas restaurou-se Pedro na estância de luz que o Cristo lhe&amp;nbsp;reservara&amp;nbsp;Junto dele, visitou paragens de inexprimível beleza, recolheu lições preciosas,&amp;nbsp;presenciou espetáculos soberbos de grandeza cósmica e abraçou afeições&amp;nbsp;inesquecíveis...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Quando mais integrado se reconhecia no Plano Superior, eis que o Celeste&amp;nbsp;Companheiro lhe anuncia nova separação.. Que o discípulo descansasse quanto&amp;nbsp;quisesse, elevando-se às excelsas regiões... Ele, porém, devia ausentar-se...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, aonde vais? – indagou o apóstolo, penosamente surpreendido.&amp;nbsp;E Jesus, indicando-lhe escuro recanto da vastidão, em que se adivinhava &amp;nbsp;a&amp;nbsp;residência planetária dos homens, informou, sereno:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pedro, enquanto houver um gemido na Terra, não me será lícito repousar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, Senhor, eu também irei contigo...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E, como outrora, demandaram, juntos, os quadros de ação, em que se lhes&amp;nbsp;evidenciasse o amor sublime...&lt;br /&gt;.............................................................................................................Atraídos por centenas de vozes, atravessaram Roma, parando, por fim, em&amp;nbsp;espaçoso cemitério da Via Ápia, mergulhado na sombra noturna...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;A multidão cantava, glorificando o Senhor...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o Natal estivesse na lembrança de poucos, rememorava-se, ali,&amp;nbsp;diante da imensidão constelada, a melodia dos mensageiros angélicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Simão, fremindo de emotividade, começou a chorar de alegria. Anelava ser&amp;nbsp;bom, aspirava a ser irmão da Humanidade, queria auxiliar a construção do Reino&amp;nbsp;de Deus e homenagear a manjedoura de Belém, ofertando algo de si mesmo, em&amp;nbsp;louvor do Evangelho...&lt;br /&gt;Nesse ínterim, aproximou-se Jesus e Disse-lhe ao ouvido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pedro, alguém te chama...&lt;br /&gt;O apóstolo voltou-se e, admirado, enxergou na pequena comunidade um&amp;nbsp;homem triste, carregando nos braços um pequenino agonizante... Era Aniceto, a&amp;nbsp;rogar-lhe, mentalmente, se lhe compadecesse do filhinho que a febre devorava.Qual se lhe registrasse a presença, expunha-lhe os remorsos que amargava e&lt;br /&gt;pedia-lhe perdão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O antigo pescador não hesitou. Depois de oscular-lhe a fronte suarenta, afagou&amp;nbsp;a criança atribulada, impondo-lhe as mãos, e, ali mesmo, magneticamente tocado&amp;nbsp;por forças renovadoras e intangíveis, o menino despertou, lúcido e refeito,&amp;nbsp;enlaçando-se ao pai, à feição da ave assustada quase torna à segurança do ninho.&lt;br /&gt;Aniceto, no íntimo, compreendeu o socorro e a bênção que recebia e, renovado,&amp;nbsp;começou a cantar em lágrimas de júbilo: “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra e&amp;nbsp;boa vontade para com os homens!...”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Para o rude legionário de César começava nova vida e para Simão Pedro o&amp;nbsp;serviço continuou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: LIVRO ANTOLOGIA MEDIÙNICA DO NATAL – Cap. 61 - Irmao X -  Psicografia: Francisco Cândido Xavier.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-2834220403997221022?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/2834220403997221022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=2834220403997221022' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2834220403997221022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/2834220403997221022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/o-natal-do-apostolo.html' title='O NATAL DO APÓSTOLO'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-S6v9p8JzBJs/T0WR9iRyQaI/AAAAAAAAEO0/MBFPKw-hDK4/s72-c/jesus_de_nazareth-18_small.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-5806889736285940174</id><published>2012-02-21T08:53:00.000-08:00</published><updated>2012-02-21T08:53:28.583-08:00</updated><title type='text'>A morte não muda ninguém</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cQ5eAJuQ8QA/T0PL_0SjbhI/AAAAAAAAENs/9jFYA_NM7pc/s1600/mudan%C3%A7a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-cQ5eAJuQ8QA/T0PL_0SjbhI/AAAAAAAAENs/9jFYA_NM7pc/s1600/mudan%C3%A7a.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Há sempre os que afirmam que ameaçar o criminoso com a morte tem o dom de mudar sua disposição, refreando-lhe os impulsos, pelo temor de sofrer a penalidade fatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiados neste entendimento, defendem com vigor a pena de morte como a solução ideal para aliviar a pesada carga social de crimes e criminosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O doutor Yan Stevenson, da Universidade da Virgínia, conhecido mundialmente por suas pesquisas em torno da reencarnação, teve oportunidade de dialogar com um jovem do Ceilão, que nasceu com marcas profundas pelo corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma enorme cicatriz no peito e o braço direito atrofiado por completo. Tem ele recordações muito nítidas de trechos de sua vida anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorda-se de ter vivido antes no próprio Ceilão. Lembra-se de, conforme rezam as tradições daquele país, ter contraído matrimônio civil com uma jovem e marcado a data para a realização da cerimônia religiosa para alguns meses depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período de tempo começou a construir a casa para onde deveria levar sua esposa e passou a sonhar com uma vida de muita felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, com o passar do tempo, a moça apaixonou-se por outro rapaz e pediu o rompimento do compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem abandonado tomou-se de revolta e planejou terrível vingança. Mataria a noiva infiel e culparia o seu próprio rival. Assim pensou e assim fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa noite escura, protegido pelas sombras, ele a apunhalou certeiramente no coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, foi visto por testemunhas. Foi preso, julgado e condenado a morrer pela forca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renasceu como filho de seu irmão e, além da problemática física, também tinha lembranças atormentadoras do momento em que se faziam testes com a forca para ver se funcionava bem. Lembrava-se ainda dos dias que passou no presídio e que antecederam sua morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esse jovem, que tão bem recorda de sua morte na forca e a causa que a originou, perguntou o pesquisador doutor Yan Stevenson: Se voltasse a acontecer com você o que aconteceu no passado, como você procederia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz respondeu prontamente: Com toda a certeza, voltaria a matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdadeiramente, sacrificar a vida do criminoso não o educa, nem o regenera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A educação ou a reeducação é um processo lento, que não se realiza sem afeto e dedicação. Processo que se exterioriza nos atos do ser, mas que tem sua origem na intimidade da criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acabar com o crime, a violência, há que se percorrer o longo caminho da educação, que demanda esforço, dedicação e tempo. No entanto, exatamente como a medicação correta, agirá atacando o mal pela raiz, porque modifica a causa do problema e o transforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bíblia encontramos anotações que nos informam que o Pai não quer a morte do pecador, mas sim a do pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa afirmação nos diz exatamente o caminho que devemos seguir quando pensamos em acabar com o mal que tanto nos aflige.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-5806889736285940174?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/5806889736285940174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=5806889736285940174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5806889736285940174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/5806889736285940174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/morte-nao-muda-ninguem.html' title='A morte não muda ninguém'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cQ5eAJuQ8QA/T0PL_0SjbhI/AAAAAAAAENs/9jFYA_NM7pc/s72-c/mudan%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3203999779983225340</id><published>2012-02-21T08:49:00.001-08:00</published><updated>2012-02-21T08:49:23.758-08:00</updated><title type='text'>Mudança de planos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ageX18p5tF0/T0PK95hdWtI/AAAAAAAAENk/XSxhIXcHiMg/s1600/deficiencia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ageX18p5tF0/T0PK95hdWtI/AAAAAAAAENk/XSxhIXcHiMg/s1600/deficiencia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A senhora Emily Pearl Kinsley freqüentemente é solicitada a falar sobre a experiência de ter dado à luz uma criança com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de ajudar essas pessoas que não têm com quem compartilhar suas dificuldades, Emily faz uma comparação interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz ela que esperar um bebê é como planejar uma fabulosa viagem de férias para a Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você traça o roteiro, compra mapas das cidades que deseja conhecer, reserva hotéis, providencia roupas adequadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus planos consta uma visita a Roma, ao Vaticano, Florença, Veneza... Você até aprendeu algumas frases simples em italiano. É tudo muito divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após meses de preparativos, finalmente chega o grande dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você arruma suas malas e embarca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as horas de vôo você ainda faz mais alguns planos... Talvez uma passadinha na cidade de Assis, para conhecer a terra do fabuloso São Francisco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que enfim, depois de várias horas no ar, o avião pousa em terra firme. Você ouve com atenção o comissário de bordo, que diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bem-vindos à Holanda!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holanda!??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele quis dizer com Holanda? Eu escolhi a Itália!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda minha vida sonhei em conhecer a Itália! Era lá que deveria ter chegado e não na Holanda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não há o que fazer. O avião pousou na Holanda e é lá que você deve ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois das emoções iniciais, você se dá conta de que a Holanda não é um país ruim, é apenas um lugar diferente... É apenas menos ensolarado que a Itália...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeito é sair e comprar novos mapas, aprender uma nova linguagem, refazer o roteiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algum tempo você perceberá que a Holanda também tem seus encantos... Há moinhos de vento, praças floridas com tulipas multicoloridas, campos verdes, e muitas outras belezas naturais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim também ocorre com as mães e pais que planejam o nascimento de um filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São meses de preparativos, planos para o futuro, expectativas e muito carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando chega o dia, afinal, eis que surge uma criaturinha muito especial...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não é apenas diferente, ela é toda especial... E por essa razão foi encaminhada aos cuidados de pais também especiais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais que saberão que agora precisam reestruturar seus planos, refazer algumas metas, elaborar novas estratégias de aprendizagem e ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais que recebem, do Grande Pai, filhos necessitados de um pouco mais de atenção, carinho e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esses pais, se souberem fazer jus à confiança que Deus lhes deposita nas mãos, terão sua recompensa aqui mesmo na Terra, através do coração enternecido de alguém que lhe pediu amparo e proteção e foi atendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas crianças com deficiência se assemelham a frágeis lírios que o granizo dilacerou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que possam recobrar o viço, necessitam de mãos fortes o bastante para ampará-las na caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisam de almas generosas o suficiente para renunciar a muitas coisas em seu benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisam, enfim, de pais que saibam encontrar motivos de felicidade em gestos aparentemente insignificantes, mas de extrema importância para o Criador, Pai soberanamente misericordioso e justo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3203999779983225340?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3203999779983225340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3203999779983225340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3203999779983225340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3203999779983225340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/mudanca-de-planos.html' title='Mudança de planos'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ageX18p5tF0/T0PK95hdWtI/AAAAAAAAENk/XSxhIXcHiMg/s72-c/deficiencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-6266817226282157071</id><published>2012-02-21T08:43:00.001-08:00</published><updated>2012-02-21T08:43:41.960-08:00</updated><title type='text'>Segurando um ao outro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GnVgHzPusHQ/T0PJoYGSIPI/AAAAAAAAENc/8AdxBTr6P0s/s1600/hospital.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-GnVgHzPusHQ/T0PJoYGSIPI/AAAAAAAAENc/8AdxBTr6P0s/s1600/hospital.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;dedicada enfermeira, sobrecarregada com tantos pacientes a atender, viu um jovem entrar no quarto e, inclinando-se sobre o paciente idoso em estado grave, disse-lhe em voz alta: Seu filho está aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Com grande esforço, o velho moribundo abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O jovem apertou a mão envelhecida do enfermo e sentou-se ao lado da cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Ao amanhecer, o manto escuro da morte caiu sobre o corpo cansado do enfermo. Ele partiu com uma expressão de paz, no rosto sulcado pelo tempo. Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a lhe dizer palavras de conforto, mas ele a interrompeu com uma pergunta: Quem era esse homem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Assustada, a enfermeira respondeu: Eu achei que fosse seu pai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Não. Não era meu pai. -  Falou o jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eu nunca o havia visto antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Então, por que você não falou nada quando o anunciei para ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui.E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, resolvi segurar a sua mão para que se sentisse amparado. Senti que ele precisava de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses dias em que as pessoas caminham apressadas, sempre com muitos problemas esperando solução, não têm tempo sequer para ouvir o desabafo de um coração aflito, um jovem teve olhos de ver e ouvidos de ouvir o apelo mudo de um pai no leito de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        É tão triste viver na solidão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        É tão triste não ter com quem contar num leito de morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Se você tem um familiar enfermo, aproxime-se dele e segure firme a sua mão. Ofereça-se para lhe fazer companhia, ainda que por alguns minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Fique em silêncio ao seu lado para ouvir o que os ouvidos do corpo não conseguem captar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Seja uma presença amiga, sincera, que proporcione segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        E se você não tem um familiar enfermo, agradeça a Deus por isso e faça uma visita a alguém que precisa de apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Há tantos enfermos solitários precisando de um gesto qualquer de afeto para sentir que viver ainda vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Pense nisso e procure ser a companhia de alguém que precisa de você neste exato momento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Madre Teresa de Calcutá costumava dizer que ninguém tem que morrer sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho, rir sozinho ou celebrar sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-6266817226282157071?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/6266817226282157071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=6266817226282157071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6266817226282157071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/6266817226282157071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/segurando-um-ao-outro.html' title='Segurando um ao outro'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-GnVgHzPusHQ/T0PJoYGSIPI/AAAAAAAAENc/8AdxBTr6P0s/s72-c/hospital.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-1078099418359556533</id><published>2012-02-21T07:54:00.001-08:00</published><updated>2012-02-21T07:54:37.324-08:00</updated><title type='text'>Se eu tivesse uma segunda chance</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Zh4zI-c9h0M/T0O-IwO98FI/AAAAAAAAENU/HFOcAPiAus4/s1600/chance.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Zh4zI-c9h0M/T0O-IwO98FI/AAAAAAAAENU/HFOcAPiAus4/s1600/chance.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uma mulher que já havia perdido a luta contra o câncer, nos seus últimos momentos da existência escreveu um desabafo que poderíamos intitular: Se eu tivesse uma segunda chance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu tivesse minha vida para viver novamente eu falaria menos e ouviria mais. Eu convidaria os amigos para o jantar, mesmo que o carpete estivesse sujo e o sofá desbotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comeria pipoca na sala de estar com as crianças e me preocuparia menos com a sujeira, quando alguém pensasse em acender a lareira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tiraria um tempo para ouvir meu avô contar-me sobre sua juventude e jamais insistiria para que as crianças fechassem as janelas do carro no verão, por causa do meu cabelo, que havia acabado de arrumar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acenderia aquela vela em forma de rosa, antes dela se desmanchar. Eu me sentaria no chão com meus filhos, sem me preocupar com a roupa. Eu choraria menos assistindo televisão e viveria mais intensamente a minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu iria para cama quando estivesse doente, ao invés de agir como se o mundo fosse acabar, caso eu não saísse naquele dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de ficar reclamando durante os nove meses de gravidez, eu aproveitaria cada momento pensando em como a vida que se desenvolvia dentro de mim era um milagre de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os meus filhos me beijassem e abraçassem espontaneamente, eu jamais diria: " Mais tarde! Agora vamos lavar as mãos para jantar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haveria mais "Te amo"... Mais "Me desculpe", mas, principalmente, se tivesse a minha existência prolongada, eu iria aproveitar cada minuto... Vivê-lo intensamente... E nunca desperdiçá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso tudo, era se eu tivesse uma segunda chance...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela mulher não teve sua existência prolongada para refazer o caminho e repensar valores, mas você ainda tem tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense na importância de cada minuto e o utilize para construir a sua felicidade e a felicidade daqueles que você ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquiste novos amigos, dê atenção aos já conquistados e conviva mais com os filhos e demais familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adquira o hábito da leitura saudável e busque aprender um pouco mais sobre as Leis que regem a vida espiritual, que é para onde você irá mais cedo ou mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva intensamente cada momento de sua existência, mas com moderação. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem e cuide bem da sua saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doe um pouco do seu tempo aos velhos abandonados nos asilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dê afeto a uma criança órfã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distribua alegria aos que caminham tristes e sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renove as esperanças de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dê tanta importância às aparências exteriores, nem ao que pensam de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lembre-se de que o que realmente importa é estar bem com a própria consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia que amanhece é uma chance a mais que o Criador lhe concede para que você construa a sua felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada hora desse dia é oportunidade renovada a cada sessenta segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada minuto que passa é sempre tempo de pensar ou repensar posturas, atitudes, valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando tudo isso, entendamos muito bem que Deus não nos oferece apenas uma segunda chance, mas muitas chances num só dia. Para ser mais exato, vinte e quatro horas de oportunidades por dia, sessenta minutos de chances por hora e sessenta segundos por minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sabemos que, para uma tomada de decisão, não precisamos mais que um décimo de segundo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-1078099418359556533?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/1078099418359556533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=1078099418359556533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1078099418359556533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/1078099418359556533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/se-eu-tivesse-uma-segunda-chance_21.html' title='Se eu tivesse uma segunda chance'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Zh4zI-c9h0M/T0O-IwO98FI/AAAAAAAAENU/HFOcAPiAus4/s72-c/chance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3921892105594375305</id><published>2012-02-21T07:51:00.001-08:00</published><updated>2012-02-21T07:51:08.437-08:00</updated><title type='text'>Saindo do poço</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uJo72ckjh1Q/T0O9X1m3FWI/AAAAAAAAENM/OdNsPvP70GQ/s1600/po%C3%A7o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-uJo72ckjh1Q/T0O9X1m3FWI/AAAAAAAAENM/OdNsPvP70GQ/s1600/po%C3%A7o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tem aí? - perguntou o de cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sapo da terra suspirou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo, você não sabe nada. Você não tem idéia do que é o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sapo do poço não gostou daquela observação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo era verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haveria um mundo maior lá em cima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que nunca me disse? - perguntou o sapinho, desapontado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu posso! Eu consigo sair! - falou o sapinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta, filho. - tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! - chorava o filhote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pobre camponês de apenas 8 anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai, estamos em um poço? - perguntava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende do ponto de vista. - respondia o pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação levá-lo para bem longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, ele se tornaria amigo do Presidente e da Primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li Cunxin saiu do poço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e vivas as suas esperanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amanhã é sempre um dia a ser conquistado!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3921892105594375305?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3921892105594375305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3921892105594375305' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3921892105594375305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3921892105594375305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/saindo-do-poco.html' title='Saindo do poço'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uJo72ckjh1Q/T0O9X1m3FWI/AAAAAAAAENM/OdNsPvP70GQ/s72-c/po%C3%A7o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-890412347907588571</id><published>2012-02-21T07:38:00.003-08:00</published><updated>2012-02-21T07:41:33.074-08:00</updated><title type='text'>Gentileza contra o mal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WiAuUYMzxoM/T0O6gAc4hlI/AAAAAAAAENE/Oa2pR6NmHho/s1600/medo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-WiAuUYMzxoM/T0O6gAc4hlI/AAAAAAAAENE/Oa2pR6NmHho/s1600/medo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nestes dias em que passamos a ter medo de sair caminhando pelas ruas, medo de cruzar com desconhecidos, medo de responder a uma simples pergunta de outro motorista no trânsito, um exemplo a ser seguido se destaca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava em uma rua movimentada de São Paulo, quando notei um homem mal-encarado vindo na minha direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabia o que fazer, pois não dava tempo de desviar, de fugir, de mais nada. Então, fiz algo que surpreendeu até a mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que ele se aproximou, estendi a mão, como se o conhecesse: "E aí, cara, está perdido por aqui?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se assustou, mas puxei assunto. O rapaz contou que havia saído da prisão e precisava de dinheiro para visitar a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando, caminhamos uns vinte minutos. Perto do hotel em que eu estava hospedado, tirei a carteira e disse: "Esqueça o que passou. Sua vida começa agora. Dou cinquenta reais para você visitar sua família."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele viu que eu tinha mais dinheiro, mas não me ameaçou. Ao contrário, com os olhos cheios d´água, falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Posso lhe dar um abraço? Nunca ninguém conversou comigo assim. Esse papo ajudou a tirar ideias erradas da minha cabeça."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição foi grande para mim também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *   *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um simples gesto de gentileza tem um poder que não podemos imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma gentileza sincera é um gesto de amor, e não há mal no mundo que resista ao carinho, à fraternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas como essa da narrativa, que faliram em determinado momento da existência e tentam se reerguer, são muitas neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente são numerosas as forças e influências que as desejam manter no lodo. Porém, uma pequena ação altruísta, corajosa, pode mudar esse rumo desastroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ideias erradas da cabeça precisam ser substituídas pelas novas chances, pelos braços abertos dos irmãos de existência a dizer, amorosos: Vamos em frente! Estamos com você! Bola pra frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos erramos e temos direito de querer acertar novamente. Deus nos dá esta chance a cada reencarnação. Então, por que não damos novas oportunidades aos irmãos de vida na Terra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ódio no coração, carregado por muitos, durante tanto tempo, não consegue ser simplesmente arrancado. Ele somente pode ser substituído pelas ideias saudáveis, pelo amor, pela compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figuremos um jarro com água turva. Para limpá-lo, basta que durante algum tempo, joguemos dentro dele água límpida sem cessar. O jarro transborda e a água lamacenta vai sendo trocada pela água clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim com nossos pensamentos. É assim com os nossos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, procuremos, sempre que possível, estender as mãos aos irmãos em desalento, sem medo, sem preconceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos preocupemos em demasia com nossa segurança. O amor é nosso escudo, nossa proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No serviço do bem, contamos com outros que servem conosco, formando equipe segura e poderosa atuando no mundo em crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenhamos medo. O amor está conosco.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-890412347907588571?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/890412347907588571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=890412347907588571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/890412347907588571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/890412347907588571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/gentileza-contra-o-mal.html' title='Gentileza contra o mal'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WiAuUYMzxoM/T0O6gAc4hlI/AAAAAAAAENE/Oa2pR6NmHho/s72-c/medo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8080807886206689112</id><published>2012-02-20T15:01:00.002-08:00</published><updated>2012-02-20T15:01:56.224-08:00</updated><title type='text'>Drogas lícitas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dLbW7XOJIwQ/T0LQzQNbzDI/AAAAAAAAEMw/mqChfrfgZ00/s1600/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-dLbW7XOJIwQ/T0LQzQNbzDI/AAAAAAAAEMw/mqChfrfgZ00/s320/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;São alarmantes as notícias que chegam diariamente sobre os altos índices de mortes causadas pelas drogas, chamadas lícitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só no Brasil, as estatísticas mostram que cerca de 80 mil pessoas morrem por ano vitimadas por doenças relacionadas ao tabaco. Isso equivale a aproximadamente 10 óbitos por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra droga que tem ceifado milhares de vidas, é o álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face a tudo isso nós nos questionamos o que pode ser feito para deter ou, pelo menos, para diminuir essa trágica realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, antes de encetar qualquer campanha de erradicação desses males, precisamos localizar as suas nascentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para tanto é necessário que voltemos o olhar para dentro dos nossos lares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de dentro de um lar que todos saímos. E é dentro do lar que recebemos as primeiras lições, de vida ou de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os pais não se conscientizarem de que são, a maioria das vezes, os responsáveis pelos hábitos infelizes dos seus filhos, não haverá campanha que resulte eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto nós pais não deixarmos de jogar a culpa nos amigos, nas más companhias, nas indústrias de tabaco e de bebidas alcoólicas, não resolveremos o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas mostram que grande parte dos adolescentes se iniciam nas chamadas drogas lícitas, porque têm o exemplo dentro do próprio lar, levados pela curiosidade e provar o que os pais provam e aprovam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes não observamos os filhos pequenos juntar o toco de cigarro que um dos pais joga no chão e levá-lo à boca tentando imitar os adultos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem culpar, nesse caso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À criança, que é imitadora por excelência, ou aos adultos, que sabem o que estão fazendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, quando o filho já sabe falar e os pais tentam reprimi-lo, ele simplesmente responde: Se você faz, por que é que eu não posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa situação, os pais não têm autoridade moral para evitar que o filho fume ou beba, pois são lições vivas dos vícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, há pais que não fumam nem bebem e os filhos, apesar disso, se iniciam nessas drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja porque percebem o vizinho ou os colegas que, por sua vez, exemplificam e despertam a curiosidade. Nesse caso, os pais podem e devem envidar esforços para esclarecer os filhos dos malefícios de tais hábitos, através do diálogo amigo e fraterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido aos alarmantes índices de desgraça que essas drogas lícitas têm proporcionado aos nossos corações, vale a pena meditarmos, com sinceridade, sobre a campanha de erradicação efetiva desses males, e iniciá-la desde agora, começando por nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu filho é um Espírito encarnado e, como tal, traz consigo hábitos adquiridos ao longo das existências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hábitos felizes ou não, que você deverá perceber através do convívio e lutar por modificar os maus e fortalecer os bons. Isso é educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não duvidemos! As Leis Divinas, que estão escritas em nossa consciência perguntarão: O que fizestes dos filhos confiados à vossa guarda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparemo-nos para responder o melhor: Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8080807886206689112?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8080807886206689112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8080807886206689112' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8080807886206689112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8080807886206689112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/drogas-licitas.html' title='Drogas lícitas'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-dLbW7XOJIwQ/T0LQzQNbzDI/AAAAAAAAEMw/mqChfrfgZ00/s72-c/387483_2768426303909_1655492901_2423082_1272846970_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-8731381580589098220</id><published>2012-02-20T14:59:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T14:59:44.450-08:00</updated><title type='text'>Drama de um apaixonado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lQMlWc67jDA/T0LQPJXXCCI/AAAAAAAAEMo/uDcmGhVCnZ8/s1600/68303_166842273328707_100000088065706_541489_7578394_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" src="http://4.bp.blogspot.com/-lQMlWc67jDA/T0LQPJXXCCI/AAAAAAAAEMo/uDcmGhVCnZ8/s320/68303_166842273328707_100000088065706_541489_7578394_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quando a conheci eu tinha apenas 16 anos. Ela, eu não sei. Fomos apresentados numa festa por um rapaz que se dizia meu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi atração à primeira vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela me enlouquecia. Nossa ligação chegou a um ponto que já não conseguia viver sem ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas era uma relação proibida. Meus pais não aceitavam. Fui repreendido na escola e passei a buscá-la às escondidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí não deu mais. Fiquei louco. Eu queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a desejava sempre mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dia de descontrole, eu bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava louco, desesperado, precisava dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje tenho 39 anos. Estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, pelos amigos e por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe qual o seu nome?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cocaína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo a ela a perda da minha juventude, da minha vida, a minha destruição e a minha morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse desabafo vem assinado por um famoso cantor norte-americano que morreu há alguns anos e foi transcrito no jornal interno de uma empresa multinacional, visando alertar pais e filhos sobre o drama de pessoas que se tornam dependentes de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o texto circula pela Internet, e é dedicado a todos os jovens, apaixonados por ela ou não, para que meditem sobre esse tipo de obsessão que não leva a nada, só destrói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um alerta aos pais de que é necessário preencher o vazio que se instala no coração dos jovens, para que eles não procurem apoio em braços de falsos amigos, que podem apresentá-los às drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, quando se fala em drogas, não imaginemos que o perigo está somente naquelas que são proibidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito jovem entregando sua saúde, sua juventude, seus sonhos e a sua vida a esses venenos livres que conhecemos como cigarro e  álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São drogas socialmente aceitas, mas que têm levado muitos dos nossos moços a um sinistro fim, sob os olhares passivos de pais e de governantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto vale, afinal, a vida de um jovem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente, nem todo o dinheiro arrecadado com impostos sobre a comercialização desses venenos vale a vida de um cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso que as famílias acordem para essa triste realidade e tomem providências urgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nada vale cruzarmos os braços e criticar as fábricas de cigarros e de bebidas alcoólicas pois, se não houvesse consumidores, os produtos não estariam à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que temos a fazer, como cidadãos conscientes da necessidade de mudar esse quadro, é agir diretamente junto à raiz do problema. E vamos encontrá-la na intimidade de cada lar, onde os pais dão o exemplo e sustentam os vícios dos filhos, por não terem, eles mesmos, força e coragem suficientes para romper com seus próprios vícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o desabafo do cantor, que perdeu tudo para a cocaína, sirva de alerta para todos nós, e que possamos fazer algo positivo para ajudar nossos jovens a não seguirem pelo mesmo caminho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-8731381580589098220?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/8731381580589098220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=8731381580589098220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8731381580589098220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/8731381580589098220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/drama-de-um-apaixonado.html' title='Drama de um apaixonado'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lQMlWc67jDA/T0LQPJXXCCI/AAAAAAAAEMo/uDcmGhVCnZ8/s72-c/68303_166842273328707_100000088065706_541489_7578394_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-3335515310256423310</id><published>2012-02-20T14:55:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T14:55:47.016-08:00</updated><title type='text'>Disciplina do pensamento</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VG7CenBH1As/T0LPaJJ_IZI/AAAAAAAAEMg/KLaTqGt9hBs/s1600/33458_170175976328670_100000088065706_562235_7731927_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VG7CenBH1As/T0LPaJJ_IZI/AAAAAAAAEMg/KLaTqGt9hBs/s1600/33458_170175976328670_100000088065706_562235_7731927_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Você consegue imaginar quantos pensamentos temos por dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudiosos informam que temos entre sessenta a noventa e cinco mil pensamentos em vinte e quatro horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma quantidade realmente muito grande...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa, por exemplo, que durante esta mensagem poderemos chegar a ter entre duzentos a trezentos e trinta pensamentos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trazemos então uma primeira reflexão: Quantos desses tantos pensamentos diários são bons, úteis? Quantos são maus, inúteis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a maioria deles ainda não pode ser classificada como pensamentos saudáveis e construtivos, porém, existem formas de se disciplinar o pensar, pois bem pensar é a elevada forma de se viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vão alguns ensinamentos importantes a respeito da disciplina do pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se meditarmos em assuntos elevados, na sabedoria, no dever, no sacrifício, nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades de nosso pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que a prece improvisada, ardente, o impulso da alma para as potências infinitas, tem tanta virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso aprender a fiscalizar os pensamentos, a discipliná-los, a imprimir-lhes uma direção determinada, um fim nobre e digno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada tipo de pensamento tem que ter a sua hora, o seu lugar. Não devemos estar em casa, com a família, e com os pensamentos em outro lugar, como, por exemplo, no ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que surja um mau pensamento, essa fiscalização fará com que um alerta se acenda em nós, e tomemos alguma atitude para expulsá-lo o mais rápido possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom também viver em contato, pelo pensamento, com escritores de gênio, com os autores verdadeiramente grandes de todos os tempos e países, lendo, meditando sobre suas obras, impregnando o nosso ser da substância de suas almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário escolhermos com cuidado nossas leituras, depois amadurecê-las e assimilar-lhes a quintessência. Em geral lê-se demais, lê-se depressa e não se medita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo silencioso e recolhido é sempre fecundo para o desenvolvimento do pensamento. É no silêncio que se elaboram as obras fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também a prática de meditar. Na meditação o Espírito se concentra, volta-se para o lado grave e solene das coisas. A luz do mundo espiritual banha-o com suas ondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitemos as discussões ruidosas, as palavras vãs, as leituras frívolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos sóbrios de jornais, TV e Internet. O contato com essas mídias, fazendo-nos passar continuamente de um assunto para outro, torna o Espírito ainda mais instável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alma oculta profundezas onde o pensamento raras vezes desce, porque mil objetos externos ocupam-no incessantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disciplinar os pensamentos significa disciplinar a vida, e escolher caminhos mais seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nascente de todos os atos, palavras e ideias estão os pensamentos. Mudemos a matriz e teremos uma vida renovada e mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremo-nos: bem pensar é a elevada forma de viver!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6098869619234575120-3335515310256423310?l=marcoaureliorocha5.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/feeds/3335515310256423310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6098869619234575120&amp;postID=3335515310256423310' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3335515310256423310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6098869619234575120/posts/default/3335515310256423310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marcoaureliorocha5.blogspot.com/2012/02/disciplina-do-pensamento.html' title='Disciplina do pensamento'/><author><name>Marco Aurelio Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09523364407487238775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://2.bp.blogspot.com/_yCMVgCrFrHU/TRI0nL-hboI/AAAAAAAABos/Wh8IZ4461JI/S220/9122.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VG7CenBH1As/T0LPaJJ_IZI/AAAAAAAAEMg/KLaTqGt9hBs/s72-c/33458_170175976328670_100000088065706_562235_7731927_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6098869619234575120.post-7383619063521155079</id><published>2012-02-20T14:53:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T14:53:08.634-08:00</updated><title type='text'>Dificuldades são oportunidades</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e4v60TdnVOU/T0LOsoajAOI/AAAAAAAAEMY/xwxZ4TsF5Z4/s1600/247493_159333190800213_155856571147875_347349_1973147_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-e4v60TdnVOU/T0LOsoajAOI/AAAAAAAAEMY/xwxZ4TsF5Z4/s1600/247493_159333190800213_155856571147875_347349_1973147_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo mútuo de não agressão às cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado em Londres, foi um garoto saudável e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria médico, Stephen Hawking inicia o curso de Física, seu grande sonho, em Oxford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda durante a Universidade começou a mostrar sintomas de uma estranha doença: lentidão nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagnóstico sombrio: esclerose lateral amiotrófica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje sem cura, essa doença destrói os neurônios que controlam os movimentos, e os músculos vão paralisando lentamente. É como uma sentença de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem rapaz, aturdido pelo diagnóstico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expansão, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casou-se e teve três filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incansável. A lentidão física, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganhou fama também com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos científicos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do livro Uma breve história do tempo, ele diz que, exceção feita à sua doença, ele é feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profissão que só precisa do intelecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou a escrever que sua deficiência não lhe causara maiores problemas, tendo contado com auxílio da família, de colegas e alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, aos 67 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o até de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*   *    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos quantos de nós, frente ao mais leve sintoma de doença, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados médicos de longa duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos se aposentam por invalidez e não voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condições físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a doença pode ser uma oportunidade de reflexão, uma oportunidade de superação, mas, nunca, uma desculpa para desistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o exemplo desse notável homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matemática, na Universidade de Cambridge, lugar já ocupado por Isaac Newton, nos sirva de reflexão e de exemplo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos nesta frase por ele proferida: Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prem
